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sexta-feira, 31 de maio de 2013

BNDES e Finep disponibilizam R$ 3 bi para inovação tecnológica

Brasília, 29 - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Agência Brasileira de Inovação (Finep) vão disponibilizar R$ 3 bilhões para que as empresas possam investir em inovação tecnológica para reduzir a dependência externa e aumentar competitividade do agronegócio brasileiro, por meio do programa Inova Agro. 

O lançamento do programa estava marcado para as 9h30 de hoje no Ministério da Agricultura, mas foi cancelado porque a presidente Dilma Rousseff convocou o ministro Antônio Andrade para discutir os últimos detalhes do Plano de Safra Agrícola e Pecuário, que será lançado na próxima terça-feira, 4. Os ministros da Ciência Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, também participaram do evento. Sem a presença dos ministros, o primeiro edital do Inova Agro, no valor de R$ 1 bilhão, foi lançado em entrevista coletiva do presidente da Finep, Glauco Arbix, e do diretor de Planejamento, Pesquisa e Acompanhamento Econômico do BNDES, João Carlos Ferraz. 

As empresas terão até o dia 15 de julho para apresentar os projetos que serão analisados pelos técnicos do BNDES e da Finep até o dia 15 de agosto. Glauco Arbix explicou que o Inova Agro é o sexto programa lançado em parceria pela Finep e BNDES para incentivar os planos de negócios das empresas a partir dos investimentos em inovação tecnológica.

 O primeiro foi o programa destinado ao desenvolvimento de pesquisas sobre o etanol de segunda geração e depois vieram o Inova Petro, Inova Energia, Inova Saúde e Inova Aerodefesa. João Carlos Ferraz, do BNDES, explicou que, embora a previsão inicial seja de aplicação de R$ 3 bilhões no Inova Agro, o montante de recursos pode aumentar se a demanda for superior. Ele cita como exemplo o programa Nova Energia, que tinha orçamento inicial de R$ 3 bilhões e registrou uma demanda de R$ 12 bilhões, dos quais R$ 8 bilhões foram aprovados, envolvendo 370 empresas, algumas em consórcio com 166 empresas que lideram os empreendimentos. Para o etanol, a previsão era de R$ 1 bilhão, mas o programa já atingiu R$ 3 bilhões para financiamento de 33 planos de negócios. 

No caso do Inova Agro, as linhas que serão apoiadas pela Finep e BNDES estão relacionadas ao setor de insumos (melhoramento genético, defensivos agrícolas, saúde animal e unidades demonstrativas), processamento industrial (alimentos, aditivos, embalagens e mitigantes de risco) e máquinas e equipamentos (armazenagem, rastreabilidade e instrumentos de precisão para agricultura e pecuária). Os juros do Inova Agro serão os mesmos 3,5% ao ano do programa de Sustentação de Investimento (PSI) do BNDES. 

O financiamento tem carência de três anos para quitação da primeira parcela e o prazo de pagamento pode chegar a 10 anos. Glauco Arbix ressalta que existem casos em que devido à relevância e ao risco do empreendimento as condições podem ser de taxa de juros de 2,5% ao ano, com quatro anos de carência e até 12 para pagamento. 

O presidente da Finep lembra que a instituição tem recursos a fundo perdido para financiar empreendimentos e o BNDES tem uma linha do mesmo tipo para apoiar os institutos de pesquisa público ou privados que participarem dos consórcios que apresentarem os planos de negócio. As empresas líderes dos consórcios deverão ter Receita Operacional Bruta igual ou superior a R$ 16 milhões ou patrimônio líquido igual ou superior a R$ 4 milhões no último exercício.

Carro indiano de baixo custo disputa espaço em um dos trânsitos mais caóticos do mundo

Empresa criou carro que custa menos de R$ 5 mil. Objetivo é criar alternativas para os indianos, que hoje utilizam tuc-tucs e motos para se locomover.

Fonte, vídeo e demais informações:  http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-hoje/t/edicoes/v/carro-indiano-de-baixo-custo-disputa-espaco-em-um-dos-transitos-mais-caoticos-do-mundo/2605204/

Produtividade da economia brasileira é baixa em comparação internacional

Em 2011, na média, cada trabalhador brasileiro produziu o equivalente a US$ 20 mil dólares. No mesmo período, o trabalhador sul-coreano fez o triplo. O desempenho do alemão foi melhor ainda, quatro vezes, e o americano produziu cinco vezes.

Fonte, vídeo e demais informaçõeshttp://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-da-globo/t/edicoes/v/produtividade-da-economia-brasileira-e-baixa-em-comparacao-internacional/2604272/

Agência Nacional de Aviação autoriza avião não tripulado a voar no país

O Naurú, que pertence a uma empresa de São Carlos, levou seis meses para conseguir a autorização. O avião é utilizado no monitoramento de grandes áreas, como fazendas e reservas ecológicas.

Fonte, vídeo e demais informações: http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-brasil/t/edicoes/v/agencia-nacional-de-aviacao-autoriza-aviao-nao-tripulado-a-voar-no-pais/2606440/

Câmera digital 1.000 vezes melhor com sensor de grafeno

Câmera digital 1.000 vezes melhor com sensor de grafeno: Câmeras digitais equipadas com esses sensores poderão ser muito mais rápidas e tirar fotos em ambientes quase escuros.

Brasil desenvolve chip de silício para leitura de fotodetectores

Brasil desenvolve chip de silício para leitura de fotodetectores: A faixa do infravermelho apresenta potencial para aplicações militares, o que dificulta a importação de dispositivos desse tipo.

Radiação em viagem a Marte ameaça saúde de astronautas

Radiação em viagem a Marte ameaça saúde de astronautas: A radiação à qual os astronautas ficariam expostos durante uma viagem de ida e volta a Marte está no limite dos padrões aceitos.

Prof. Valtencir Zucolotto

Laboratório de Nanomedicina e Nanotoxicologia - IFSC - USP
Bem-vindo!! Este site foi especialmente desenvolvido para a disseminação de conhecimentos e treinamento na área de Escrita Científica. O site traz uma série de materiais, incluindo apostilas e vídeo-aulas, baseados em quase uma década de experiência do Prof. Dr. Valtencir Zucolotto, na criação e aplicação de cursos e minicursos em Escrita Científica. Os cursos abordam tópicos em Estrutura e Linguagem, de forma modular, e foram desenvolvidos especialmente para qualificar cientistas, pesquisadores e alunos de pós-graduação para o processamento e produção de Artigos Científicos de Alto Impacto.
Fonte e demais informações: http://www.escritacientifica.com/

Deputados verificam destinação de resíduo sólido industrial


Comissão de Meio Ambiente visitou a unidade da ArceloMittal de João Monlevade, nesta quarta-feira (29).

Acompanhar e conferir a aplicação da Lei 18.031, de 2009, que dispõe sobre a Política Estadual de Resíduos Sólidos, inclusive o que se refere aos artigos introduzidas pela Lei 20.011, de 2012, relativos ao transporte, armazenamento, depósito, guarda, processamento, reciclagem e reutilização desses resíduos. Esse foi o objetivo da visita da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) à fábrica da ArcelorMittal de João Monlevade (Região Central), nesta quarta-feira (29/5/13).
Os parlamentares assistiram a uma apresentação da direção da empresa sobre o Sistema de Gestão Ambiental e o Plano Diretor de Resíduos implantados na unidade. Em sua exposição, Cleber Marques, especialista em meio ambiente da fábrica, destacou entre as ações adotadas na planta de João Monlevade o levantamento de riscos ambientais de cada atividade; programas de educação ambiental; a recuperação de matas ciliares, de nascentes e de áreas degradadas na região; e a reutilização dos efluentes nos processos industriais.
Cleber Marques ressaltou também o cumprimento dos requisitos legais por parte da empresa (licenças de operação e certificações), os planos de ação de emergência, baseados em diversos simulados, e a consultoria jurídica para controle e avaliação da legislação ambiental que está em processo de desenvolvimento na unidade. “Assim, procuramos evitar quaisquer danos ao meio ambiente e nos preparamos para agir prontamente caso seja necessária alguma intervenção”, resumiu.
O especialista em meio ambiente, em conjunto com o diretor da unidade de João Monlevade da ArcelorMittal, João Henrique Caldeira, também informou os presentes sobre o Plano Diretor de Resíduos da fábrica. Entre as suas definições, está a classificação dos resíduos industriais da planta, a destinação dada a esses resíduos e o monitoramento ambiental da empresa. Escórias, lama, pó, pequenas lascas de aço e os demais resíduos são predominantemente destinados à reutilização externa. Cerca de 40% deles são reutilizados nos processos da fábrica (internamente) ou são aterrados.
Deputados conhecem o aterro da unidade e evitam fazer considerações definitivas
Os deputados Ivair Nogueira (PMDB), que requereu a visita, e Célio Moreira (PSDB) aproveitaram a oportunidade para conhecer o aterro industrial da ArcelorMittal de João Monlevade, em companhia do prefeito do município, Teófilo Torres, e do secretário municipal de Meio Ambiente, José Arcênio de Magalhães. No aterro, são depositados, de forma segura, resíduos sólidos não perigosos, em sua maior parte escória e lama fina da Searia que não foi reaproveitada nem vendida. Os resíduos são confinados e cobertos com um material impermeável, disponibilizando uma nova camada para o depósito dos resíduos futuros.
“Aparentemente, todos os critérios da lei estão sendo observados. Temos inclusive pedido informações técnicas e obtido respostas. No entanto, só ao final da série de visitas que a comissão está fazendo a diversas indústrias mineiras é que vamos apresentar um relatório e comunicar nossas conclusões”, afirmou o deputado Ivair Nogueira.
O deputado Célio Moreira também enfatizou que os parlamentares até o momento só puderam fazer avaliações superficiais e mostrou-se aberto a discutir aspectos da Política Estadual de Resíduos Sólidos eventualmente questionados pelos empresários. “Qualquer lei pode ser alterada, todas as sugestões são válidas. Não pretendemos estrangular os empresários, e sim garantir que as empresas atendam os interesses ambientais do mundo moderno”, destacou.

Política Estadual de Resíduos Sólidos - A Lei 18.031, de 2009, instituiu a Política Estadual de Resíduos Sólidos. Os artigos que entraram em vigor em janeiro do ano passado, por meio da Lei 20.011, tratam da destinação dos resíduos perigosos, que vinham se acumulando nas indústrias. Foi fixado o prazo de 180 dias para que as empresas dessem uma destinação final aos novos resíduos gerados após a promulgação da lei e de 360 dias para o passivo já existente.

Fapemig investe em ciência e tecnologia de ponta

Um painel solar feito de plástico. Leve e fácil de transportar e instalar e que transforma até luz artificial em energia elétrica. O produto está sendo fabricado por uma empresa em Belo Horizonte. Vinte e oito pesquisadores, de doze nacionalidades, trabalham no desenvolvimento dos painéis que apresentam várias vantagens em relação às placas convencionais, feitas de vidro e silício.


Eletrônica Orgânica e Impressa 

Oferecendo soluções alternativas e complementares para a tecnologia de silício existente, a eletrônica orgânica e impressa é a segunda onda da indústria global de semicondutores. Esta indústria, em rápida expansão, é caracterizada por baixos custos de produção e tempo rápido ao mercado. A indústria inclui tecnologias como orgânicos diodos emissores de luz (OLED), lâmpadas eletroluminescentes, fotovoltaicos orgânicos (OPV) e tintura de células solares sensibilizadas (DSSC), baterias e células de combustível impressos, identificação por radiofreqüência (RFID), e sensores impressos, memória e dispositivos lógicos. Todas estas tecnologias são compatíveis com fabricação de alta taxa de transferência roll-to-roll (R2R) com baixo custo, por meio de substratos flexíveis e materiais orgânicos e de impressão. O mercado global de Eletrônica e Orgânica e Impressa foi estimada nos EUA $ 9,5 bilhões em 2012, e deverá subir para 63.300 milhões dólares EUA em 2022 (IDTechEx, junho de 2012).

Fotovoltaicos Orgânicos

A tecnologia de Fotovoltaicos Orgânicos (OPV) usa moléculas orgânicas para colher luz solar, e convertê-la em eletricidade. Módulos solares são fabricados pela impressão de moléculas orgânicas sobre substratos flexíveis usando baixo custo e alto rendimento roll-to-roll (R2R) nas técnicas de fabricação. O OPV oferece muitas vantagens sobre o silício tradicional e inorgânicos tecnologias solares:
1.Menor Custo
Módulos solares de OPV podem ser fabricados por meio da impressão, em terras abundantes de materiais orgânicos, tendo baixo custo e alto rendimento técnicas de fabricação R2R. Os materiais orgânicos são impressos em camadas ultra-finas de espessura inferior a 0,1 micron; sendo necessária, apenas 1 g de material para até 100 mW de potência.

2.Energia mais limpa
O OPV de módulos solares é livre de materiais nocivos, podendo ser facilmente reciclados e reutilizados. Os processos de impressão de produção exigem muito pouca energia. De fato, a energia de tempo pay-back (tempo necessário para gerar, e recuperar a energia utilizada no processo de fabricação) é 10 vezes menor de OPV, do que para as células solares de silício. Além do que, o OPV fornece a energia solar “mais verde” (ROES et al. Progresso na energia fotovoltaica, 2009).

3.Mercado único
Módulos solares são o OPV fino, leve e flexível. Eles são totalmente personalizáveis, e pode ser, até mesmo, transparentes, coloridos, e cortados de qualquer forma. Estas propriedades únicas do OPV abrem mercados inteiramente novos para a energia solar, tais como janela e filmes telhado para edifícios e da indústria automotiva, solar reservatórios e estufas solares e abrigos. Eles também dão ao OPV uma robustez, leve, que permite o transporte seguro e de baixo custo de instalação e em regiões remotas. Isto é especialmente importante no Brasil.

4.Alta eficiência
Os módulos solares de OPV não sofrem as limitações de outras tecnologias solares. Células solares de silício tradicionais tornam-se menos eficientes, quando sua temperatura aumenta no sol do meio-dia e, de manhã e à noite, quando o sol está baixo no céu. Em contraste, as moléculas orgânicas, na verdade, tornar-se mais eficiente à medida que sua temperatura aumenta, colhendo luz eficientemente ao longo do dia. Desse modo, estima-se que os módulos de OPV geram 20-50% a mais da energia, com a mesma eficiência citado como células de silício padrão.


Energia Solar - A oportunidade no Brasil

O Brasil oferece uma oportunidade única e convincente para a energia solar, tendo muito sol em todas as suas estações, e regiões, sendo uma matriz energética complementar que ainda não cobre 100% da população. Todos os anos, o Brasil recebe uma média de 4,5-6,5 KWh/m2/dia de irradiação solar - aproximadamente, o dobro da média anual do Reino Unido ou Alemanha (MARTINS, et al. Energia Solar, 2008). Isso significa que uma instalação solar no Brasil irá produzir, em média, o dobro da energia, produziria tanto no Reino Unido ou na Alemanha. Cerca de 500.000 famílias, e até 2,5 milhões de pessoas ainda estão vivem sem eletricidade no Brasil. Por razões práticas, muitas das suas casas nunca serão ligadas à rede, ficando assim, fora da rede soluções são necessárias. A energia solar, especialmente leve, robusta e portátil do OPV se torna uma candidata limpa e eficiente para fornecer energia, e conforto a essas comunidades “isoladas”.

Cronograma de realizações de Eletrônica Orgânica e Impressa do CSEM Brasil

Dezembro de 2010: Início dos dois anos de projeto financiado pela FAPEMIG (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais) para estabelecer uma plataforma para a impressa e eletrônica orgânica, através do CSEM Brasil.
Outubro de 2011: CSEM Brasil tem laboratório inaugurado no SENAI-MG/IEF-MG/Biominas na Cidade da Ciência e do Conhecimento, na cidade de Belo Horizonte no Brasil, tendo 100m2 do espaço dedicado ao trabalho de Eletrônica Orgânica e Impressa.
Novembro de 2011: A máquina R2R é instalada, e pela primeira vez, dispositivos eletrônicos produzidos.
Junho de 2012: As lâmpadas eletroluminescentes da Linha inovadora LUME do CSEM Brasil são apresentadas na seqüência de abertura da coleção de Ronaldo Fraga no São Paulo Fashion Week.
Agosto 2012: Instalação de lâmpadas eletroluminescentes impressos R2R no CSEM Brasil é completada no laboratório local, em parceria com a Ipiranga.
Setembro 2012: O CSEM Brasil apresenta instalações com as premiadas lâmpadas eletroluminescentes na CASA COR Minas Gerais 2012.
Novembro 2012: Programa de desenvolvimento é conjuntamente assinado pelo CSEM Brasil e a FIAT Automóveis S/A para desenvolvimento de lâmpadas eletroluminescentes, a serem aplicadas nos automovéis.
Novembro 2012: O CSEM Brasil dobra espaço do laboratório para 200m2, a fim de acomodar o equipamento, e a equipe em expansão.
Janeiro 2013: Entrega dos primeiros módulos de OPV impressos R2R no CSEM Brasil.
Para mais informações acesse o site www.lumebrasil.com.br
       

 




Fontes e demais informações: http://www.youtube.com/watch?v=9Vr4miWL27w
                                               http://www.csembrasil.com.br/BR/

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Educação e Trabalho – A Revolução nos próximos 10 anos

No início do Século XX uma das previsões em relação ao mercado de trabalho era que uma das profissões de maior futuro seria a de telefonista. A explicação era a seguinte: como a transferência de ligações era manual, seria necessário uma telefonista para no máximo X (vamos dizer 100) assinantes. Como a previsão (correta) era que o número de assinantes aumentaria aceleradamente, logo, a quantidade de telefonistas também cresceria nessa velocidade. 

Qual foi o erro?

Simplesmente a previsão não considerou a mudança de tecnologia no processo, com a automação que tornou dispensáveis as telefonistas para intermediar ligações.

Será que vamos cometer esse mesmo tipo de erro nesse ainda início de século XXI?
Vejo alguma   projeções nas áreas do Trabalho e da Educação que parecem reforçar o caminho nessa direção equivocada. Só que dessa vez a velocidade da mudança será ainda mais acelerada e o erro aparecerá ainda mais cedo. Previsões para daqui a 10 anos que consideram que os processos serão os mesmos de hoje!

Vou abordar aqui apenas algumas tendências que terão que ser consideradas ao se fazer qualquer estimativa e projeção para os próximos 10 anos e que serão provocadas por avanços que já vem ocorrendo nas tecnologias de informação e comunicação. 
1-      Mobilidade, acesso e conectividade – Significando: de qualquer lugar e a qualquer hora (ou permanentemente); redução dos tempos e dos espaços. 
2-      Desintermediação – Significando: Se posso fazer direto, ou se uma máquina pode fazer (automação), porque preciso de alguém no meio do caminho? 
3-      Individual, customizado – Significando: Do meu jeito, feito para mim, no meu próprio ritmo 

Em função apenas desses 3 itens acima, podemos vislumbrar: 
 As relações de trabalho e governança mudarão (independente ou apesar da legislação, que deverá vir à reboque) por conta de trabalhos realizados a qualquer hora e de qualquer lugar. Primeiro nas áreas que trabalham com informações e conhecimento: jornalismo, programação, gestão, advocacia, administração (inclusive pública!), monitoramento, controle, planejamento. Depois em todas as outras, em maior ou menor grau. Quando falo de qualquer lugar e a qualquer hora, estou incluindo e destacando que isso independe de fronteiras entre países e de fusos horários. 
  
A divisão de áreas de trabalho (setores da economia) em agricultura, indústria, comércio, serviços se mostrará totalmente  irreal pela superposição e interdependência entre esses conceitos.  

Salas de aula com 1 professor e 20/30 alunos deixarão de existir como regra geral e obrigatória. O aprendizado é individual (sempre foi), mas a tecnologia permitirá sua libertação. O foco será o que aprende (aluno) e não o que ensina (professor) ou o local onde é ensinado (sala de aula). Progresso seriado como se fosse uma linha de produção e onde todos deverão cumprir os mesmos anos de estudo não farão sentido a partir do acesso direto ao conhecimento (desintermediação) e absorção em qualquer hora e lugar e no próprio ritmo do aluno.  Todo o conhecimento necessário para cada função/profissão deverá estar devidamente estruturado e mapeado pelos bons professores e disponíveis para quem quiser e quando quiser. A troca de ideias e experiências serão o complemento (essencial). Debates, reuniões, encontros, conferencias acontecerão continuamente em um ambiente similar às redes sociais.  
Autonomia na busca do conhecimento? Sim! 
O conhecimento será certificado por entidades especializadas em Certificação do conhecimento e não por quem fornece esse conhecimento.  

Empresas, organizações, Universidades e governos perderão suas fronteiras físicas e o conceito de dentro/fora terá que ser revisto.  

Regras e conceitos associados à limites de idade também terão que mudar. Alguém com 60 anos pode aprender uma nova função e realiza-la de qualquer lugar durante mais 20 ou 30 anos. Conceitos de PEA (população economicamente ativa),  PIA (população em idade ativa) e aposentadoria terão que ser atualizados. A medida da escolaridade associada à idade terá que ser revista.  

Algumas dessas mudanças virão (já estão aí) em menos de 10 anos. Algumas outras um pouco mais, mas chegarão.  
Assustador? Para muitos sim, nem tanto para quem se preparar.  
Desafiador? Certamente.  

Quando vem uma onda grande, a pessoa tem 3 opções: mergulhar achando que vai passar, fechar o olho e rezar para que não a atinja, ou pegar o ritmo e seguir no mesmo rumo da onda assumindo o controle do seu deslocamento.  
A escolha é sua! 

Paulo Milet é empresário e consultor em TI, Gestão e EAD. 

Prêmio SME de Ciência, Tecnologia e Inovação



Fonte e demais informações: http://www.sme.org.br/html/capa/capa.shtml

Compósitos de carbono substituem concreto armado : Voz da Rússia

Compósitos de carbono substituem concreto armado : Voz da Rússia

Cinco de cada dez jovens universitários querem montar o próprio negócio após formatura

Uma pesquisa do Sebrae mostrou que os novos negócios brasileiros são abertos por desejo, não por falta de alternativa. Muitos estudantes querem abrir a própria empresa e virar empreendedores.

Fonte e demais informações: http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-nacional/t/edicoes/v/cinco-de-cada-dez-jovens-universitarios-querem-montar-o-proprio-negocio-apos-formatura/2599365/

Brasil lidera crescimento do mercado de jogos eletrônicos em 2012

Um estudo feito com fabricantes mostrou que as vendas de jogos e equipamentos atingiram R$ 1,6 bilhão no ano passado. Enquanto esse mercado encolheu na maioria dos países, no Brasil houve um crescimento de 60% na comparação com 2011.

Fonte e demais informações: http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-da-globo/t/edicoes/v/brasil-lidera-crescimento-do-mercado-de-jogos-eletronicos-em-2012/2601892/

Senai tem primeira máquina de microusinagem

Santa Catarina passou a contar, a partir deste mês, com a primeira máquina em operação no país capaz de realizar usinagem de metais (método industrial de "esculpir" superfícies) em dimensões micrométricas e em cinco eixos. Com ela, é possível fazer cortes de até 0,0001 mm de espessura (valor até 100 vezes inferior ao diâmetro de um fio de cabelo) e produzir micromoldes, que por sua vez são usados na produção de itens hoje importados, como minúsculos componentes de placas eletrônicas. A máquina de microusinagem foi instalada no Instituto Senai de Tecnologia em Metalmecânica, que está sendo estruturado na cidade de Joinville (região nordeste do Estado). Em Santa Catarina, o Senai/SC integra o Sistema Fiesc.
A aquisição irá ajudar a inserir a tecnologia em Santa Catarina. Segundo o coordenador do Instituto, Daniel de Aviz, a intenção é de, em um primeiro momento, desenvolver projetos de micromoldes em parceria com as indústrias, para que elas adquiram o know how necessário para adotar a tecnologia, que hoje é uma tendência de uso mundial. O Instituto também irá capacitar profissionais para atuar com os novos processos.
 
Para trazer a nova tecnologia para o Brasil, o Senai/SC conta com a consultoria do Fraunhofer IPK, da Alemanha, um dos principais institutos de pesquisa da Europa, que possuem expertise na área. Cerca de 50 indústrias de todo o Estado estiveram em Joinville , no começo de maio, participando de um workshop para conhecer a nova tecnologia.
 
"A microusinagem ajuda a atender uma tendência de 'miniaturizar' os produtos e de deixá-los mais leves, o que exige componentes cada vez menores", explica o coordenador do Instituto. A máquina poderá ser usada em empresas de ferramentaria, que produzem os moldes que darão forma a produtos em processos de injeção de plástico ou fundição. Só a região de Joinville possui cerca de 400 empresas de Ferramentaria.
 
A máquina é um dos principais equipamentos do Instituto Senai de Tecnologia em Metalmecânica que está em implantação na cidade de Joinville. O Instituto tem o objetivo de auxiliar no desenvolvimento de produtos de maior valor agregado, induzir o processo de inovação e modernização tecnológica, além de formar profissionais com conhecimentos avançados.
 
O foco de atendimento será principalmente aos segmentos de metalurgia, óleo e gás, polímeros (como plástico), elastômeros (a exemplo da borracha), além de contemplar toda a área de mecânica. Por ser transversal, também atenderá às demanda de diversos outros segmentos industriais. A atuação será baseada em três plataformas: tecnologia da manufatura e processos produtivos, desenvolvimento de produtos mecânicos e engenharia de materiais.
 
De acordo com a diretora do Senai em Joinville, Hildegarde Schlupp, o Instituto Senai de Tecnologia em Metalmecânica será instalado em um novo prédio, a ser construído na unidade Norte do Senai em Joinville (localizada na Rua Arno Döhler), com previsão de inauguração em 2014. No entanto, com a chegada de novos equipamentos, alguns dos serviços já são oferecidos a partir do primeiro semestre de 2013.
 
Para atender a todos os setores e ampliar a qualidade dos serviços, o Instituto de Tecnologia em Metalmecânica atuará de forma articulada com outros 60 institutos de Tecnologia e 23 de Inovação que o Senai pretende instalar no Brasil, complementando a atuação. Em Santa Catarina, serão dez institutos, sendo oito de tecnologia - voltados para as áreas de alimentos, eletroeletrônica, automação e tecnologia da informação e da comunicação, design têxtil e do vestuário, ambiental, materiais e logística - e dois de inovação, com foco em laser e em sistemas embarcados.

Governo prepara o Inovar Máquina

O governo federal estuda um novo regime para o setor de máquinas e equipamentos. Baseado na nova legislação do setor automotivo, o Inovar Auto, está na mesa dos ministros Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e Guido Mantega (Fazenda) o projeto do Inovar Máquina. Cunhado por Luiz Aubert Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o Inovar Máquina tem pontos quase idênticos ao projeto para o setor automotivo. Os principais são as cotas de importação e a necessidade de comprovação de conteúdo nacional para que o equipamento seja considerado brasileiro. Quando definida como importado, a máquina será sobretaxada no Imposto de Produto Industrializado (IPI) em 30 pontos percentuais.

O projeto até já recebeu o aval do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que aprova o projeto do Inovar Auto e desempenho do setor automotivo depois de assinada a lei que estabelece o novo regime. "Essas reivindicações foram apresentadas recentemente e, neste momento, está sob estudo. Estamos em permanente interação com a Abimaq para chegarmos a uma agenda operacionalmente prática", adiantou o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. 

Questionado sobre o projeto, Luiz Aubert afirmou que ele ainda não está pronto. Ficará em meados de junho, talvez julho. "Precisamos incentivar a fabricação interna e colocar limite em certos tipos de máquinas que estamos importando. Tem máquina que chega da China a US$ 8,5 o quilo. É uma concorrência desleal. Se o governo não quer barrar no imposto de importação, vamos fazer isso pelo Inovar Máquina", disse Aubert. Em 2012, o Brasil importou US$ 11,9 bilhões em máquinas e equipamentos para a indústria. O resultado é 3% menor do que o registrado em 2011.

Multinacional do setor de autopeças seleciona engenheiro

A Visão Recursos Humanos, empresa de consultoria de RH, seleciona candidatos para vaga em empresa japonesa de autopeças situada na região de Vinhedo, São Paulo.
A vaga para engenheiro mecatrônico deverá ser preenchida por um profissional com ensino superior completo em Engenharia, com conhecimento básico de softwares CAD, como Catia, Unigraphics, AutoCAD, Pacote Office e Altium designer. Além disso, o candidato deverá ter conhecimentos de polímeros de engenharia e metodologia de resolução de problemas. Nível avançado da língua inglesa também é um pré-requisito.
A vaga é para atuação em atendimento da linha de produção e ferramentaria com suporte técnico aos produtos com falhas de produção, acompanhando e realizando análises de montagem e tolerância de desenhos. O profissional também irá efetuar análise de peças com falhas, para encontrar a causa raiz e estudar os impactos das soluções apresentadas. 
 
Para saber mais sobre esta vaga e encaminhar currículo clique aqui.

SpaceLiner: conheça o avião hipersônico europeu

SpaceLiner: conheça o avião hipersônico europeu: Uma equipe europeia mostrou que os voos hipersônicos e o turismo espacial em larga escala estão mais próximos do que se imaginava.

Variação de pesos atômicos altera Tabela Periódica

Variação de pesos atômicos altera Tabela Periódica

Microrrobôs de 25 mm imitam comportamentos de seres vivos

Microrrobôs de 25 mm imitam comportamentos de seres vivos: No futuro, descendentes ainda mais miniaturizados desses robôs poderão limpar veias e artérias entupidas.

Brasil é o 7º maior consumidor de energia do mundo, atrás da China, EUA, Rússia, Índia, Japão e Alemanha

Na lista dos maiores consumidores de energia do mundo, o Brasil ficou com a 7ª colocação. O país ficou atrás de China, EUA, Rússia, Índia, Japão e Alemanha e conta com 99% da população já com acesso ao serviço, segundo relatório divulgado pelo Banco Mundial. “Os países que compõem as 20 maiores rendas, incluindo os emergentes, contam com 80% do consumo global de energia” - aponta o relatório. Os americanos e chineses juntos consomem mais que todas as outras 8 posições da lista, sendo responsáveis por cerca de 40% de todo o consumo mundial. Cerca de 1,2 bilhão de pessoas em todo o mundo - quase a população completa da Índia - não têm acesso à eletricidade. Outras 2,8 bilhões de pessoas têm que confiar em madeira ou outros tipos de biomassa para cozinhar e aquecer suas casas. 

Fonte e demais informações: http://montesclaros.com/noticias.asp?codigo=63527

Redução de tarifa de energia elétrica será discutida em audiência

Proposta é que haja desconto de 3,09% para consumidores residenciais. Também será discutido aumento nas tarifas para consumidores industriais.


No dia 28 de junho a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai realizar audiência pública em São Luís, para discutir uma redução de até 3,09% no custo das contas dos consumidores residenciais. A medida mexerá diretamente com 1,8 milhão de unidades consumidoras localizadas em 217 municípios maranhenses.
Além da proposta de redução na tarifa dos consumidores residenciais, também será discutido um acréscimo nas tarifas cobradas para as indústrias, que pode chegar a 0,10%.
No entanto, os índices finais somente serão conhecidos somente em agosto, quando o assunto será deliberado pela diretoria da agência e poderá ser aplicada a partir de 28 de agosto.
Segundo a Aneel, o consumidor do tipo B1 é o residencial. O consumidor rural é chamado de B2, enquanto estabelecimentos comerciais ou industriais de pequeno porte são classificados como B3. A iluminação pública é enquadrada no subgrupo B4.
A revisão no valor das tarifas está prevista nos contratos de concessão e tem por objetivo obter o equilíbrio das tarifas com base na remuneração dos investimentos das empresas voltados para a prestação dos serviços de distribuição e a cobertura de despesas efetivamente reconhecidas pela Aneel. A audiência também discutirá a qualidade do serviço e os limites dos indicadores de continuidade dos conjuntos da Cemar estipulados para o período de 2014 a 2017.
Clique e saiba como participar da audiência.

Programa Federal para fomento de start-ups aceita inscrições até o fim de maio - CRN

Programa Federal para fomento de start-ups aceita inscrições até o fim de maio - CRN

terça-feira, 28 de maio de 2013

O Congresso Brasileiro de Software - 29 de set. a 04 de out. 2013

O Congresso Brasileiro de Software: Teoria e Prática (CBSoft) é um dos principais eventos realizado anualmente pela Sociedade Brasileira de Computação, com a intenção de promover e incentivar a troca de experiências entre as comunidades científica, acadêmica e profissional sobre as mais recentes pesquisas, tendências e inovações – práticas e teóricas – na área de software.
Além dos Minicursos, Tutoriais e Workshops, a programação do CBSoft integra quatro eventos tradicionais organizados pela comunidade brasileira de desenvolvimento de software:

O CBSoft 2013 acontecerá em Brasília, tombada como patrimônio histórico da humanidade pela UNESCO, e conhecida mundialmente como símbolo da arquitetura moderna. Como um local de eventos políticos, apresentações musicais e festivais de filme, Brasília é uma cidade cosmopolita, com cerca de 119 embaixadas, e uma ampla gama de restaurantes e uma infraestrutura completa, pronta para sediar qualquer tipo de evento.
Genaína Rodrigues
Rodrigo Bonifácio
Coordenadores Gerais do CBSoft 2013

Fonte e demais informações: http://cbsoft2013.unb.br/

Maior hidrelétrica do mundo será construída na África

Maior hidrelétrica do mundo será construída na África: Ela será duas vezes maior do que a maior hidrelétrica do mundo atualmente, a usina de Três de Gargantas, na China.

Batido recorde mundial de velocidade de transmissão iwireless/i

Batido recorde mundial de velocidade de transmissão iwireless/i: Pesquisadores alemães mostraram que, se o 4G está chegando, ele não ficará por muito tempo.

Olhos entendem propriedades quânticas da luz

Olhos entendem propriedades quânticas da luz: A descoberta abre caminho para a criação de interfaces bioquânticas.

Poderemos encontrar 10 planetas habitados em uma década?

Poderemos encontrar 10 planetas habitados em uma década?: Astrônoma usa dados atualizados para recalcular a famosa equação de Drake, que mostra quantas civilizações extraterrestres poderemos encontrar na vizinhança.

Tecido drena suor para fora da roupa

Tecido drena suor para fora da roupa: O tecido microfluídico, em vez de tentar absorver o suor, faz com que ele escorra para fora da roupa.

Impressora 3D produz micro e nanoestruturas

Impressora 3D produz micro e nanoestruturas: A tecnologia consiste em usar pequenos espelhos rotativos que redirecionam a luz do laser usado para produzir os objetos.

Novo Código de Mineração dobra taxa dos royalties

Depois de quase cinco anos em formulação em Brasília, a revisão do Código de Mineração está pronta e já recebeu o sinal verde da presidente Dilma Rousseff (PT). O novo código deve ser anunciado agora em junho.
A principal taxa cobrada das mineradoras, a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem), será elevada em praticamente todos os setores. Segundo estudos técnicos do governo, a arrecadação da Cfem deve passar de R$1,8 bilhão por ano para cerca de R$4,2 bilhões anuais.
No caso do minério de ferro, a compensação deve passar dos atuais 2% para 4% sobre o faturamento. Até mesmo minérios pouco produzidos no País, como o diamante, vão ter taxação maior. A Cfem deve passar de 0,2% para 1% sobre o faturamento. Além de mudar a alíquota, o governo vai alterar a base de incidência da compensação. Atualmente, a taxa incide sobre o faturamento líquido, e será cobrada no faturamento bruto das empresas.
O novo código vai beneficiar a região do Médio Piracicaba. Itabira deve ter aumento de repasse substancial com o imposto. Barão de Cocais, Bela Vista de Minas, Catas Altas, Santa Bárbara, São Gonçalo do Rio Abaixo e Rio Piracicaba também recebem a compensação. 
A arrecadação da Cfem em Minas Gerais atingiu o recorde de R$974,497 milhões em 2012. O valor é 23,5% superior ao verificado no ano anterior, quando totalizou R$788,882 milhões, conforme informações do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM).
Itabira foi a segunda cidade que mais arrecadou, por concentrar grandes operações de extração de minério da Vale, ficando atrás apenas de Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte. 
Os dados do DNPM referentes a esse ano mostram que Itabira lidera a arrecadação da Cfem na região com R$123.281.645,99. Dos sete municípios do Médio Piracicaba que recebem o imposto, Bela Vista de Minas fica na última posição em relação a arrecadação, com R$471.949,51. 
 
Reforma completa
 
Essas mudanças na taxa, conhecidas como royalties da mineração, serão acompanhadas por uma reforma completa na forma de atuação do mercado. Todo o modelo institucional do setor de mineração será alterado.
O governo vai definir minas que serão ofertadas, por leilões públicos, à iniciativa privada. A operação das empresas que vencerem as disputas será acompanhada de perto pelo governo, que espera ampliar a competição no setor de mineração e, também, os investimentos.
Para isso, o governo vai criar duas novas instituições. Com o novo marco regulatório, sai do papel o Conselho Nacional de Política Mineral, que contará com a participação de técnicos dos Ministérios de Minas e Energia, Fazenda, Desenvolvimento e Casa Civil. Esse novo conselho será o órgão máximo do setor, e ficará responsável pela avaliação dos blocos que pertencem à União e serão oferecidos à iniciativa privada.
Para acompanhar os leilões e fiscalizar as empresas, o governo deve criar também uma agência reguladora da mineração. Uma das propostas mais avançadas prevê transformar o DNPM em agência. As empresas que vencerem os leilões poderão explorar o território por 30 anos, prorrogáveis por mais 20. O governo quer acabar com a “exploração infinita” de minas e jazidas.
Nas últimas semanas, a Vale conquistou duas importantes vitórias em Brasília. O governo recuou da ideia de introduzir uma cobrança de participações especiais sobre jazidas e minas de grande produtividade e também voltou atrás nos planos de elevar a Cfem sobre o minério de ferro a 6%, ficando em 4%.

Unifei realiza mais um Curso voltado a construção civil

A Unifei visando contribuir para a formação de recursos humanos para as empresas de Itabira e região desenvolve projetos de extensão voltados para a formação deengenheiros e qualificação da mão de obra local.

O Prof. Dr. Carlos Augusto de Souza Oliveira, coordenará assim como nos anos anteriores, a terceira edição do Curso de Aperfeiçoamento da Mão de Obra da Construção Civil. Neste ano, ocorrerá também as Olimpíadas do Concreto. Este projeto será realizado pela Unifei-Itabira. Iniciativa inédita da mineradora Vale e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O projeto conta com o apoio das empresas de Itabira e região.

O desafio contará com a participação dos alunos da Engenharia da Mobilidade da Unifei e do curso Técnico em Edificações do Cefet-MG (Campus II – BH). As equipes terão de 4 a 6 membros, e para os 3 primeiros classificados haverá premiação em dinheiro. As inscrições para as Olimpíadas do Concreto se encerram no dia 24 de maio. Os interessados podem obter mais informações e, em breve, a ficha de inscrição em www.olimpiadasdoconcreto.com.

Dentre outros objetivos, o projeto Olimpíadas do Concreto e Curso de Aperfeiçoamento da Mão de Obra da Construção Civil – Módulo III visa incentivar o ensino da Engenharia e dessa forma contribuir para a formação de recursos humanos no país. Além disso, busca combater a evasão escolar dos alunos matriculados nos cursos de Engenharia.

Em breve serão divulgadas mais informações acerca do Curso de Aperfeiçoamento da Mão de Obra com previsão de inscrição em setembro e realização em outubro de 2013. O curso tem como público-alvo pedreiros, encarregados de obras, engenheiros, arquitetos, estudantes de engenharia, técnicos em edificações e demais pessoas ligadas a área da construção civil. A inscrição é gratuita.