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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Marinha lança concurso para reconstruir estação na Antártica


Em fevereiro de 2012, a estação foi parcialmente destruída por causa de um incêndio, quando dois militares morreram


Rio de Janeiro - A Marinha do Brasil, em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), lançou hoje (22) o concurso público Estação Antártica Comandante Ferraz, que irá selecionar o melhor projeto de arquitetura para a construção das novas instalações da base militar e científica brasileira. Em fevereiro de 2012, a estação foi parcialmente destruída por causa de um incêndio, quando dois militares morreram.
Poderão concorrer arquitetos brasileiros ou estrangeiros associados a escritórios nacionais. O edital será publicado no próximo dia 28 no endereço eletrônico www.concursoestacaoantartica.iab.org.br e os projetos devem ser inscritos até 14 de março.
Atualmente, os pesquisadores brasileiros na Antártica estão trabalhando em navios da Marinha e em um espaço cedido pela esquadra argentina, que fica próximo ao local onde se localizava a Estação Comandante Ferraz. A Marinha aguarda a chegada de contêineres para a instalação provisória de uma base. A estimativa é que, no início de março, militares e pesquisadores já estejam trabalhando nessas áreas.
De acordo com o comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, que é o coordenador do projeto, o objetivo do concurso é debater inovações tecnológicas com os profissionais de arquitetura. "Sabemos que eles podem contribuir bastante com o nosso projeto. Para isso nós fizemos essa parceria com o instituto de arquitetos. Queremos trabalhar com os melhores profissionais e com a mais moderna tecnologia. A base do Brasil será referência sem dúvida. Devido ao incêndio, tivemos alguns atrasos no que se refere à pesquisa, no entanto, é preciso retomar esses estudos, e isso só será possível com a melhor estrutura possível", disse Soares.
Segundo o presidente do IAB, Sérgio Magalhães, a nova base brasileira reunirá beleza, bem-estar e tecnologia. "A arquitetura é uma soma de tecnologia, conforto e, é claro, adequação ao local. Estamos com muita expectativa nesse sentido. Esse concurso vai certamente ajudar bastante esse projeto. É um cortejo de ideias, experiências que se cruzam. Assim como as pesquisas na Antártica contribuem para o desenvolvimento da ciência, esse projeto irá contribuir para o desenvolvimento da arquitetura no Brasil. E isso irá ajudar o desenvolvimento cultural do país."
A previsão é que as obras para a nova base militar iniciem em janeiro do ano que vem. A inauguração deve ocorrer em fevereiro de 2015. O projeto está orçado em cerca de R$ 100 milhões.

Bélgica fará ilha artificial para armazenar energia


São Paulo - A Bélgica planeja construir uma ilha artificial no Mar do Norte para armazenar energia eólica. A estrutura que ficará a três quilômetros da costa Belga feita de areia terá o curioso formato de um donut.

Atualmente, 57% da energia consumida no país é obtida por usinas nucleares. Somente 4% da eletricidade é produzida em parques eólicos

Atualmente, 57% da energia consumida no país é obtida por usinas nucleares. Somente 4% da eletricidade é produzida em parques eólicos. Como o governo da Bélgica encontrou problemas em dois reatores e decidiu terminar o programa nuclear até 2025, as autoridades resolveram buscar novas alternativas.
Segundo a Reuters, a ilha é uma dessas opções. Os planos foram anunciados pelo ministro do Mar do Norte, Johan Lanotte, que explicou que o país tem capacidade para produzir uma grande quantidade de energia eólica.
A ideia é que a ilha armazene o excesso de energia produzida por parques eólicos instalados no mar. Isso porque quando o vento acalma, a produção de energia tem de ser suportada por outra fonte de energia. Além disso, o espaço vazio no centro teria reservatórios de água para manter os níveis de energia equilibrados.
Portanto, quando a produção de energia for muito além do previsto, o sistema da ilha bombeará a água do centro da ilha para fora. Já para recuperar a energia, um sistema de comportas permitirá que a água do mar volte a entrar e ative turbinas que gerarão mais energia assim como acontece em usinas hidrelétricas.
Se o projeto da ilha for aprovado, a construção ficará pronto entre dois e cinco anos. Quando isso acontecer, a ilha artificial aumentará a capacidade eólica da Bélgica para 4.000 MW.

I EPEP - Encontro Paulista de Engenharia de Produção


Objetivo

                Promover um intercâmbio de informações entre profissionais que atuam no meio acadêmico e empresarial da Engenharia de Produção na região de Sorocaba, através da discussão e reflexão sobre os cursos de graduação e pós graduação, a atuação de seus profissionais no mercado de trabalho e na região e a apresentação de práticas de sucesso inovadoras no ensino da Engenharia de Produção.
Justificativa
É indiscutível a amplitude de poder do conhecimento coletivo e os benefícios que podem ser obtidos através da prática deste modelo de conhecimento, o que nos leva a refletir o quão interessante seria unir os profissionais de uma área para discutir e repensar os assuntos inerentes a essa profissão.
 No âmbito da Engenharia de Produção, cuja abrangência é ampla e diversificada, é comum que cada profissional busque aperfeiçoamento em sua área em detrimento das demais. Assim, promover a união entre estes profissionais e suas diversas áreas é promover a combinação das competências específicas de cada um para refletir e debater a profissão como um todo. O poder deste conhecimento coletivo de caráter multidisciplinar é capaz de produzir modelos concretos de melhoria para o mundo corporativo e para a sociedade.
Público Alvo
Profissionais envolvidos nas áreas de formação e atuação em Engenharia de Produção: Docentes, Coordenadores de Curso, representantes de Instituições de Ensino e representantes de Empresas da região. A proposta é convidar os Docentes, Coordenadores de Curso e representantes das Universidades que oferecem o curso de Engenharia de Produção no estado de São Paulo e divulgar no meio industrial e empresarial para atrair representantes de empresas parceiras e profissionais interessados em participar do evento.
Estrutura do Encontro
A programação do I Encontro Paulista de Engenharia de Produção - I EPEP ocorrerá simultaneamente à programação do pacote integral da V SEPS - V Semana da Engenharia de Produção de Sorocaba, evento destinado aos discentes de Engenharia de Produção da região de Sorocaba.
Descrição das atividades do I EPEP
Credenciamento: momento dedicado à recepção e confirmação de presença dos participantes para fins de certificação. Será realizado em dois momentos do encontro: o credenciamento inicial entre 8h30 e 9h30 e o segundo credenciamento entre 13h30 e 14h.
Coffe Break: no encontro, a "pausa para o café" não é simplesmente um momento destinado à alimentação dos participantes. O coffe break é uma prática que estimula a integração e o desenvolvimento de networking entre os convidados. Será realizado em dois momentos do encontro: no início, simultaneamente ao período destinado ao credenciamento inicial, entre 8h30 e 9h30 e no intervalo entre os temas da tarde, entre 15h30 e 16h.
 "O que as empresas esperam dos recém formados":
A discussão deste tema será relacionada à visão empresarial do recém graduado em Engenharia de Produção quanto a sua formação acadêmica e diversas atividades extracurriculares. Será realizada em formato de mesa redonda e será discutido a posição das Instituições de Ensino em atender ao mercado de trabalho e a posição das empresas regionais perante a graduação e formação do profissional que lhe é fornecido neste mercado.
Esta atividade contará com a participação dos docentes, coordenadores ou representantes das Instituições de Ensino e de representantes de empresas da região. A proposta é aproximar a Universidade (responsável por formar os profissionais) das empresas (que necessitam e utilizam os egressos da Universidade). Assim, as Instituições de Ensino terão a oportunidade de conhecer as expectativas que as empresas possuem, e estas poderão conhecer a realidade do meio acadêmico.
"Práticas inovadoras no ensino da Engenharia de Produção"
Este momento é dedicado aos docentes, coordenadores de curso e representantes de Instituições de ensino. Apresentações deverão ser feitas pelos participantes e tem por objetivo promover a discussão acerca das práticas de sucesso inovadoras e metodologias de ensino utilizadas ao longo dos cursos de graduação em Engenharia de Produção.  
Os participantes deverão expor os diversos tipos de abordagem das disciplinas específicas dos cursos de graduação em Engenharia de Produção e as práticas inovadoras que tiveram sucesso em suas respectivas Instituições de ensino. A apresentação das disciplinas exclusivas ou diferenciáveis que obtiveram êxito ou não em sua execução e as diversas práticas podem acrescentar valiosas informações a outras Instituições que podem promover melhorias em suas grades curriculares e em suas metodologias de ensino.
"Os rumos da Engenharia de Produção"
Neste momento, um palestrante convidado conduzirá uma reflexão sobre os rumos da Engenharia de Produção no Brasil e no mundo, enfatizando o aspecto social, econômico, ambiental e mercadológico. Após a apresentação, será aberto aos participantes um momento para discussão dos temas.  
Relatório final
É um documento que registra e formaliza todas as discussões, ideias e resultados proporcionados pelo Encontro. Este relatório será produzido após o término do evento baseado nas anotações e informações captadas pelos ouvintes durantes as discussões e reflexões.  
O relatório final será enviado a todos os participantes do Encontro e será apresentado aos discentes participantes da V SEPS - V Semana de Engenharia de Produção de Sorocaba no final do evento. O relatório final também será disponibilizado no site do evento.  
Para dúvidas e/ou outras informações, entre em contato pelo e-mail: camilakozyreff@hotmail.com

Fonte e demais informações: http://www.abepro.org.br/interna.asp?un=1317

Redução na conta de luz será custeada pelo contribuinte, diz Sardenberg

De acordo com o comentarista de economia Carlos Sardenberg, o tesouro é financiado pelo contribuinte. Ainda que o dinheiro tenha sido tirado da Usina de Itaipu, a hidrelétrica é financiada pelo dinheiro público.


Aneel divulga valor dos descontos das distribuidoras de energia em todo o Brasil

Fonte vídeo, e demais informações: http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-brasil/t/edicoes/v/aneel-divulga-valor-dos-descontos-das-distribuidoras-de-energia-em-todo-o-brasil/2366658/

P&D da Cemig e UFU quer transformar hidrogênio em energia elétrica


A Cemig, em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia (UFU), trabalharam juntas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de Produção de Hidrogênio por Reforma do Glicerol.
Resultante do processo de produção de biodiesel, o glicerol, é um resíduo que é disponibilizado em grande quantidade, porém pouco aproveitado pelo mercado. Ao passar por um processo químico – denominado reforma - é possível extrair dele hidrogênio para gerar energia elétrica, utilizando-se das células a combustível.
O engenheiro de tecnologia e normalização, Cláudio Homero Ferreira da Silva, da Gerência de Alternativas Energéticas da Cemig explica que “o processo de reforma do glicerol está inserido num contexto mais amplo do que apenas a produção de eletricidade que são as biorefinarias”, onde é possível também a síntese de produtos químicos, inclusive da cadeia do petróleo, trazendo consigo a sustentabilidade de uma química “verde” e com origem renovável.

Nanomagnetos: dados são gravados magneticamente em moléculas

Nanomagnetos: dados são gravados magneticamente em moléculas: Bits moleculares são menores, mais rápidos e consomem menos energia nos processos de leitura e gravação.

Nanomagnetos: dados são gravados magneticamente em moléculas

Nanomagnetos: dados são gravados magneticamente em moléculas: Bits moleculares são menores, mais rápidos e consomem menos energia nos processos de leitura e gravação.

Telescópio tenta capturar luz do Big Bang

Telescópio tenta capturar luz do Big Bang: Um telescópio levado aos limites do espaço por um balão está tentando capturar a luz do momento da criação do Universo.

Projeto de fusão nuclear começa a dar sinais de fissão

Projeto de fusão nuclear começa a dar sinais de fissão: O objetivo das pesquisas em fusão nuclear é replicar na Terra o mecanismo de geração de energia das estrelas, através da fusão de núcleos de hidrogênio.

Fim de uma era: Nokia não irá mais lançar aparelhos com Symbian


É oficial: o Symbian está “morto”! Em um informe financeiro divulgado nesta quinta-feira, a Nokia afirmou que não irá mais lançar aparelhos baseados nesta plataforma. Com isso, o Nokia 808 PureView, dispositivo apresentado em fevereiro de 2012, se tornou o último smartphone da empresa a contar com este sistema.
O Symbian teve um tempo de vida relativamente alto. Seu surgimento se deu em 1998 e, à medida que telefones celulares mais avançados começaram a se popularizar, a plataforma passou a ser mais adotada. O sistema se tornou popular especialmente nas mãos da Nokia, mas só virou exclusividade da empresa em 2008. Até então, era possível encontrá-lo em dispositivos de fabricantes como Sony Ericsson e Samsung.
Por algum tempo, o Symbian foi um dos principais sistemas operacionais para smartphones do mercado, mas começou a perder força depois do surgimento das plataformas iOS (iPhone) e Android, situação que fez a Nokia deixar a liderança do mercado aos poucos e a tomar decisões drásticas para lidar com a sua consequente crise, como demitir funcionários e desativar fábricas.
A “morte” do Symbian já era esperada, principalmente depois que a Nokia fechou uma parceria com a Microsoft para lançar aparelhos baseados no Windows Phone. É nesta plataforma que a companhia concentrará seus esforços a partir da agora. Nesta e no sistema S40, destinado a aparelhos de baixo e médio custo, segmentos que ainda respondem por boa parte da receita da empresa, especialmente em países emergentes.

Inpe reduz margem de erro nas previsões de tempo

A previsão meteorológica do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe) aumentou a margem de acerto. As previsões  para o período de 24 horas estão agora 60% mais precisas. A melhora no índice é conseqüência do novo sistema de assimilação de dados, que ampliou a capacidade de processamento de observações meteorológicas, de dezenas de milhares para milhões. 


O sistema passou a ser utilizado neste mês, após aproximadamente um ano em teste. O aprimoramento na performance do serviço é fruto de uma parceria com instituições e pesquisadores norte-americanos.

Em 2010, o centro do Inpe começou a trabalhar com novas ferramentas, Entre elas o supercomputador para previsão do tempo, batizado de Tupã. A máquina é capaz de realizar 258 trilhões de cálculos por segundo.

O supercomputador, segundo o CPTEC, possibilitou a implantação da nova técnica de assimilação que permite a utilização de dados de satélites, além dos convencionais, em que a coleta de informações usa instrumentos instalados em boias, navios, aviões e estações de superfície terrestre, que permitem a medição de variáveis como vento, temperatura, umidade e pressão atmosférica.

(Agência Gestão CT&I de Notícias com informações do MCTI)

Evento marca 25 anos de empresas juniores no Brasil e 10 anos de Brasil Júnior


A nova diretoria da Brasil Júnior, a Confederação Brasileira de Empresas Juniores, tomou posse ontem (23/1) em evento na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. A ocasião também comemorou os 25 anos de empresas juniores no país e os 10 anos da formação da Brasil Júnior.

Os novos diretores têm como missão disseminar os conceitos de empresa júnior e de empreendedorismo. “Queremos que as pessoas que formamos sejam reconhecidas dentro das empresas e que o universitário veja o empreendedorismo como opção de carreira”, afirmou Marcos Barão, novo presidente da entidade. 

Movimento Empresa Júnior (MEJ) começou em 1967 na França e chegou ao Brasil em 1988, para inserir a vivência empresarial nas universidades a partir de empresas formadas e geridas por alunos. Atualmente, existem centenas de empresas juniores no Brasil, que estão mudando a forma de o estudante de trabalhar e encarar a carreira. 

Ao dar início à cerimônia, o coordenador do Laboratório de Inovação, Empreendedorismo e Sustentabilidade da FGV-SP, Ademar Bueno, observou que naquele salão havia pessoas chegando de todo o Brasil com mala e travesseiro debaixo do braço e vestindo terno. “Essas coisas você só vê em empresa júnior”, disse. Discursos apaixonados de antigos diretores fizeram parte da programação. 

Rogério Cher relembrou o início da primeira empresa júnior do Brasil, da qual fez parte quando estudava na FGV. Para ele, esse começo foi importante para definir um novo rumo na sua carreira. Em 2000, depois de ter concluído um MBA, sentia que o seu trabalho não tinha mais significado e resgatou elementos que eram essenciais para ele como empresário júnior, como vocação, causa, contribuição para a sociedade, relações pessoais e domínio do conhecimento. 

Para Rodrigo Teles, presidente da Fundação Estudar, empreendedorismo é uma atitude que vai além de empresas. A sua inspiração para empreender é o medo do desconhecido. Ele busca sempre novos medos e novos momentos que deem frio na barriga para crescer e não se acomodar em um trabalho. “Tem que fazer, viver, sofrer e saber que vai apanhar e ser resiliente”, disse. 

Crescimento e planos para o MEJ 

Ana Paula Pereira, que até ontem era presidente da Brasil Júnior, apontou os resultados alcançados pelo movimento durante sua gestão, que acrescentou uma linha à sua missão. Além de formar empreendedores comprometidos e capazes de transformar o Brasil, o sonho é, também, formar um Brasil mais empreendedor. Para disseminar esse valor, os 30 gestores da empresa viajaram mais de 50 mil quilômetros e visitaram 19 estados e 104 empresas juniores. 

Nesses dois anos, o número de empresas federadas cresceu de 132 para 212 e 52 já deram início ao processo. Hoje, 14 estados são federados a Brasil Júnior e três já estão em processo para fazer parte da federação em 2013.

Campus Party quer se firmar como garagem da inovação brasileira


São Paulo - Se antes a Campus Party fisgava os participantes com a oferta de banda larga de alta velocidade, agora a edição paulista tenta atrair visitantes apresentando-se como a garagem do Vale do Silício no Brasil.
E para isso, a sexta edição do evento, que começa na próxima segunda-feira (28) e vai até o domingo (03), no Pavilhão de Exposições do Anhembi, irá contar com debates sobre empreendedorismo, concurso de startups, palestras de investidores e hackatons.
O objetivo da organização do evento é estimular o encontro e a inovação durante a semana que os campuseiros permanecem confinados no evento, dormindo em barracas e comendo macarrão instantâneo.

“A Campus Party sempre foi um caldeirão de talentos. Nossa intenção é aproximar as pessoas que possuem boas ideias para que formem equipes e criem produtos”, afirmou a gerente de conteúdo da Campus Party, Carolina de Marchi.
A organização do evento também irá promover uma maratona de negócios. Por meio dela, jovens empreendedores poderão apresentar suas ideias para investidores. No total, a organização espera reunir 500 projetos.
Segundo Carolina, além do empreendedorismo, a educação inovadora e a criação colaborativa devem ser os outros temas dominantes nesta edição da Campus Party.
Destaques internacionais
A principal atração internacional desta edição da #CPBR6 é o empresário americano Nolan Bushnell, que criou a Atari em 1972 e foi apontado pela revista Newsweek como uma das 50 pessoas que mudaram a América.
Nolan também foi a única pessoa a chefiar Steve Jobs, antes dele criar a Apple ao lado de Steve Wozniak. 
Além de Bushnell, os outros destaques internacionais serão o ex-astronauta Buzz Aldrin, membro da expedição Apolo 11 e segundo homem a pisar na Lua, em 1969, ao lado de Neil Armstrong; o diretor executivo da fundação Mozilla, Mark Surman; e a ativista Rainey Reitman, diretora da Electronic Frontier Foundation, organização de defesa dos direitos civis e da liberdade de expressão.
O ex-colunista da INFO, Don Tapscott, autor do livro “Wikinomics - Como a Colaboração em Massa Pode Mudar o seu Negócio”, e o diretor da Universidade da Singularidade, Salim Ismail, completam o quadro de figurões internacionais. (Veja abaixo uma tabela com a data e hora das apresentações).
Anhembi continua como casa 
Assim como na edição anterior, a edição 2013 do evento vai dividir o Anhembi em três espaços: Arena, onde os campuseiros interagem e participam das atividades; Camping, onde ficam instaladas as barracas; e Expo, área gratuita e aberta ao público geral.
Além do palco principal, o evento irá contar com outros 12 espaços para atividades entre áreas temáticas e áreas de oficinas. São elas: Sócrates (Software Livre), Pitágoras (Desenvolvimento e Sistemas Operacionais), Arquimedes (Segurança e redes), Hypatia (Empreendedorismo), Michelangelo (Foto, Design, Vídeo e Música), Gutenberg (Blogs e Mídias Sociais), Galileu (Astronomia, Robótica, Nanotecnologia, Biotecnologia, Modding, Hardware e Eletrônica), Stadium (Games e Simulação), Workshop I, Workshop II, Barcamp e também o Palco Multidisciplinar.
Conexão de 30 Gbps
Para esta edição, a Telefônica Vivo, patrocinadora do evento e responsável pelo fornecimento da conexão, ampliou a capacidade de tráfego de 20 Gbps para 30 Gbps. Uma rede 4G também será ofertada em sistema de testes.
No total, 8 000 campuseiros irão participar do evento – 4 000 ficarão acampados. As inscrições estão encerradas.
Atrações Internacionais - Campus Party 2013 
Quem:Quando:
Buzz Aldrin, astronauta membro da Apollo 11terça-feira (29), às 13h
Rainey Reitman, ativista da Eletronica Frontierquarta-feira (30), às 3h
Nolan Bushnell, fundador da Atariquarta-feira (30), às 19h
Salim Ismail, diretor da Univ. da Singularidadequinta-feira (31), às 13h
Don Tapscott, autor de "Wikinomics"quinta-feira (31), às 19h
Mark Surman, diretor da Mozilla Foundationsexta-feira (01), às 19h

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Brasil é nono em projetos de energia "suja"

Relatório do Greenpeace considerou a exploração do pré-sal no País


O Greenpeace divulgou nesta terça-feira (22/01) o relatório “Point of no Return” – “Caminho sem volta”, em tradução livre – no qual o Brasil aparece em nona colocação, entre os 14 maiores projetos de energia “suja”, que estão em planejamento para as próximas décadas, considerando a emissão de gases do efeito estufa na exploração de combustíveis fósseis.
A presença do Brasil no documento é baseada na exploração do pré-sal na costa brasileira que deverá ser responsável por 330 milhões de toneladas de CO2 por ano até 2020. Enquanto isso, no top 3 listado pela organização, a China aparece na primeira colocação com a expectativa de 1,4 bilhão de toneladas de CO2; seguido da Austrália com 750 milhões, e da Ártico, com 520 milhões de toneladas de CO2.
Aparecem ainda no relatório os Estados Unidos e a Indonésia, pelo aumento das exportações de carvão; Canadá, Iraque, Golfo do México e Cazaquistão, pela exploração de petróleo em areias betuminosas, e a África e o Mar Cáspio, pela produção de gás natural.
De acordo com a organização, em 2011, as energias renováveis ultrapassaram 30% de energia nova produzida globalmente.

Brasil privatizou mal e não aproveitou fluxo de capital estrangeiro

Brasil privatizou mal e não aproveitou fluxo de capital estrangeiro: O país não soube tirar proveito do aumento do fluxo de capital para melhorar ou aumentar sua capacidade produtiva.

Lâmpadas fluorescentes compactas são produtos perigosos, dizem cientistas

Lâmpadas fluorescentes compactas são produtos perigosos, dizem cientistas

Dados são gravados em moléculas de DNA de forma 100% confiável

Dados são gravados em moléculas de DNA de forma 100% confiável: A intenção não é substituir as memórias de computador, mas criar um meio de armazenar os dados digitais a longo prazo.

Robô irá recuperar e reciclar satélites no espaço

Robô irá recuperar e reciclar satélites no espaço: Já foram identificados 140 satélites desativados que são candidatos à reciclagem.

MINING INDABA BUSCA TRANSPARÊNCIA NA MINERAÇÃO


A 19ª edição da Mining Indaba chega com o objetivo de dar mais transparência nas receitas geradas pela indústria mineral, contribuindo para o fim da corrupção no setor. Alguns dos temas discutidos serão os desafios enfrentados por operações locais devido às iniciativas globais criadas, as expectativas das empresas sul-africanas no período 2013-2015 e os benefícios sociais e econômicos da mineração em regiões onde os governos têm pouca força.
A Mining Indaba será realizada na Cidade do Cabo, África do Sul, de 4 a 7 de fevereiro. Estarão presentes no evento Roosevelt Jayjay, ex-ministro de Minas e Energia da Libéria, Xolani Mkhwazani, presidente da BHP Billiton Southern Africa, Huguette Labelle, presidente da Transparency International, além de analistas de mercado, investidores e outros executivos de mineradoras.
23 de janeiro de 2013
Fonte e demais informações: http://www.inthemine.com.br/mineblog/?p=1153

Turquia passa o Brasil no ranking mundial do aço

O Brasil foi superado pela Turquia na produção de aço em 2012, segundo dados da World Steel Association (WSA), entidade que representa as siderúrgicas em 62 países no mundo. Conforme o relatório, a Turquia, que tem se destacado ano a ano no setor, alcançou produção de 35,9 milhões de toneladas de aço bruto, alta de 5,2% em relação a 2011. A siderurgia brasileira fechou o ano passado com queda de 1,5% no volume fabricado, para 34,7 milhões. A China manteve sua posição de líder global, com 716 milhões de toneladas, alta de 3,1% sobre 2011. A produção do país ganhou participação no total do mundo, de 45,4% para 46,3% de um ano para o outro. A produção asiática somou 1,012 bilhão de toneladas, expansão de 2,6% em relação a 2011. O peso da região no cenário mundial da siderurgia cresceu um ponto percentual, para 65,4% - quase dois terços do montante global. A siderurgia japonesa, vice-líder mundial, teve queda de 0,3% e alcançou 107 milhões de toneladas em 2012. A Coreia do Sul subiu 1,2%, com 69,3 milhões de toneladas. Ainda com números preliminares, a produção da Índia cresceu 4,3% e atingiu 76,7 milhões de toneladas, consolidando-se como a quarta maior, atrás dos EUA. No ano passado, a siderurgia americana cresceu 2,5% e atingiu 88,6 milhões de toneladas. O país vem se recuperando gradualmente após a crise de 2008. Já a União Europeia, afetada pela crise, teve recuo de 4,7% na produção, atingindo 169,4 milhões de toneladas. A Alemanha, maior produtor da zona do euro, viu sua indústria retrair 3,7% ante 2011, ao fazer 42,7 milhões de toneladas. A produção mundial de aço bruto cresceu 2,4% em dezembro, na comparação com o mesmo mês de 2011, para 121,3 milhões de toneladas métricas. Frente a novembro, quando a produção global do insumo foi de 121,7 milhões de toneladas, houve ligeira queda, de 0,3%. Com esse desempenho, segundo a WSA, o volume de aço bruto produzido mundialmente ficou em 1,548 bilhão de toneladas em 2012, registrando expansão de 1,2% ante o ano anterior. A taxa de utilização de capacidade das usinas nos países produtores ficou em 73,2% em dezembro (ante os 76,1% de novembro). A taxa média no ano foi de 78,8%, abaixo dos 80,7% de 2011. Por Ivo Ribeiro e Stella Fontes/ Valor Econômico.

Corte na conta de luz será de até 32% para a indústria

O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) Romeu Rufino informou nesta quarta-feira (23) que o barateamento da conta de luz, que começa a valer em 5 de fevereiro, vai ser de 18% para residências e comércio e de até 32% para grandes indústrias. Esses índices são maiores que os previstos anteriormente pelo governo. Em setembro, quando anunciou o plano para redução da tarifa de energia, a presidente Dilma Rousseff informou que o corte seria, em média, de 16% para residências e comércio e de até 28% para a indústria. Os novos valores vão ser anunciados oficialmente pela presidente durante pronunciamento que está previsto para ir ao ar na noite desta quarta-feira. Rufino confirmou que o corte maior será bancado com recursos do Tesouro, mas não soube dizer, porém, de quanto será o aporte. A previsão inicial era de que o Tesouro aplicasse R$ 3,3 bilhões para que o governo pudesse colocar em prática o barateamento na conta de luz. Com os novos índices, esse valor vai ser maior. O plano de barateamento da energia é uma das principais bandeiras do governo Dilma. Com a medida, o governo espera reduzir os custos das empresas brasileiras, que ganham mais competitividade num momento em que a crise econômica internacional se agrava. Sanção da lei No dia 14 de janeiro foi publicada a sanção, pela presidente Dilma Rousseff, da lei 12.783, que renova concessões do setor de energia e permite o barateamento da conta de luz dos brasileiros. Na época, cálculos do governo federal apontavam que as medidas previstas na lei levariam a uma redução média de 20,2% na tarifa de energia a partir de fevereiro (16% para residências e até 28% para a indústria). A lei permite ao governo prorrogar, por até 30 anos, concessões de geração (usinas hidrelétricas e térmicas), transmissão e distribuição de energia que vencem entre 2015 e 2017. Em troca, esses concessionários tiveram que aceitar receber, já a partir de 2013, uma remuneração até 70% inferior pelo serviço prestado. Uma parte da redução na conta de luz vem através dessa medida. A outra vem da eliminação, da conta de luz, de dois dos encargos setoriais incidentes: a Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) e a Reserva Geral de Reversão (RGR). Já a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) será reduzida a 25% de seu valor atual, e assume o custeio de programas contidos nos outros dois. A energia produzida pelas usinas cujas concessões estão sendo prorrogadas, mais barata por conta do corte na remuneração desses agentes, será transformada em cotas e repartida entre todas as distribuidoras do país. Dessa maneira, segundo o plano do governo, o barateamento na conta de luz vai poder chegar a todos os brasileiros. Termelétricas Com a baixa dos reservatórios das usinas hidrelétricas entre o final de 2012 e início deste ano, o país foi obrigado a recorrer às usinas termelétricas para garantir o abastecimento energético do país. O uso dessa energia, mais cara, pode se refletir em alta nas contas de luz, revertendo parte do corte anunciado pela presidente. Essa alta, se houver, chegará aos consumidores após a revisão anual das tarifas de energia elétrica, que começa a ser feita em fevereiro e segue ao longo do ano. O percentual de reajuste é calculado separadamente para cada distribuidora. No início do mês, o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema, Hermes Chipp, admitiu que o uso da energia produzida pelas usinas termelétricas pode gerar aumento nas contas de luz. Segundo ele, porém, se neste ano a conta com a geração termelétrica for muito alta, o governo pode encontrar uma maneira de os consumidores não pagarem sozinhos. Como é feita a conta A cobrança pelo uso das termelétricas é feita na tarifa por meio dos Encargos de Serviços do Sistema (ESS), que cobrem os custos com a manutenção da confiabilidade e da estabilidade do sistema elétrico. O valor adicional com a ligação das térmicas é dividido entre todos os consumidores e quem faz a conta é a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Essa conta acontece em duas etapas. Todos os anos, quando a Aneel calcula o reajuste das 63 distribuidoras de energia elétrica do país, inclui no cálculo estimativas de despesas que essas concessionárias vão ter nos próximos 12 meses com algumas ações, entre elas o pagamento da energia gerada pelas térmicas. Na etapa seguinte, a agência verifica se esse gasto foi maior ou menor que o previsto no ano anterior. Se foi menor, a distribuidora teve adiantamento de receita e precisa compensar os consumidores, por meio de desconto nas tarifas. Se as despesas da concessionária foram superiores ao estimado, ela é que é ressarcida pelos consumidores. Portanto, a partir de fevereiro, quando a Aneel começa a calcular os reajustes das distribuidoras, o gasto adicional do sistema com as termelétricas nos últimos meses, estimado em cerca de R$ 700 milhões ao mês, vai ser levado em consideração na hora de determinar o reajuste da conta de luz. Por Fábio Amato/ G1

Proposta isenta de IPI compra de veículos por instituições sem fins lucrativos


Instituições de assistência social sem fins lucrativos, como as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs), poderão ficar isentas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a aquisição de veículos de passageiros, de uso misto ou ambulâncias. A isenção está prevista no Projeto de Lei 4558/12, do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC).
Pelo texto, o benefício só valerá para aquisições em quantidade igual ou inferior à frota verificada pelas instituições na data da publicação da nova lei.
A proposta também assegura a manutenção do crédito do IPI relativo às matérias-primas, aos produtos intermediários e ao material de embalagem efetivamente utilizados na industrialização dos veículos.
Tramitação 
A proposta, que irá a Plenário, foi apensada ao PL 7699/06 e será analisada por Comissão Especial sobre o tema. 

Íntegra da proposta:

Reportagem – Murilo Souza 
Edição – Marcelo Westphalem

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União poderá ser obrigada a divulgar na internet receitas e gastos com concursos


A Câmara analisa proposta que obriga os órgãos e entidades da União a divulgar demonstrativo contábil de receitas e despesas em concursos públicos. A medida está prevista no Projeto de Lei 4528/12, do deputado Júlio Campos (DEM-MT).
Pela proposta, a divulgação deverá ser feita pela internet. Um regulamento do Executivo deverá determinar qual o prazo para publicação desses dados e por quanto tempo eles estarão disponíveis ao público.
“Apesar dos expressivos montantes de recursos envolvidos, os órgãos e entidades da administração pública não costumam divulgar demonstrativos que comprovem a efetiva aplicação da receita decorrente do pagamento das taxas de inscrição. Essas informações são de evidente interesse geral”, argumentou Campos.
Pena
De acordo com o PL 4528/12, a autoridade responsável pelo órgão ou pela entidade que descumprir a nova regra estará sujeita a penas previstas nos casos de improbidade administrativa (Lei 8429/92), como perda da função pública e suspensão dos direitos políticos.

Tramitação
O projeto, que foi apensando ao PL 3641/08, tramita em caráter conclusivo e passa pela análise das comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Carolina Pompeu 
Edição – Marcelo Westphalem

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Produção de energia no País é tema de programa


'Assembleia Debate', da TV Assembleia, será exibido nesta quarta (23), com reprises ao longo da semana.


O sistema brasileiro de geração de energia é tema do programa Assembleia Debate desta quarta-feira (23/1/13), às 21 horas. A atração, exibida pela TV Assembleia, recebe especialistas que abordam o modelo adotado no país, baseado majoritariamente em hidrelétricas, e avaliam a possibilidade de aumentar a participação da geração de energia em termelétricas, usinas nucleares e por fontes alternativas, como ventos e o sol.
Os convidados são o integrante do Comitê do Conselho de Energia da Fiemg, José Luiz Nobre Ribeiro; o coordenador do Centro de Pesquisas Hidráulicas e de Recursos Hídricos da UFMG, Carlos Martinez; a professora do departamento de Engenharia Elétrica da UFMG, Wadaed Uturbey; e a coordenadora do Centro de Pesquisa em Eficiência Energética Cefet/Cemig, Patrícia Romeiro da Silva Jota.
Reprises – O Assembleia Debate será reapresentado nesta quinta-feira (24), ao meio-dia; no sábado (26), às 22h30; no domingo (27), às 13 horas; e na segunda (28), às 23 horas.
Em Belo Horizonte, a TV Assembleia é transmitida pelo canal 11 da TV a cabo e pelos canais abertos 35 (UHF) e 61.2 (digital).

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

XV CECEMM


CECEMM é o Congresso de Estudantes de Ciência e Engenharia de Materiais do Mercosul, um evento anual que existe desde 1999, e envolve centenas de estudantes e profissionais da área de Ciência dos Materiais que tem como objetivo principal a troca de experiências e a integração das universidades de todo o Mercosul.

Fonte e demais informações: http://xvcecemm.com/

Temporada de calor aumenta risco de sobrecarga na rede elétrica

Usar benjamins e filtros de linha constantemente dobra a possibilidade de riscos. A sobrecarga na tomada pode provocar um curto circuito e incêndios.

Fonte, vídeo e demais informações: http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-nacional/t/edicoes/v/temporada-de-calor-aumenta-risco-de-sobrecarga-na-rede-eletrica/2361464/

Códigos para celular são instalados em calçadas do Rio de Janeiro

Ideia já é presente em monumentos de Portugal. Código que pode ser lido por celulares e tablets dá informações sobre lugar. Antes de fazer a leitura do código, é importante baixar o aplicativo no celular, que é de graça.

Fonte, vídeo e demais informações: http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-da-globo/t/edicoes/v/codigos-para-celular-sao-instalados-em-calcadas-do-rio-de-janeiro/2361695/

Conheça sobre perfil ideal de um empreendedor


Entrevista no estúdio com a analista técnica do Sebrae-MG Beatriz de Carvalho.

Fonte, vídeo e demais informações: http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-minas/t/edicoes/v/conheca-sobre-perfil-ideal-de-um-empreendedor/2361882/