Pesquisar

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Segurança nas redes sociais



Fonte e demais informações: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/seguranca-nas-redes-sociais#|0|0|1|99

Livros digitais: Saiba como comprá-los



Fonte e demais informações: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/central_de_videos/livros-digitais-saiba-como-compra-los#|0|0|1|99

Brasil permanece entre dez mais em energia limpa

Estudo da Ernst & Young analisa o potencial de 40 países para fontes renováveis como a eólica, solar e biomassa


Um relatório da consultoria internacional Ernst & Young que avalia os investimentos e adequação tecnológica para inserção de fontes de energia limpa, como a solar e a eólica, coloca o Brasil como o décimo país nessa área. O estudo estipula índices para medir o potencial de 40 países no setor, sendo que China permance à frente, seguida pela Alemanha e o Estados Unidos.
Atualizado trimestralmente, o “Renewable Energy Country Attractiveness Index", de novembro de 2012, trouxe o Brasil mais uma vez na mesma posição, em relação ao relatório anterior. “As atuais condições globais macro-econômicas estão reforçando o papel dos mercados emergentes no futuro energético global”, analisou Gil Forer, Líder Global da Ernst & Young Cleantech.
O executivo acrescenta que as tecnologias têm apresentado custo cada vez mais competitivo, fazendo com que a importância dos subsídios governamentais diminua ao longo dos próximos anos, criando uma plataforma de crescimento sustetável tanto para os mercados desenvolvidos, quanto para os emergentes e a indústria do setor. O documento também identificou um considerável fluxo de investimentos chineses em mercado como a África e a América do Sul.
Segundo o estudo, países latino-americanos, especialmente o Brasil buscam oferecer incentivos para desenvolver esta indústria, como por exemplo, a aprovação por aqui, da regulamentação para o autogeração de energia pelos pequenos consumidores residenciais e comerciais, que poderão inclusive, injetar energia na rede, recebendo créditos por isso. No entanto o relatório cita que o governo brasileiro “não prevê a inclusão da fonte solar nos leilões no curto prazo”.
Para a Ernst, como no Brasil, outros países da região também tem focado o desenvolvimento do mercado de energia eólica, atraindo o investimento privado para o setor. “O esforço, aliada a uma certa estagnação em mercados tradicionais, levou fabricantes à reforçarem seu ollhar para a região em busca de oportunidades”. A consultoria calcula um crescimento de 33% das fontes altrenativas, até 2016, além de ressaltar que o aumento da concorrência tem deixado preços nos leilões abaixo dos US$ 70 MWh, mais baixos ainda nos mercados brasileiro, uruguaio e peruano.
Por outro lado, o levantamento coloca que a sinalização da forte concorrência, desperta um alerta em relação à lucratividade dos projetos, pelos níveis mais baixos de tarifa, o que cria menos espaço para erros e atrasos nos empreendimentos. O cenário reforça uma tendência dos investidores buscarem mais oportunidades no mercado livre, por conta dos preços reduzidos no ambiente regulado.
“No Brasil, um grande número de produtores independentes anunciaram a intenção em explorar negócios fora dos leilões, apostando no fornecimento de energia para os grandes consumidores coporativos”, esclarece o estudo.
LíderesNa liderança mundial, a Alemanha ultrapassou os Estados Unidos no último trimestre, ficando em segundo lugar, pois o governo alemão aumentou recentemente a meta do país para que a energia renovável seja responsável por 40% da matriz até 2020. O objetivo tem reforçado a implantação de medidas políticas para estimular o crescimento sustentável, refletindo em mudanças imediatas em torno de subsídios possíveis para fontes de energia como eólica, solar e biomassa.
Já nos EUA a incerteza sobre o longo prazo, combinada à preocupações sobre a continuidade dos incentivos e a disponibilidade de preços do gás natural, poderiam abrandar o crescimento do setor no curto e médio prazo, especialmente no setor eólico. No entanto quando se olha para o longo prazo, com o resultado as eleições norte-americanas pode-se esperar impulso das tecnologia limpas. Vale lembrar que o aumento das fontes de energia limpa foi uma forte bandeira do presidente eleito Barack Obama.
Globalmente, os investimento em energia limpa caíram 5% no terceiro trimestre, para US$ 56.6 bilhões, tendo os investidores sido influenciados pelo ceticismo sobre compromissos políticos com as energias renováveis e a redução contínua dos custos das tecnologias solar e eólica com impacto sobre os investimentos.

Físicos afirmam não haver mais partículas a descobrir

Físicos afirmam não haver mais partículas a descobrir

Bobinas foram finalmente miniaturizadas

Bobinas foram finalmente miniaturizadas: Abra qualquer aparelho eletrônico e você verá que as bobinas continuam lá, enormes, como se continuassem vivendo no tempo das válvulas.

Estrelas revelam o segredo da juventude

Estrelas revelam o segredo da juventude: Aglomerados estelares são formações muito antigas, mas alguns parecem ser especialmente jovens de espírito.

Brasileiros aumentam sensibilidade de narizes eletrônicos e sensores de gases

Brasileiros aumentam sensibilidade de narizes eletrônicos e sensores de gases: Uma parceria entre Unesp e o MIT está rendendo os primeiros frutos.

Bolas de som criam ambiente acústico 3D

Bolas de som criam ambiente acústico 3D: Você pode se mover pelo ambiente que as bolas de som o acompanham, mantendo a sensação acústica 3D.

Por que a economia do Brasil não decola?

Por que a economia do Brasil não decola?: Até 2011, a imprensa e mercados internacionais pareciam tomados por um grande entusiasmo em relação ao crescimento brasileiro. Agora tudo mudou.

Internet física pode aumentar eficiência da economia

Internet física pode aumentar eficiência da economia: Na internet física, as mercadorias são manuseadas, armazenadas e transportadas em uma rede compartilhada de fabricantes, transportadoras e varejistas.

Gotas robóticas querem virar líquido pensante

Gotas robóticas querem virar líquido pensante: Virtualmente não há limites para o que pode ser feito usando esses sistemas de inteligência distribuída.

ESTÁGIO ENGENHARIA QUÍMICA/MATERIAIS/MECÂNICA- SAO JOSE DOS CAMPOS | Emprega São José| Vagas de Empregos São José Campos e Vale do Paraiba

ESTÁGIO ENGENHARIA QUÍMICA/MATERIAIS/MECÂNICA- SAO JOSE DOS CAMPOS | Emprega São José| Vagas de Empregos São José Campos e Vale do Paraiba

Autonomia e controle; online e offline


Uma dualidade clássica acompanha pensamentos e práticas educativas: se a escola indubitavelmente almeja a construção de autonomia no estudante, porque costuma exercer controle no seu dia a dia. Ora, a escola é um espaço de muito mais restrições que liberdades – seja na vida acadêmica ou pessoal do estudante.
Esta é uma questão que ultrapassa os limites e percepções entre progressistas e conservadores, esquerdistas ou liberais; se arraiga na estrutura mínima do “educar” e paira como uma grande esfinge sobre diretores de escola e gestores de políticas.
As recentes experiências que levaram a comunicação e a arte para dentro do ambiente escolar esbarram na dicotomia diariamente. O diretor deve ou não ler jornal criado pelos alunos antes de ser publicado? E a peça de teatro do grupo artístico, passa por algum crivo? Até onde o professor deve acompanhar um estudante de ensino fundamental, por exemplo,  na elaboração de um trabalho fora dos muros da instituição, ou mesmo estimular que os pais o façam? Criatividade tem limites?
Hoje, essa delicada e imbricada situação esbarra também na ampliação do espaço e tempo escolares: a internet. Autonomia e controle devem ser consideradas hoje num mundo físico (offline) e também virtual (online). Quem imagina o segundo como um espaço mais livre, pode estar enganado.
Segundo o jornal The New York Times, os professores particulares ganharam recentemente uma nova tarefa pela qual têm sido muito bem remunerados: acompanhar o cotidiano de seus estudantes, e auxiliá-los, quando estes mudam de cidade para estudar. Os “tutores”, na tradução livre desse tipo de profissional, assumem agora o sentido pleno de seu ofício. Por trás disso, há pais preocupados e escolas ávidas por organização na vida dos estudantes em novas cidades: um exemplo vivo de controle no mundo real.
No mundo virtual não tem sido muito diferente. Colleges gastaram milhões de dólares em 2012 em serviços como o Brand Youself (brandyourself.com) que funcionam como uma espécie de queima de arquivo virtual: o site apaga imagens comprometedoras de estudantes (festas, brincadeiras, bebidas ou cigarro), bem como prioriza as melhores informações no topo da busca do Google. Um gasto que garante melhores empregos aos egressos,  prova de forma cabal como a vida dos jovens é controlada no ciberespaço pelas próprias instituições de ensino.
Por outro lado, usando como exemplo o Brasil, sites como o Descomplica (de aulas em vídeo) são cada vez mais reconhecidos como ferramentas online válidas e eficientes pelas instituições de ensino – cena inimaginável há alguns anos.  Os games seguem pelo caminho de passarem de bandidos a mocinhos em uma educação que parece valorizar cada mais a autonomia do aluno em aprender na internet paralelamente à sala de aula. O livro didático vai lentamente deixando de ser fonte única sob a ótica da escola.
Longe de um consenso ou mesmo de uma solução, o quanto de autonomia o estudante irá adquirir “oficialmente” pela escola que frequenta irá direcionar investidores para o campo da educação online e fazer essa fatia crescer como grande parceira do aprendizado nos próximos anos.
O próprio Descomplica acabou de receber um investimento significativo para subir de 2 mil para 10  mil aulas para que estudantes – encorajados na sua independência -, aprendam na internet. 

* ALEXANDRE LE VOCI SAYAD É JORNALISTA E EDUCADOR. DESENVOLVE PROJETOS INTERDISCIPLINARES COMO FOCO EM EDUCAÇÃO PARA ESCOLAS, GOVERNOS E EMPRESAS. é AUTOR DO LIVRO IDADE MÍDIA: A COMUNICAÇÃO REINVENTADA NA ESCOLA, PUBLICADO PELA EDITORA ALEPH.



Comissão aprovou verba adicional para escola que construir laboratório


Projeto ainda será votado por outras duas comissões, antes de seguir para o Senado.
A Comissão de Educação e Cultura aprovou, no último mês de novembro, proposta que aumenta as verbas repassadas para as escolas públicas de ensino médio e fundamental que decidirem construir ou reformar laboratórios de ciências. A medida está prevista no Projeto de Lei 1777/11, do deputado Missionário José Olimpio (PP-SP).
Pela proposta, as instituições que destinarem parcela dos recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) para a instalação e a melhoria de laboratórios de ciências receberão assistência financeira adicional. O valor desse adicional será divulgado anualmente pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), juntamente com as normas e os critérios a serem respeitados pelas escolas que queiram pleitear o benefício.
Ensino técnico
A proposta aprovada pela Comissão de Educação acaba com a possibilidade de recebimento do adicional nos casos de construção de laboratórios para ensino técnico, o que estava previsto no texto original do projeto. A relatora, deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), explicou que os valores repassados às escolas de ensino técnico já são maiores, tendo em vista as necessidades específicas dessa etapa de ensino.

“Além disso, a lei que instituiu o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego [Pronatec – Lei 12.513/11] pode e deve cumprir a função de colaborar para a melhoria da infraestrutura da educação profissional. Essa será uma importante fonte de recursos para esses investimentos em infraestrutura para a educação profissional e tecnológica”, argumentou a relatora.
Tramitação
A proposta, que tramita de forma conclusiva, será analisada ainda pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Carolina Pompeu 
Edição – Pierre Triboli

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

Trabalho aprova obrigatoriedade de divulgação de editais de concursos em braile


A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público aprovou, no último mês de novembro, proposta que obriga os órgãos e entidades da administração federal, direta e indireta, a divulgar os editais de concursos públicos em braile (sistema de leitura com o tato para deficientes visuais). Pela proposta, a obrigação também valerá para a divulgação dos gabaritos das provas. A medida está prevista no Projeto de Lei 5326/09, do deputado Geraldo Resende (PMDB-MS).
A proposta aprovada na Comissão de Trabalho restringe a obrigatoriedade dos editais e gabaritos em braile aos concursos para cargos compatíveis com a deficiência visual, o que não estava previsto no texto original. “De fato, considerando os elevados custos para a reprodução de textos pelo sistema de escrita em relevo anagliptografia [escrita em relevo para leitura em braile], entendo que a exigência não se justifica nos certames para provimento de cargo ou emprego cujas atribuições tornem o exercício incompatível para pessoas com deficiência visual”, argumentou o relator, deputado Mauro Nazif (PSB-RO).
Tramitação
A proposta, que tramita de forma conclusiva, já foi aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família. Ela será analisada ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Carolina Pompeu
Edição – Marcelo Westphalem

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias

Comissão aprova tarifa menor para autoprodutor de energia elétrica

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou na quarta-feira (19) projeto que garante desconto de 50% nas tarifas de uso dos sistemas elétricos de transmissão e geração para quem produz a própria energia. Atualmente, os pequenos comercializadores (entre 1 mil e 30 mil quilowatts) já têm direito ao benefício.

Segundo o relator da proposta, deputado Marcio Reinaldo Moreira (PP-MG), devido à complexidade do sistema elétrico do País, há dúvida quanto à validade do benefício para quem gera a energia que consome.
O deputado explicou que, no modelo vigente, nem sempre o comercializador gera efetivamente energia. “O que é vendido é apenas a garantia ou disponibilidade física da energia, e não a própria energia”, esclareceu.
Alterações
O texto aprovado é um substitutivo do relator ao Projeto de Lei 4404/08. O texto original, de autoria do Senado, trazia outras modificações à Lei 9.427/96, que disciplina o regime das concessões de serviços públicos de energia.

O projeto inicial prevê a ampliação do limite máximo para que a geração seja feita em regime de autorização, e não de concessão, de 30 mil para 50 mil kW. No entanto, o relator esclareceu que essa alteração já foi promovida por lei de 2009, posterior à apresentação da proposta.
Ainda conforme o texto do Senado, os pequenos produtores seriam autorizados a comercializar diretamente com consumidores cuja carga seja maior ou igual a 500 kW. A mudança também já foi promovida por lei aprovada após a apresentação do projeto.
Rejeição
Outro ponto do texto original aumentava o limite máximo de produção, de 30 mil para 50 mil kW, para que o pequeno gerador tenha desconto de tarifa. Reinaldo Moreira rejeitou a mudança. Segundo ele, aumentar o número de beneficiários da redução tarifária elevaria o custo para os geradores que não têm desconto e, consequentemente, o custo médio da produção de energia.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será votado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. A proposta já foi aprovada anteriormente pela Comissão de Minas e Energia.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Maria Neves 
Edição – Pierre Triboli

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

Lojas ensinam clientes a utilizar aparelhos eletrônicos

Apesar do maior número de pessoas comprando aparelhos eletrônicos, muita gente não consegue ou não sabe usar. Algumas lojas já têm um serviço de atendimento para socorrer o consumidor em geral.

Fonte, vídeo e demais informações: http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-hoje/t/edicoes/v/lojas-ensinam-clientes-a-utilizar-aparelhos-eletronicos/2313392/

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Governo fará ponte entre pesquisador do Ciência Sem Fronteiras e empresas


JOÃO VILLAVERDE / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
O governo federal passará a intermediar, a partir de 2013, o contato dos estudantes brasileiros com bolsas em universidades estrangeiras pagas por meio do programa Ciência Sem Fronteiras com empresas que têm planta no País. A ideia do governo Dilma Rousseff é direcionar os alunos que começam a retornar ao Brasil para trabalhar como pesquisadores nessas companhias.
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) já tem uma estrutura pronta, em São Paulo, para receber os estudantes que foram fazer cursos de graduação e doutorado no exterior e vão voltar ao Brasil. O objetivo é aproximar os pesquisadores das empresas, de forma a levá-los para o "canteiro de obras".
A primeira leva de estudantes "intermediados" pelo governo federal voltará no início do ano que vem ao País e já tem emprego garantido. Dez alunos de Engenharia que foram para os Estados Unidos concluir doutorado em 2012 serão contratados pela General Electric (GE) no Brasil. O presidente da GE já comunicou oficialmente o governo federal das contratações.
"Não existe país que tenha se desenvolvido sem uma classe forte de engenheiros, e isso nós não temos aqui no Brasil. Precisamos direcionar esses estudantes para as empresas no País", disse ao Estado o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antônio Raupp, responsável pela iniciativa. O CNPq é vinculado ao ministério.
Segundo o ministro, o governo federal está fazendo um "enorme esforço" para fixar no Brasil os estudantes de ciências médicas, biológicas e naturais. Para Raupp, o programa Ciência Sem Fronteiras, lançado em 2011, "pode ajudar a dar uma visão internacional para os pesquisadores brasileiros, algo importante para um País que viveu décadas fechado", disse.
Para João Saboia, professor de economia da UFRJ e especialista em mercado de trabalho, o plano do governo é interessante, uma vez que aumentará a qualificação dos trabalhadores no País. "É um desafio dirigir o estudante que volta do exterior para o mercado de trabalho. Seria uma pena perdermos essa força de trabalho qualificada, especialmente em um momento em que as empresas estão demandando muito, oferecendo bons salários", disse Saboia.
Para o especialista da UFRJ, o grande desafio do governo será direcionar um contingente tão grande de estudantes para o mercado. A meta do Ciência Sem Fronteiras é conceder entre 2011 e 2014 bolsas de estudos no exterior de até três anos para 101 mil estudantes de graduação, mestrado e doutorado, em áreas consideradas estratégicas.
Bolsas de produtividade. Outra perna do programa de intermediação prevê a concessão de bolsas de produtividade, de R$ 50 mil por aluno, para que ele desenvolva pesquisas em áreas de interesse do governo. Os projetos terão prazo de três anos, a partir de 2013, e devem ser desenvolvidos em conjunto com uma empresa ou consórcio privado voltado para setores de petróleo e gás, energia elétrica e ciências biológicas, entre outros.
Denominado Ciência Inovadora Brasil, o programa também dará ao pesquisador uma bolsa de iniciação científica para ele oferecê-la a um estudante de graduação e duas bolsas de iniciação científica júnior para alunos do ensino médio da região onde o projeto será realizado. O governo quer incentivar a "regionalização" da pesquisa científica.
Outra iniciativa do programa será colocar à disposição, por meio do CNPq e da Capes, 6 mil bolsas para pesquisadores (3 mil para pesquisadores com mestrado concluído e 3 mil para doutores) para projetos de pesquisa feitos em parceria com empresas. Para ter acesso a uma dessas bolsas, o pesquisador deve apresentar um projeto inovador para a companhia, que, por seu lado, deve ceder um "co-orientador" para a pesquisa a ser desenvolvida.
Fonte e demais informações: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,governo-fara-ponte-entre-pesquisador-do-ciencia-sem-fronteiras-e-empresas-,977661,0.htm

Cópia de segurança pode evitar perda de dados de telefone celular

O especialista diz que o backup das informações do celular deve ser feita pelos menos uma vez por mês ou até diariamente para quem guarda muitas informações no aparelho.

Fonte, vídeo e demais informações: http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-nacional/t/edicoes/v/copia-de-seguranca-pode-evitar-perda-de-dados-de-telefone-celular/2312408/

Queda no uso de ônibus aumenta trânsito e encarece passagens

Em abril de 1995, a média era de 2,59 passageiros por quilômetro em nove capitais. Em outubro de 2011, caiu para 1,63 passageiros, 37% a menos. Um indicativo da eficiência do transporte público é a velocidade dos ônibus.

Fonte, vídeo e demais informações: http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-da-globo/t/edicoes/v/queda-no-uso-de-onibus-aumenta-transito-e-encarece-passagens/2308120/

Aplicativos para tablets estão cada vez mais variados e cheios de funções


O Brasil é o maior desenvolvedor na América Latina. Muitas empresas funcionam em Belo Horizonte.

Tecnologia ajuda a resolver a falta de vagas no corre-corre das compras de fim de ano

Faltam vagas para parar o veículos. O setor de estacionamento virou um negócio lucrativo e está em plena expansão. Estacionar em São Paulo está 26% mais caro do que um ano atrás.

Fonte, vídeo e demais informações: http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-brasil/t/edicoes/v/tecnologia-ajuda-a-resolver-a-falta-de-vagas-no-corre-corre-das-compras-de-fim-de-ano/2309810/

China inaugura a maior linha de trem-bala do mundo

Os trens atingem 300 Km/h e a linha tem 2.298 quilômetros. A inauguração da maior linha de trem-bala do mundo foi realizada nesta quarta-feira (26).

Fonte, vídeo e demais informações: http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-brasil/t/edicoes/v/china-inaugura-a-maior-linha-de-trem-bala-do-mundo/2312751/

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

A ABMS apoiará a 38ª conferência anual do DFI


A 38th Annual Conference on Deep Foundations, realizada pelo DFI (Deep Foundations Institute), já tem sua data marcada em 2013. O encontro será realizado entre 25 e 28 de setembro, na cidade de Phoenix, no estado norte-americano do Arizona.
A convite do DFI, a ABMS apoiará a Conferência de 2013, continuando o relacionamento com a entidade. “Teremos prazer em apoiar o DFI na próxima Conferência Anual sobre Fundações Profundas”, conclui Arsenio Negro, presidente da ABMS.

A 38th Annual Conference terá uma ampla gama de temas para a edição de 2013, que estão listados abaixo:
- Deep Foundations for Telecommunication and Energy Industry;
- Deep Foundation Design, Construction, Performance and  Behavior in Special Soil/Rock conditions (e.g. expansive soils, collapsible soils, sand-gravel-cobble soils, cemented calcareous formations);
- Seismic Design Considerations for Deep Foundations;
- Impacts/Implications of LRFD Design Procedures on Deep Foundation Industry;
- Design and Construction State-of-the-Art Practices for Deep Foundations and Retaining Structures;
- Lessons Learned and Solutions for Challenging Projects;
- Deep Foundation Design Optimization and Value Engineering

REATIVA NA REDE - ENERGIAS RENOVÁVEIS: Preço de eólica é alvo de polêmica no setor

REATIVA NA REDE - ENERGIAS RENOVÁVEIS: Preço de eólica é alvo de polêmica no setor: O leilão de energia realizado na sexta-feira provocou uma racha no setor eólico. O pivô da polêmica foi a Bioenergy, do empresário Sergio M...

Concreto biológico cria fachadas verdes naturalmente

Concreto biológico cria fachadas verdes naturalmente: Pesquisadores criaram um concreto biológico do qual crescem líquens e musgos naturalmente depois que a construção fica pronta.

Fio de metal líquido estica oito vezes sem perder condutividade

Fio de metal líquido estica oito vezes sem perder condutividade: O material pode ser esticado até oito vezes o seu tamanho original, sem perder a capacidade de conduzir eletricidade.

Matéria quântica usa átomos artificiais para criar cristais indecisos

Matéria quântica usa átomos artificiais para criar cristais indecisos: Átomos artificiais mostram fenômenos muito estranhos, que surgem quando a matéria é manipulada em estados especiais.

POTENCIAL MINERAL NOS MARES


A Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) está finalizado um relatório sobre o potencial mineral de uma área de 3 mil km² localizada em águas internacionais do Atlântico, em uma região conhecida como Alto do Rio Grande - situada a mais de 1.500 km da costa brasileira. Os pesquisadores encontraram indícios de ferro, manganês e cobalto. Os recursos para continuação do projeto estão no orçamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na ordem de R$ 90 milhões previstos para os próximos anos.
Enquanto isso, no fundo do oceano… 

A equipe de pesquisadores da CPRM acaba de realizar o primeiro mapeamento do que se encontra sob a água do mar de Fernando de Noronha, a 545 km de Recife. A expedição, realizada em novembro coletou amostras de rochas e sedimentos à profundidade de até 50 m. Como incluiu áreas inseridas em unidades de conservação federais, a companhia solicitou licença do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para realizar a expedição na região. Um dos cuidados adotados para manter o equilíbrio ecológico da ilha, foi o uso de uma câmara acoplada ao casco da embarcação para orientar a ancoragem.

O estudo faz parte do Programa de Geologia Marinha, que visa avaliar o potencial mineral e científico da Plataforma Continental Jurídica Brasileira. Para o trabalho, foi adquirido um martelo inercial para coleta de material mais resistente, como as magmáticas e sedimentares.
Antes do trabalho de coleta, a equipe do CPRM realizou no início do ano mapeamento do fundo do mar a partir de uma aeronave. A tecnologia, chamada Shoals-1000T, utiliza dois feixes de laser, um verde e um infravermelho. O primeiro registra o relevo e o segundo calcula a lâmina-d’água.

MbAC ABRE VAGAS PARA PROJETO EM TOCANTINS


A MbAC Fertilizantes está atrás de profissionais qualificados para seu projeto Itafós Arraias SSP, localizado em Arraias (TO), a cerca de 400 km da capital Palmas. No total, são 213 vagas abertas para pessoas com grau de escolaridade variando entre o Ensino Médio, o Técnico e com graduação completa. As maiores oportunidades estão abertas para a área de manutenção, com 91 vagas, e na planta de fertilizantes, com 52.
“Nosso compromisso e nossa prioridade se concentram em contratar mão de obra local. Com as oportunidades oferecidas, colaboramos com o desenvolvimento socioeconômico da região”, afirma Ana Paula Rodrigues, gerente de Recursos Humanos da MbAC Fertilizantes. A empresa oferecerá benefícios, como plano de saúde, seguro de vida, alimentação local, programas de educação e treinamento, entre outros.
MbAC Fertilizantes_Projeto Itafós Arraias SSP 
Visão panorâmica do projeto Itafós Arraias SSP
Trata-se de um projeto voltado para um desenvolvimento maior da mineração na região, incluindo uma nova mina, a instalação de um moinho, uma usina de ácido sulfúrico, uma fábrica de SSP e uma planta de granulação. O concentrado de fosfato gerado deve produzir cerca de 550 ktpa do SSP.
Os interessados podem cadastrar o currículo no Centro de Referência da empresa, localizado na Praça Doutor João de Abreu, 23, em Arraias (TO). Pela Internet, o envio pode ser feito para o email recrutamento@mbacfert.com ou pelo sitewww.vagas.com.br/mbac. Para mais informações, ligue para 0800 648 1621.
20 de dezembro de 2012
Fonte e demais informações: http://www.inthemine.com.br/mineblog/?p=1141

Governo federal prepara programa para incentivo à inovação


Uma ação envolvendo diversas entidades do governo federal deverá injetar um grande volume de recursos de incentivo à inovação no país. De acordo com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, o projeto que está sendo finalizado “chegará a valores impensáveis”.

Os recursos serão disponibilizados para as operações de crédito. Estão envolvidos, além do MCTI, Finep, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “O processo vai promover no Brasil uma mudança de patamar”, afirmou Raupp. As declarações foram dadas durante a cerimônia do Prêmio Finep de Inovação 2012, realizada ontem (19), em Brasília (DF). 

Segundo o presidente da Finep, Glauco Arbix, o programa é do tamanho que o Brasil precisa. Ele espera que o plano combine a boa alocação dos recursos com a descentralização da atuação da financiadora. “Que esse projeto seja capaz de integrar os instrumentos que construímos ao longo desses anos, como o crédito, a subvenção, os programas cooperativos entre universidades e empresas, o investimento de capital semente, venture capital e empresas nascentes”, disse Arbix.

Também presente na cerimônia de entrega dos prêmios, a presidente da República, Dilma Rousseff, estimou que o Brasil terá um crescimento sistemático e sustentável nos próximos anos. Ela voltou a defender e os investimentos em educação, ciência e tecnologia para aumentar a competitividade da economia nacional.

“Estamos tratando dos principais gargalos do país depois de ter feito um processo que tirou 40 milhões de pessoas da pobreza. O Brasil tem que crescer e precisa dos empresários inovadores”, afirmou. 

O Prêmio Finep de Inovação foi entregue a 13 empresas e instituições de ciência, tencologia e inovação. Nesta edição, de acordo com o MCTI, 588 projetos foram inscritos, envolvendo no total 650 empresas. As inscrições representam um aumento de 56% quando comparado a 2011.  Ao todo, foram distribuídos cerca de R$ 9 milhões aos vencedores.

Planejamento: regulamentação do direito de greve de servidores pode sair em 2013


O secretário de Relações de Trabalho no Serviço Público do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Sérgio Mendonça, anunciou que a regulamentação de negociações coletivas entre governo e servidores públicos para aumento salarial pode receber um encaminhamento em 2013. “Vai ser o ano em que poderemos avançar na institucionalização desse tema e também do exercício do direito de greve. A decisão da presidente Dilma Rousseff é para que se discutam os dois assuntos juntos”, disse o secretário.
Mendonça participou, nesta quinta-feira (20), de audiência pública sobre a política salarial das carreiras típicas de Estado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Ele fez sua declaração em resposta a críticas de representantes do funcionalismo, que anteriormente defenderam a adoção de negociações anuais sobre reajustes, como ocorre no setor privado.
O secretário informou que o Executivo ainda não decidiu se vai encaminhar um projeto ao Congresso sobre a regulamentação do direito de greve e da negociação coletiva ou se vai apoiar alguma das propostas que já tramitam na Câmara. Existem, pelo menos, 11 textos sobre os temas na Casa (PL 4497/01 e apensados).
Constituição
O presidente do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacte), Roberto Kupski, foi um dos que reivindicaram a revisão anual do poder aquisitivo dos salários de servidores públicos. Ele destacou que trata-se de um direito que está previsto na Constituição, mas que não vem sendo respeitado.

“Os servidores não podem ver seu ganho ser corroído pela inflação. Queremos ter garantia efetiva da recomposição dos nossos salários. Tivemos ganhos reais para algumas categorias, mas o que adianta se depois se fica dois, três anos sem nenhum reajuste?”, questionou Kupski.
Ele criticou ainda o aumento de 15%, em três parcelas anuais de 5%, concedido aos funcionários neste ano pelo governo, uma vez que a inflação acumulada desde julho de 2010 foi de 15%.
Em defesa do governo, Mendonça argumentou que a responsabilidade do setor público é maior que a do privado ao negociar novos salários. “Uma empresa privada, quando toma decisão de reajustar e erra, demite. Aqui não se demite.”
O secretário lembrou ainda que, desde 2003, 105 acordos foram feitos com servidores. Não são os acordos ideais, admitiu, mas os dois lados cederam. “Não reconhecemos as perdas. Os dois governos de Lula e o de Dilma trabalharam pela recuperação de salário. Houve uma política de valorização do serviço público e a disponibilização de 120 mil vagas em concurso”, destacou.
Regulamentação
A presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), Rosangela Silva Rassy, também criticou a falta de regulamentação da negociação coletiva anual entre os servidores e o governo federal. Ela trouxe ao Congresso uma sugestão de projeto de lei sobre o assunto, que, segundo Rosangela, é fruto de um trabalho de dois anos no Ministério do Planejamento, mas que não teve o devido encaminhamento pelo governo. O texto já foi entregue ao senador Paulo Paim (PT-RS) e também será sugerido aos deputados, para que passe a tramitar como proposta parlamentar.

O projeto tem como base a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada pelo Brasil, e trata de data-base, direito de greve e negociação coletiva. “A campanha salarial deste ano foi pesada porque ainda não há um instrumento legal normatizando a negociação”, avaliou a sindicalista.
Por sua vez, o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional), Pedro Delarue Tolentino Filho, reforçou a necessidade da regulamentação do direito de greve. Ele disse duvidar que o governo regulamente o tema, porque teria de discutir temas como negociação com servidores e arbitramento.
Mendonça, no entanto, reforçou que o Executivo tem interesse no assunto e espera a definição de regras claras para os dois lados. “Será preciso definir normas para quem negocia, data de referência, greves permitidas e em que condições. Serão regras mais claras e transparentes para o governo, as entidades e a sociedade. Hoje, a ausência desses dispositivos dificulta a negociação”, declarou o secretário.
Reportagem – Noéli Nobre 
Edição – Marcelo Oliveira 
Com informações da Rádio Câmara

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Profissionais formados cursam segunda faculdade em busca de oportunidades

Dados do censo revelam que, a cada cem estudantes universitários, pelo menos 10 já têm outro diploma de ensino superior. Entre os que voltam para a faculdade, 30% têm mais de 40 anos. Na Região Sudeste, valor chega a 36%.

Fonte e demais informações: http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-da-globo/t/edicoes/v/profissionais-formados-cursam-segunda-faculdade-em-busca-de-oportunidades/2303993/

Mulheres estão assumindo mais cargos de chefia

Segundo o estudo, elas continuam ganhando espaço no mercado de trabalho porque estão mais instruídas. O presidente do IBGE, Wasmália Bivar, ressalta que as mulheres precisam demonstrar maior capacidade que eles para se afirmarem no mercado.

Fonte, vídeo e demais informações:http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-brasil/t/edicoes/v/mulheres-estao-assumindo-mais-cargos-de-chefia/2304202/

Em 5 anos, computadores poderão ver, cheirar e sentir, diz IBM


O pesquisador da IBM Hendrik Hamann examina sensores usados para detectar condições ambientais, tais como temperatura, umidade, gases e produtos químicos
Os computudadores devem se tornar capazes, nos próximos cinco anos, de imitar o ser humano e começar a ver, ouvir, cheirar, tocar e ter paladar. Essa é a previsão da IBM, que lançou nesta segunda-feira a sétima edição do "IBM 5 in 5", lista anual que mostra cinco inovações que terão potencial para mudar a forma com as pessoas trabalham e vivem em um período de cinco anos.
Nas previsões deste ano, a IBM descreve a "era dos sistema cognitivos", e acredita que a nova geração de máquinas será capaz de aprender, se adaptar, sentir e experimentar o mundo como ele realmente é. As apostas da IBM são baseadas no mercado e na sociedade, bem como no trabalho realizado nos laboratórios de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa, que podem tronar essas transformações possíveis.
"Assim como o cérebro humano se baseia na interação com o mundo usando múltiplos sentidos, fazendo combinações dessas descobertas em conjunto, os sistemas cognitivos vão trazer ainda mais valor e conhecimento, nos ajudando a resolver alguns dos desafios mais complicados", avalia o vice-presidente de inovação da companhia, Bernie Meyerson, em comunicado. No projeto, cinco cientistas diferentes pensaram em cada uma das tendências. Veja quais são as apostas da companhia para os próximos cinco anos:
Toque 
A IBM acredita que em um futuro próximo os usuários vão ser capazes de sentir texturas ao tocar a superfície de uma tela. Os cientistas da empresa já desenvolve aplicações para a saúde, varejo e outros setores que usam tecnologias como sensibilidade a pressão, infravermelho e vibração para simular o toque, como a textura e trama de um tecido, por exemplo. Essa tecnologia pode ter aplicação na compra de produtos online ou em desenvolvimento de games. "Esta tecnologia irá tornar-se onipresente em nossas vidas cotidianas, transformando telefones celulares em ferramentas de interação natural e intuitiva com o mundo ao nosso redor", diz a empresa.
Visão
Atualmente, as fotos e vídeos que colocamos em computadores só são compreendidos pelo texto ou rótuilos que damos a eles. O conteúdo real da imagem é um mistério para as máquinas. Isso, prevê a IBM, deve mudar em cinco anos. "Os sistemas não só serão capazez de olhar e reconhecer o conteúdo de imagens e dados visuais, como eles vão transformar pixels em significado, começando a fazer sentido de forma parecida à maneira como os humanos veem e interpretam uma fotografia", prevê a companhia, com impactos importantes na saúde, agricultura e varejo.
A análise de itens como cor ou padrões textura por computadores pode ajudar a interpretar resultados de uma quantidade gigantesca de informações médicas, como resultados de raio-X, resssonância magnética ou tomografias. "Ao ser treinado para discriminar o que procurar em imagens - como diferenciar tecido saudável do doentes - e correlacionar com registros de pacientes e com a literatura científica, os sistemas que podem "ver" vão ajudar os médicos a detectar problemas com precisão e velocidade muito maiores.
Audição 
Outra previsão da IBM para os próximos cinco anos diz que os computadores serão capazes de detectar e interpretar elementos de som como pressão sonora, vibraçoes e frequências. Isso pode ajudar a prever quando uma árvore vai cair em uma floresta ou quando um deslizamento de terra é iminente, por exemplo.
Os sistemas do futuro também serão capazes de reconhecer a fala de um bebê, interpretando a tentativa de comunicação, relacionando os sons com informações fisiológicas, e indicando a mensagem que ele quer passar: fome, calor, cansaço ou dor. Além disso, esses sistemas poderiam aprender a sentir humor, identificando aspectos de uma conversa, analisando tom e hesitações para ajudar a ter diálogos mais produtivos em call centers, por exemplo.
Sabor
A tecnologia que quer fazer com que computadores sintam sabores pode ajudar as pessoas a comerem de forma mais inteligente. Hoje a IBM já desenvolve um sistema que quebra os ingredientes para o seu nível molecular. A relação da química dos alimentos com a psicologia por trás dos sabores e cheiros que os humanos preferem pode no futuro ajudar chefs a criarem novas receitas e combinações de sabores.
Outra aplicação de um sistema é a possibilidade de usar algoritmos para determinar a estrutura química precisa de um alimento e detectar por que as pessoas tem preferência por certos sabores. O exame de como esses elementos interagem, da complexidade do aroma e as estruturas que os ligam podem ser usados para prever o apelo de novos sabores. Isso poderia ser aplicado também criando combinações que façam um prato formado por vegetais tão saborosos quanto batatas fritas, ou ajudando pessoas com necessidades alimentares, como diabéticos, a manterem o nível de açúcar no sangue sem ter que abrir mão do sabor doce.
Cheiros
A análise de odores em pequenos sensores embutidos em celulares ou computadores vão detectar se um ser humano está desenvolvendo uma gripe ou outra doença. Ao analisar o cheiro da respiração de uma pessoa, em cinco anos os sistemas podem diagnosticar e monitorar o aparecimento de problemas no fígado ou nos rins, diabetes ou asma somente detectando que odores são normais e quais não são.
Atualmente, a IBM já monitora condições ambientais para preservar obras de arte, e essa inovação pode começar a ser usada para aumentar a higiene em hospitais, eliminando bactérias resistentes a antibióticos. A companhia afirma que nos próximos cinco anos vai "cheirar" superfícies para determinar se os quartos de um hospital foram higienizados ou não.

Nova lâmpada é movida a gravidade


Com um baixo custo de produção e pouco consumo de eletricidade, GravityLight é alimentada por uma energia renovável que pode ser encontrada a qualquer hora


São Paulo – Os designers londrinos Martin Riddiford e Jim Reeves criaram uma lâmpada alimentada por uma energia renovável que pode ser encontrada a qualquer hora do dia: a gravidade.

Com um baixo custo de produção e pouco consumo deeletricidade, a GravityLight deve ajudar regiões do mundo onde a população não tem acesso à energia elétrica. Os criadores imaginam que a GravityLight terá um impacto muito grande, pois ela consegue manter as pessoas seguras e ainda reduzir as emissões do combustível poluente.
A GravityLight também é mais fácil de usar, mais barata do que as lâmpadas convencionas, e potencialmente mais duradoura. A lâmpada funciona como um relógio de corda. O usuário precisa puxar um cabo durante três segundos para a luz funcionar durante 30 minutos.
Para isso, ela é equipada com uma lâmpada LED, uma corda e um saco, que precisa ser preenchido até ficar pesado e pendurado na lâmpada. Isso pode ser feito com um saco de terra, areia, pedras ou qualquer outro material que dê uma sobrecarga para a lâmpada e consiga gerar energia.
Mas vale ressaltar que o objetivo não é substituir completamente as redes de energia elétrica. A dupla deseja apenas melhorar a situação das pessoas que não tem acesso à rede elétrica. A ideia também não deverá pesar no bolso das pessoas. Quando forem produzidas e vendidas em larga escala, as luzes abastecidas com gravidade deverão custar apenas cinco dólares.
Riddiford e Reeves colocaram o projeto em o site de crowdfunding IndieGoGo para captar recursos a fim de produzir a GravityLight em larga escala. Ainda resta um mês para o grupo encerrar o financiamento, mas eles já bateram a meta de arrecadação. Eles precisavam de 55 mil dólares, mas já conseguiram mais de 170 mil dólares.

Empresário cria site inovador na área de construção civil | Notícias | Sebrae

Empresário cria site inovador na área de construção civil | Notícias | Sebrae

As 10 melhores faculdades de engenharia do mundo


São Paulo – Quando questionados sobre quais são os profissionais mais escassos no Brasil, boa parte dos recrutadores têm a resposta na ponta da língua: faltam engenheiros e ponto. Mas quais são as faculdades que oferecem o melhor preparo para o mercado de trabalho para esses profissionais?
O site Business Insider respondeu esta pergunta com um ranking das melhores faculdades de engenharia do mundo. Para chegar à lista que abriga 50 escolas, o site americano consultou mais de 700 profissionais da indústria de tecnologia. Os participantes tinham que avaliar a reputação da escola no mercado em uma escala de 1 a 5.

Previsões do ONS estão otimistas demais, analisa mercado


Agentes divergem sobre se há razões para que previsões de precipitação estarem muito acima das observadas
Por Natália Bezutti


Agentes do mercado livre de energia elétrica têm se mostrado extremamente preocupados com os níveis de desvios apresentados pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) quanto às previsões de chuvas semanais. O temor é de que o operador esteja fazendo previsões otimistas demais. A diferença entre as expectativas e o realizado, que antes variava entre 10% e 15%, margem considerada normal pelo mercado, agora fica acima dos 40%. Para especialistas, os desvios "ocultam" um aumento do PLD, que hoje está em R$184,80 por MWh, mas poderia alcançar mais de R$400 por MWh caso fossem considerados números "mais realistas".
Isso porque, o modelo de previsões de chuvas/vazões influencia diretamente na formação de preço da energia do mercado. Para as previsões dessa semana, por exemplo, considerando o período de 15 a 21 de dezembro, a expectativa do Operador para a região Sudeste é de uma precipitação da ordem de 47.6GW, representando um volume diário da cerca de 6GW. Segundo apuração feita pelo Jornal da Energia com entidades do setor, o volume diário apresentado de sábado até a manhã da última segunda-feira (17/12) flutuou em uma média diária de 2GW.
“Se fosse chover tudo isso que eles estão prevendo, então seria melhor construir a arca de Noé”, declarou uma fonte do setor. As previsões mais otimistas realizadas por empresas e consultorias do setor para período são em torno de 30GW, podendo resultar em uma variação de quase 59% entre o realizado e previsto. Para o interlocutor, a grande variação deixa margem para dúvidas sobre possíveis intenções por trás das publicações, e dá a falsa impressão de um menor despacho térmico.
“Começamos com os mini apagões, o governo dizendo que as tarifas vão cair, contratando ator global para fazer propaganda, estimulando o consumo e artificialmente jogando o preço para baixo com previsões sucessivamente otimistas sobre a chegada das chuvas na semana do leilão A-5. É muito provável que alguma coisa esteja acontecendo. Cogitamos isso porque é um desvio muito grande”, afirmou a fonte.
O diretor da Safira Energia, Mikio Kawai, revela que a disparidade observada está preocupando quanto à formação de preço, e uma vez que a previsão da semana posterior está muito além do realizado na anterior, que não foi superada. “As previsões que têm ocorrido não têm se realizado e, sistematicamente, a previsão da semana posterior está sendo muito além do observado na semana anterior, que também não foi batida”.
Mas independente do otimismo nas publicações, um executivo com larga experiência no setor e próximo ao assunto comentou que o que deve ser analisado é o modelo e não os envolvidos na operação. “Você nota que tem uma grande variação, mas isso não é tirado da cabeça de ninguém. O que dá pra questionar é se esse modelo está refletindo as condições que estão sendo verificadas, mas para isso precisa comparar com o que tem acontecido”, explicou.
Sobre o assunto, o presidente da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia Elétrica (Abraceel), Reginaldo Medeiros, declara que suas associadas estão preocupadas com o impacto na formação do preço. “Vamos ver se nesta semana teremos uma posição para divulgar sobre isso”, comentou Medeiros. A entidade está analisando com cuidado o motivo dessas grandes diferenças, e uma posição ainda dependerá de simulação sobre o que tem acontecido.
Na linha de repensar o modelo adotado pelo Operador para as previsões, a Bolt Energias acompanha o movimento de preocupação do setor pelos desvios estarem ocorrendo há pelo menos dois meses. A previsão do PLD para a terceira semana de dezembro da comercializadora chegou à faixa de R$320 o MWh.
“Está sempre muito acima, e por isso teria que ser tomada alguma atitude. Mas não penso nessa linha de teoria da conspiração. Não adianta manipular para fazer as previsões otimistas, porque uma hora isso vai estourar”, comentou Érico Evaristo, responsável pela comercializadora da Bolt Energias.
Para ele, o aumento na margem de erro no chamado período de transição, em torno da segunda quinzena de outubro, em que era esperado o aumento das chuvas, e que acabou atrasando para novembro, é normal. O grande problema foram os sucessivos erros para o mês de dezembro.
Até o fechamento dessa reportagem, o ONS não pode se pronunciar.