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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Engenheiros empreendedores: desafio às universidades


Escolas de engenharia investem em empresas incubadoras, mas ainda faltam disciplinas que ensinem os alunos a montar seus negócios
Por: Altair Santos
As escolas de engenharia civil em todo o país começam a despertar para a necessidade de não apenas formar engenheiros, mas capacitar os futuros profissionais a serem empreendedores. É certo que muitas delas já procuram impregnar esse espírito em seus alunos, seja através de incubadoras de empresas ou escritórios-pilotos, mas ao mesmo tempo fazem a “mea culpa” por haver poucas disciplinas voltadas ao empreendedorismo. “Hoje, o que se faz, é uma compensação. Ou seja, a gente tenta conscientizar o aluno disciplina a disciplina. O mesmo procedimento é feito com a conscientização da sustentabilidade”, explica Marcelo Henrique Farias de Medeiros, do Departamento de Construção Civil da UFPR (Universidade Federal do Paraná).

Na opinião de Roberto Domingo Rios – chefe substituto do Departamento de Engenharia Civil da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) -, o próprio perfil dos estudantes que estão ingressando nos cursos tem forçado as escolas a se adaptarem a essa característica empreendedora dos futuros engenheiros. “Eles já chegam querendo resolver problemas. Há uma atividade maior na busca pela prática, o que não deixa de ser uma característica do próprio mercado”, avalia. Ainda de acordo com Roberto Domingo Rios, há casos em que os próprios alunos se organizam para planejar e empreender. “Não tendo disciplinas que os levem a serem empreendedores, eles mesmos buscam aprender fora da universidade, geralmente recorrendo ao Sebrae”, completa.
O perfil do engenheiro-empreendedor se revela já no primeiro contato com o curso. “Aquele que gosta de trabalhar em grupo, que de uma ideia já pensa num produto e que está sintonizado com o mercado é o que a gente detecta como empreendedor. Um caso foi um aluno que montou uma empresa de espaçadores para armadura feitos de cimento. Ele detectou a oportunidade, não viu produto similar no mercado e achou um nicho, criando um produto diferenciado”, comenta Marcelo Henrique Farias de Medeiros, lembrando que a UFPR possui um escritório-piloto que procura pesquisar os nichos onde os alunos podem empreender. “Além disso, temos um laboratório de inovação, onde fazemos um link com o mercado da construção civil”, revela.
Tanto o professor da UFPR, quanto o da UFRGS, citam que atualmente um bom número de estudantes de engenharia civil, ao concluir o curso, tem procurado fazer pós-graduação em economia ou administração. “Isso ocorre por dois motivos: a busca pelo próprio negócio ou a adaptação para entrar na área financeira, que também absorve engenheiros civis”, analisa Roberto Domingo Rios. “O empreendedor tem que ser um administrador também. Não adianta só dominar a parte técnica. É preciso saber elaborar pesquisas de mercado, estudos de viabilidade. Por isso, é necessário estender o conhecimento para outras áreas”, alerta Marcelo Henrique Farias de Medeiros.
Entrevistados
- Marcelo Henrique Farias de Medeiros, professor do departamento de construção civil da Universidade Federal do Paraná (UFPR)

- Roberto Domingo Rios, chefe substituto do departamento de engenharia civil da Universidade federal do rio Grande do sul (UFRGS)

Currículos

Marcelo Henrique Farias de Medeiros é graduado em engenharia civil pela Universidade de Pernambuco (1999), Mestre em Engenharia Civil pela Universidade de São Paulo (2002) e Doutor em Engenharia Civil pela Universidade de São Paulo (2007)

- Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Paraná, onde tem ministrado aulas na graduação e pós-graduação strictu sensu

- É professor colaborador de cursos de pós-graduação latu sensu da Universidade de Pernambuco e Universidade do Oeste de Santa Catarina.

- Atuou nos trabalhos de inspeção, diagnóstico e projeto de recuperação de obras de arquitetos renomados, como Oscar Niemeyer (Brasil), Villa Nova Ar tigas (Brasil) e Fresnedo Siri (Uruguai).

- Tem experiência na área de engenharia civil, com ênfase em materiais de construção, patologia e terapia das estruturas de concreto, atuando principalmente nos seguintes temas: durabilidade, concreto armado, reparo, dosagem de concreto e argamassa, ataque por cloretos, corrosão de armaduras e vida útil.

Roberto Domingo Rios é graduado em engenharia civil pela Universidade Nacional do Nordeste (1989), Mestre em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1995) e Doutor em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2002).

- Atualmente é professor Associado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em Concreto Armado e Dinâmica, atuando principalmente nos seguintes temas: concreto armado, concreto, dinâmica, puncionamento e ação dinâmica.

- Desde março de 2008 é tutor do Programa de Educação Tutorial (PET) Civil da UFRGS
- Desde maio de 2009 é chefe substituto do Departamento de Engenharia Civil
Créditos foto: Divulgação

Jornalista responsável: Altair Santos – MTB 2330

PINIweb.com.br | Abertas inscrições para 10º Prêmio Talento Estrutural | Construção Civil, Engenharia Civil, Arquitetura

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'Não se faz um país sem educação', afirma Alexandre Garcia


http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-brasil/t/edicoes/v/nao-se-faz-um-pais-sem-educacao-afirma-alexandre-garcia/1971599/

Ciberarma Flame foi programada em linguagem desenvolvida no Brasil

Ciberarma Flame foi programada em linguagem desenvolvida no Brasil: O programa foi criado em uma linguagem de computador desenvolvida no Brasil, na PUC-Rio.

Comboio de veículos sem motorista roda 200 km na Espanha

Comboio de veículos sem motorista roda 200 km na Espanha: Além de andar por contra própria, os veículos precisam se comunicar uns com os outros para que o movimento seja coordenado.

Chapéu mágico de Schrodinger permitirá construir microscópio quântico

Chapéu mágico de Schrodinger permitirá construir microscópio quântico

Inscrições abertas para os Prêmios Santander Universidades 2012

No intuito de revelar novos talentos do empreendedorismo, a 8ª edição dos Prêmios Santander Universidades abre suas inscrições gratuitas. Neste ano, a iniciativa traz uma novidade: a categoria Jovem Empreendedor Universitário, voltada para universitários residentes ou que comprovem ser oriundos de uma comunidade carente. Esta subcategoria integra o Prêmio Empreendedorismo, que também contempla: Economia Criativa; Empresas de Base Tecnológica; Setores Tradicionais; Biotecnologia e Saúde.  

No Prêmio Guia do Estudante – Destaque do Ano, quatro instituições serão destacadas por sua gestão durante o ano de 2011. Para apoiar a extensão universitária, estimular a troca de conhecimento e a inserção na comunidade, o Prêmio Universidade Solidária reconhece projetos de desenvolvimento sustentável com ênfase em geração de renda.

Já os 12 finalistas do Prêmio Ciência e Inovação vão receber uma bolsa do programa de mobilidade internacional Ibero-Americana, no valor equivalente a 5.000 euros cada, para estudar durante um período de até 6 meses em um dos países participantes: Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, México, Uruguai, Peru, Porto Rico e Portugal. A bolsa de estudo é destinada para cobrir todas as despesas com hospedagem, alimentação, transporte e outras necessidades durante o período de estudos.

Além do total de mais de R$1 milhão em prêmios e bolsas de estudos internacionais, todos os inscritos, de todas as categorias, podem realizar um curso on-line exclusivo da Babson College, instituição norte-americana, referência mundial no assunto. O curso proporciona aos participantes uma formação básica, com certificação em empreendedorismo voltado à criação de novas empresas.

As inscrições devem ser feitas no site www.santander.com.br/universidades até 16 de setembro de 2012.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Casas inteligentes: tecnologia já está disponível

Casas inteligentes: tecnologia já está disponível

América do Sul vive nova corrida do ouro

América do Sul vive nova corrida do ouro: A valorização de quase 100% no preço do ouro desde o início da crise econômica mundial, em 2008, está provocando uma nova corrida do ouro na América do Sul.

Código da Ciência é só para ricos, diz deputado

Código da Ciência é só para ricos, diz deputado: Conforme avançam as discussões sobre o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, surgem ainda mais críticas à proposta.

Parceria entre Fapemig e Fiemg prevê investimentos de R$ 5 milhões na área de inovação

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) assinaram na última quarta-feira (23) um acordo de cooperação na área de inovação. Estão previstos investimentos da ordem de R$ 5 milhões. As ações serão realizadas nos próximos cinco anos.

“Não vamos deixar de atuar no eixo da ciência pura apoiando a atividade acadêmica,
mas atualmente temos dois fortes objetivos: a internacionalização da ciência mineira e a inovação da indústria no Estado”, disse o presidente da fundação, Mario Neto Borges.
O acordo prevê a contratação de mestres e doutores nas empresas mineiras por meio da concessão de bolsas. Os recursos serão divididos entre as duas instituições (50% de cada).
“É fundamental o papel que a Fapemig desenvolve levando a ciência para a indústria e a indústria para a ciência e fazendo com que pesquisadores e empresários trabalhem juntos criando riquezas para o Estado”, completou o presidente da Fiemg, Olavo Machado Junior.
A Fapemig é uma instituição associada à ABIPTI.

CNPq_Expresso chega a Minas Gerais

A partir de amanhã (29), o sistema CNPq_Expresso começa a funcionar no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins (MG). O sistema  permite reduzir significativamente o tempo de liberação de importação de insumos e equipamentos para pesquisa científica.

Desde que foi criado, em 2011, pelo CNPq, o sistema funcionou como projeto piloto
apenas no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP). A iniciativa conseguiu reduzir de 20 para cinco dias o tempo de liberação das importações destinadas à pesquisa de cientistas e entidades sem fins lucrativos devidamente credenciados pelo conselho.

Os materiais e insumos comprados recebem o Selo Pesquisa e fita adesiva (CNPq_Expresso), que dão a eles tratamento rápido e prioritário. Até o momento, o serviço já está disponível nos aeroportos de Cumbica, em São Paulo, Viracopos, em Campinas (SP), Tom Jobim (Ex-Galeão), no Rio de Janeiro (RJ), Jucelino Kubitschek, em Brasília (DF), Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), Hercílio Luz, em Joinvile (SC) e Afonso Pena, em
Curitiba (PR).
Os próximos aeroportos a receberem o CNPq_Expresso são: Recife (PE), Salvador (BA) e Fortaleza (CE). Este ano, o Ministério da Fazenda liberou US$ 700 milhões para a importação de material e equipamento de pesquisa. Em 2011, foram disponibilizados US$ 650 milhões e as importações autorizadas somaram US$ 531,2 milhões.
Desde 1990, as importações autorizadas por lei e com isenção fiscal têm apresentado crescimentos consideráveis, sendo de US$ 44,4 milhões em 1990, passando para US$ 136,5 milhões em 2000, ultrapassando os US$ 500 milhões no ano passado.
Saiba mais sobre o CNPq_Expresso no programa NBR Entrevista, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Prêmio de Iniciação Científica e Tecnológica recebe inscrição até agosto

Os bolsistas de programas do CNPq tem até o dia 20 de agosto para se inscreverem no Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica 2012. São três categorias: Bolsista de Iniciação Científica, Bolsista de Iniciação Tecnológica e Mérito Institucional.

Nas duas primeiras categorias são contempladas as áreas de Ciências Exatas, da Terra e Engenharias, Ciências da Vida e Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes. O vencedor recebe R$ 7 mil, bolsa de mestrado, passagem aérea e hospedagem para participar da Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.

Para participar é necessário ser bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic), do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti) ou ser bolsista de IC oriundos de cotas do pesquisador.

O evento, até o ano passado, se chamava Prêmio Destaque do Ano na Iniciação Científica e Tecnológica, mas devido a mudanças nas prioridades governamentais de incentivo à inovação o nome foi alterado. O prêmio tem a parceria da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)

A inscrição é individual e deve ser encaminhada às pró-reitorias de Pesquisa e Pós-Graduação das universidades, coordenações do Pibic e institutos e centros de pesquisa.
A ficha de inscrição e mais informações estão disponíveis neste link.
(Com informações do CNPq)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Robôs lutam sumô e jogam futebol em amistoso na Unicamp

Arena com luta de robôs é aberta ao público na quarta-feira (30) às 16h.
Palestras e competições fazem parte da programação da "Automática".

 Robôs artilheiros de futebol e pequenos lutadores robóticos de sumô com sensores programados para detectar o adversário no ringue integram a programação gratuita da Semana de Engenharia de Controle e Automação da Universidade Estadual de Campinas. A "Automática" é organizada por estudantes de engenharia e apresenta uma série de palestras e competições entre esta segunda-feira (28) até sexta-feira (1º), no campus da universidade,  localizada no distrito de Barão Geraldo, em Campinas (SP).

No combate de sumô, os robôs comandados por controles remoto são colocados em uma arena e têm a missão de tirar os adversários da lona. Nas partidas de futebol, seis robôs controlados por rádio competem entre si, e na corrida, uma disputa entre os equipamentos, em que o mais veloz é considerado vencedor. 

Responsabilidade socioambiental
 
Para encerrar a semana de controle e automação, o presidente do centro automotivo DPaschoal, Luis Noberto Pascoal, discute questões socioambientais nas ações empresariais. Mais informações pelo site da Automática.

Serviço:
 
Evento: Amistoso de robôs
Local: Prédio Básico (PB) da Universidade Estadual de Campinas
Data: quarta-feira (30)
Horário: 16h
Evento: Palestra com Luís Norberto Pascoal
Local: Centro de Convenções da Universidade Estadual de Campinas
Data: sexta-feira (1º)
Horário: das 15h30 às 17h30

Saiba quais cursos de graduação estão em alta e os melhores salários no inicio da carreira

http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-hoje/t/quadros/v/saiba-quais-cursos-de-graduacao-estao-em-alta-e-os-melhores-salarios-no-inicio-da-carreira/1967280/

Especialistas russos anunciam descoberta de super vírus de espionagem

http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-da-globo/t/edicoes/v/especialistas-russos-anunciam-descoberta-de-super-virus-de-espionagem/1968070/

Brasileiros usam aplicativos de celular para aprender outros idiomas

http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-da-globo/t/edicoes/v/brasileiros-usam-aplicativos-de-celular-para-aprender-outros-idiomas/1968071/

Professora fala sobre aplicativos para aprender idiomas

http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-da-globo/t/edicoes/v/professora-fala-sobre-aplicativos-para-aprender-idiomas/1968085/

Programa CAPES/Cofecub

OBJETIVOS:

O programa tem como objetivo o intercâmbio científico entre instituições de ensino superior do Brasil e da França e a formação de recursos humanos de alto nível nos dois países.

BENEFÍCIOS:

  • Passagens aéreas para pesquisadores brasileiros em missão na França
  • Diárias para pesquisadores franceses em missão de trabalho no Brasil
  • Bolsas de estudo para doutorandos e docentes brasileiros na França, nos termos das normas vigentes da CAPES
  • Recursos de custeio para a equipe brasileira (valor máximo de R$ 10.000,00)

DURAÇÃO DOS PROJETOS:

A duração dos projetos é de 4 (quatro) anos, divididos em 2 (dois) períodos de 2 (dois) anos.

CALENDÁRIO:

Período/DataAtividade prevista
Até 10 de julho de 2012Inscrição das propostas
Julho de 2012Análise documental
Setembro de 2012Análise de mérito
Novembro de 2012Priorização das propostas pela CAPES
Dezembro de 2012Análise binacional das propostas e divulgação dos resultados
A partir de Janeiro de 2013Início das atividades dos projetos e liberação dos recursos

Fonte e demais informações:  http://www.capes.gov.br/editais/abertos/5502-cofecub-

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Bicicleta voadora elétrica dispensa pedaladas

Bicicleta voadora elétrica dispensa pedaladas: A bicicleta elétrica voadora será capaz de fazer voos curtos, a uma altura máxima de cinco metros, por cerca de cinco minutos.

Gerador de números aleatórios online ouve o vácuo quântico

Gerador de números aleatórios online ouve o vácuo quântico

Robôs rolantes levados pelo vento podem ser eficientes em Marte

Robôs rolantes levados pelo vento podem ser eficientes em Marte: Mas, para isso, é necessário atentar para um detalhe: há um diâmetro mínimo para o robô.

Teclado descartável de papel

Teclado descartável de papel: Para demonstrar sua funcionalidade, os pesquisadores construíram uma caixa que dispara um alarme quando aberta se o código correto não for digitado.

Avanço sólido das células solares orgânicas

Avanço sólido das células solares orgânicas: Células solares que podem ser impressas em substratos flexíveis agora são inteiramente de estado sólido, eliminando o problema da baixa durabilidade.

Conteúdos - Sebo bovino no pódio do biodiesel

Conteúdos - Sebo bovino no pódio do biodiesel

Veto parcial do governo ao Código Florestal desagrada ambientalistas e ruralistas

http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-da-globo/t/edicoes/v/veto-parcial-do-governo-ao-codigo-florestal-desagrada-ambientalistas-e-ruralistas/1964838/

Projeto no Rio transforma restos de comida em adubo e energia

Transformar restos de comida em adubo e energia para aquecimento de água, com baixo custo, é a meta de uma pesquisa da Fundação Osvaldo Aranha (UniFoa), em parceria com a prefeitura de Volta Redonda, sul fluminense, o Instituto de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) e o governo do estado.

A partir do material orgânico descartado de um restaurante popular estadual, o coordenador do estudo Roberto Guião e alunos da engenharia ambiental da Unifoa misturam sobras de refeições com o resultado de podas e aparas dos vegetais em um processo de compostagem (decomposição de materiais orgânicos para transformá-los em adubo por meio da atuação de bactérias que também geram calor). Os resultados até o momento são animadores, de acordo com o Guião.

“O processo de compostagem tem mais de cinco mil anos. A novidade é tentar fazer o aproveitamento energético dela para aquecer a água. Já conseguimos 30 graus Celsius de ganho de água em relação à temperatura ambiente. Ainda é pouco para manter uma residência ou estabelecimento aquecido, mas já poderia poupar energia, e a pesquisa ainda está em curso. Os resultados são promissores”.

Com a técnica, o processamento dos resíduos sólidos orgânicos para fins de adubo e de energia poderá ser feito pelo próprio estabelecimento sem grandes custos, com um mínimo de emissões de metano possíveis.

O professor lembrou que os restos de alimentos representam mais de 50% do total dos resíduos orgânicos sólidos gerados diariamente no Brasil, sendo os principais responsáveis por emissões de gases de efeito estufa e pelo chorume nos aterros sanitários que contaminam o solo.

O adubo seria usado em jardins e áreas de reflorestamento. “Esse adubo orgânico evita a produção de fertilizantes que são produzidos à base de petróleo e minimiza a utilização de caminhões para a coleta de lixo. Enfim é um somatório de ganhos ambientais”, explicou o professor.

Se confirmada a viabilidade do projeto, a ideia é implantar o sistema gradativamente nos 16 restaurantes populares do estado e futuramente em outros órgãos do governo onde se produz grande quantidade de material orgânico, de acordo com a superintendente de Segurança Alimentar da Secretaria estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Cláudia Regina de Azevedo Fernandes. “Além de evitar o descarte de resíduos do solo, minimizando a erosão e transformando o lixo em adubo e energia, o projeto vai representar economia para os cofres públicos.”

Ele explica que, se os resultados forem positivos, a metodologia poderá ser implementada também em presídios, escolas e em locais com fornecimento de refeições diárias em grandes quantidades.

De julho a dezembro, o pesquisador dará sequência à segunda etapa da pesquisa na Universidade de Dresden, na Alemanha, para buscar a viabilidade da utilização desse tipo de compostagem caseira na geração de biogás. “Se esse material orgânico, depois de gerar calor, for colocado em um outro equipamento, sem oxigênio, ele começa a gerar o biogás rico em metano, ou seja, um duplo aproveitamento energético. Dessa sobra ainda será possível produzir adubo”, explicou o engenheiro.

Fonte e demais informações:  http://www.jb.com.br/rio/noticias/2012/05/27/projeto-no-rio-transforma-restos-de-comida-em-adubo-e-energia/

Tratamento usa videogame para curar pacientes

http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-minas/t/edicoes/v/tratamento-usa-videogame-para-curar-pacientes/1966586/

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Brasil ocupa 21º posição no ranking dos países produtores de energia eólica

http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-da-globo/t/edicoes/v/brasil-ocupa-21o-posicao-no-ranking-dos-paises-produtores-de-energia-eolica/1962987/

MEC anuncia mudança nas avaliações da redação do Enem

http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-brasil/t/edicoes/v/mec-anuncia-mudanca-nas-avaliacoes-da-redacao-do-enem/1963113/

Implantes Cerâmicos

Os materiais cerâmicos são ótimos candidatos para implantes médicos graças à biocompatibilidade e resistência.
 
Alumina, zirconia, e outras cerâmicas têm alta resistência ao severo ambiente corporal humano. Uma necessidade para melhorar e sempre-pequeno—contudo mais complexo—componentes biocompatíveis levaram os cientistas a desenvolver técnicas inovadoras que melhoram os implantes médicos cerâmicos. Estas técnicas estão nas áreas de molde de injeção, engenharia de superfície, e compósitos cerâmica-metal.

ARTICULAÇÕES ARTIFICIAIS


Os avanços no uso da cerâmica em articulações artificiais receberam muito atenção, especialmente desde o lendário golfista Jack Nicklaus que recebeu uma substituição total de quadril cerâmico-cerâmico em 1999 durante um procedimento experimental. Juntas de quadril de cerâmicas-cerâmica receberam aprovação da FDA em 2003.

Os materiais cerâmicos são usados como articulações artificiais desde os anos setenta quando produtos de alumina de primeira-geração demonstraram-se muito resistentes de com relaçãos ao metal tradicional e o polietileno. Os refinamentos na qualidade do material e técnicas de processamento, como também um melhor entendimento do design cerâmico, conduziu à introdução nos anos oitenta de componentes de alumina de segundo-geração com desempenho de uso até melhor.


Superfícies de carbono-diamante provêem uma biocompatibilidade, esterilização-compatível, alta resistência.
Os materiais cerâmicos acasalados com componentes do acetábulo de polietileno geram menor desgaste do polietileno do que do tradicional metal/polietileno com muita significância.
Os desgastes das partículas do polietileno induz a osteólise (um enfraquecimento do tecido ósseo circunvizinho) e faz o implante soltar. É uma causa primária de caras revisões das ciururgias.


A arte da tecnologia da cerâmico-em-cerâmica onde uma alumina em cabeças femurais juntamente com um acetábulo de alumina, elimina desgastes do polietileno. Um estudo do quadril Vitox cerâmico-em-cerâmicas demonstrou que a taxa de uso foi de somente 0.032 ciclos de mm3/milhão. Além de solucionar os problemas causados pelos desgastes do polietileno, o uso de sistemas de quadril cerâmico-em-cerâmicos alivia qualquer preocupação sobre a liberação de íon de metal no corpo como pode ser o caso com o tradicional sistema de quadril metal-metal.



Quadril Vitox : articulações de quadril cerâmico-em-cerâmicas eliminam desgastes de uso do polietileno e preocupações de liberação de metal-íon.

Este desempenho superior estende a vida das articulações artificiais, dando às articulações cerâmica-cerâmicaa uma vida bem maior que 20 anos. A vida mais longa é um benefício para o número crescente de pacientes mais jovens para que tal cirurgia seja agora uma operação viável: articulações cerâmico-cerâmicas proporcionou um estilo de vida mais ativo.
DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS IMPLANTÁVEIS.

O Desenvolvimentos de novas tecnologias em cerâmicas estão fazendo um papel igualmente importante na evolução da eletrônica implantável. Nos 45 anos desde que o primeiro marcapasso cardíaco foi implantado prosperamente nos EUA, os investigadores e doutores criaram uma ordem de eletrônica implantável que inclui marcapassos, defibriladores, implantes cocleares, dispositivos auditivos, sistemas de distribuição de drogas, e neuro-estimuladores.


Por exemplo, companhias médicas estão testando neuro-estimuladores que pulsa vários nervos para tratar de condições médicas particulares. Os neuro-estimuladores implantados no nervo hipo-glossal (no pescoço) trata da apnéia do sono. No nervo sacro eles tratam do intestino desjustado, e no estômago eles tratam da obesidade. Dispositivos cerâmicos também implantados no tálamo tratam da epilepsia, enquanto que no nervo vago podem tratar da depressão crônica. Outras regiões do cérebro também podem receber implantes cerâmicos para ajudar a tratar de enxaquecas e de desordens obssessivo-compulsivo.


Estes implantes crescem com confiabilidade nos componentes cerâmicos "feed-thrus" com uma interface funcional entre o dispositivo e tecido corporal. Um "feed-thrus" é um sistema cerâmico-metal que contém metal fixo ou pequenos tubos que atravessam um componente cerâmico. Os alfinetes deixam passar eletricidade dentro ou fora do dispositivo implantado para poder ter conexões sensoriais.



Produtos da Alberox de Cerâmicas "feedthru" para neuro-estimuladores que pulsa vários nervos para tratar condições médicas, inclusive epilepsia, depressão, enxaquecas, e obesidade.

O "feed-thrus" também pode administrar drogas em pacientes. O substrato cerâmico do "feed-thrus" age como um isolador elétrico, isolando os alfinetes de cada lado. O lugar de alojamento das cerâmicas prendem um "feed-thrus" que também sirve como dispositivo eletrônico anexo.

Um "feed-thrus" para dispositivos implantáveis deve ser hermético, com um isolamento contra vazamento ao redor de cada alfinete. O isolamento assegura que os fluidos corporais não entrarão em contato com o dispositivo e destrua a eletrônica interna. Também assegura que substâncias químicas no dispositivos de distribuição de drogas não escapem inadvertidamente. Uma solda do material, tipicamente 99.99% de ouro, une cada alfinete de metal ao isolador cerâmico.



Cerâmica "feed-thrus".

Um processo assegura que a solda adira com firmeza. Aqui a superfície cerâmica está preparada para soldar através de deposição de vapor físico (PVD) de um filme fino feito de um metal biocompaível como a platina, nióbio, ou titânio.

Os desenvolvedores dos dispositivos médicos implantáveis procuram desenvolver componentes menores e mais complexos. Por exemplo, existe agora uma cerâmica com diâmetro para o "feed-thrus" disponível para aplicações de distribuição de drogas com 104 alfinetes separados. Passagens elétricas atuais por cada alfinete, ativa combinações diferentes dos interruptores. Esta ação deixa o dispositivo administrar um maior número (ou combinações mais complexas) de drogas em determinado momento.

A aplicação do molde de injeção de pó (PIM) avançou na miniaturização do componente. Este método é fundamental na produção de características complicadas e geometrias incomuns, notavelmente para dispositivos auditivos, parafusos ósseos, e bombas de coração implantáveis.



Cerâmica "feed-thrus" deixa passagem de eletricidade interna e externamente ao dispositivo implantado para administrar um custo elétrico.


A metal por molde de injeção MIM é outra alternativa barata. Uma máquina de MIM pode moldar partes tipicamente em aproximadamente 10 segundos comparados a minutos ou até mesmo horas por técnicas convencionais. O MIM pode produzir componentes complicados que variam de instrumentos de laparoscopia a até mandíbulas de biópsia e aparelhos dentários.

Uma área importante adicional de tecnologia cerâmica para o desenvolvimento de implantes médicos são as superficies baseada em cerâmicas com o carbono de diamente (DLC). Estas camadas provêem uma biocompatibilidade, esterilização-compatível e superfície resistente para pontos de pivô de chave e superfícies. São usadas camadas de DLC para reduzir fricção, fazendo superfícies mais duras, e previnem a transferência de íon dos componentes de implantes de metais.

Há um mercado rapidamente se expandindo e evoluindo nos implantes médicos. Os cientistas de materiais e fabricantes de componentes cerâmicos continuarão desenvolvendo novos materiais e processos para implantes menores, mais sofisticados, e com duração de longo prazo.

Fonte e demais informações:  http://biomateriais.blogspot.com.br/2006/03/implantes-cermicos.html

Integração solar-eólica-hidrelétrica pode ser o próximo passo

Crédito: Reprodução
A Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) apresentou nesta quarta-feira (24/5), em São Paulo, um estudo que propõe a criação de um mecanismo de realocação de energia (MRE) conjunto entre hidrelétricas e usinas a vento. E o próximo passo pode ser outra associação, não tão distante - dessa vez com a geração solar.

A sócia-diretora da consultoria Engenho, Leontina Pinto, que elaborou o estudo sobre o MRE hidroeólico, disse que a ideia "parece interessante", uma vez que as primeiras indicações são de que a fonte tem maior produção nos momentos em que não há chuva.

Além disso, locais em que são instaladas usinas eólicas muitas vezes possuem ventos maiores à noite. Assim, a presença de placas fotovoltaicas e aergoeradores em um mesmo campo levariam a uma geração mais consistente ao longo do dia.

A ideia de colocar geração solar em parques eólicos já é estudada pela Abeeólica. E um projeto nesse sentido será desenvolvido pela estatal paranaense Copel, que vai instalar uma usina fotovoltaica na área de uma central a vento no Rio Grande do Norte. A ideia é aproveitar também em conjunto subestações, linhas de transmissão e serviços.

Leontina aponta, no entanto, que ainda é preciso esperar que a energia solar entre em um processo de maturação no País, o que deve acontecer nos próximos anos. "Ela precisa antes se firmar, como aconteceu com a eólica". 

Bomba de calor pode tornar banho mais sustentável

Bomba de calor pode tornar banho mais sustentável: Pesquisadores da Unicamp estão desenvolvendo um sistema energético para aquecimento de água para banho que pode substituir os chuveiros elétricos.

Grafeno deixa aço à prova de ferrugem

Grafeno deixa aço à prova de ferrugem: O compósito pode ser fabricado usando os mesmos equipamentos já empregados na galvanoplastia, permitindo substituir o problemático cromo.

Material "impossível" estica quando comprimido

Material "impossível" estica quando comprimido

Governo deve anunciar à tarde vetos do Código Florestal

A presidente Dilma Rousseff tem reunião na manhã desta sexta-feira com os líderes do governo no Congresso para apresentar a eles os vetos decididos pelo governo para o texto do Código Florestal. O anúncio oficial está previsto para as 14 horas com a presença dos ministros Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, Pepe Vargas, do Desenvolvimento Agrário, e Mendes Ribeiro, da Agricultura.

A informação foi prestada na noite da quinta, pela ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que conversou com os líderes Arlindo Chinaglia (PT-SP), José Pimentel (PT-CE) e Eduardo Braga (PMDB-AM), para já começar a estratégia de discussão do Código no Congresso. "A reunião é para começar a operar", comentou Ideli. Para a ministra, "a reação da opinião pública confirmou a tese defendida pelo governo de que teria sido muito melhor terem apostado no acordo em torno do texto do Senado, que era muito mais equilibrado, tinha mais condições de ser colocado em prática".

Ideli assegurou ainda que não há nenhum impedimento para o governo apresentar um novo texto ao Congresso para preencher as lacunas que surgirão em decorrência dos vetos, seja ele por medida provisória, seja por projeto de lei. A ministra disse ainda que todo o esforço está sendo feito para aproveitar ao máximo o espírito do texto que havia sido aprovado pelos senadores e depois foi alterado pelos deputados, na Câmara.

Ideli disse que vai propor à presidente que, após a decisão sobre o veto, na semana que vem, ela e os ministros que participaram das discussões, convidem os líderes dos partidos da base aliada para apresentarem os motivos dos vetos e verem como o governo espera que o novo texto a ser apresentado para preencher as lacunas existentes, tramite na Câmara e no Senado.

A presidente decidiu vetar parcialmente o texto do novo Código Florestal votado pelo Congresso. Segundo um dos interlocutores da presidente que acompanha de perto a discussão interna no Palácio do Planalto, a ideia é manter todo o texto comum, que passou pelo crivo de deputados e senadores, e vetar as polêmicas que geram insegurança jurídica e envolvem conflitos entre ambientalistas do governo e o setor produtivo. A palavra final nestas polêmicas será dada pela própria presidente, que já decidiu editar Medida Provisória tratando do Assunto. 

Até a noite passada, porém, não havia sequer um esboço do texto da Medida Provisória por meio da qual o governo pretende aperfeiçoar a proposta do Congresso e evitar insegurança jurídica no setor. Um dos participantes da reunião da quinta-feira disse que a presidente estava examinando "com lupa" o texto do novo Código e discutindo cada detalhe

Fonte e demais informações:  http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,governo-deve-anunciar-a-tarde-vetos-do-codigo-florestal,877817,0.htm

Seis dicas para estimular a inovação em TI

Consultoria ensina como os CIOs podem eliminar focos contaminadores que brecam as boas ideias e se tornarem inspiradores dessa cultura na empresa.

Edileuza Soares

24 de maio de 2012 - 07h30
 
Saber como colocar a inovação em prática e eliminar os fatores que impedem que essa cultura se espalhe pelo departamento de TI e para outras áreas da empresa. Esse foi o desafio colocado para os CIOs no primeiro dia da IT Leaders Conference 2012, que abriu ontem (23/05) e se estende até domingo, em Arraial D`Ajuda, na cidade de Porto Seguro (BA), promovida pela Computerworld.

Em um workshop conduzido por Christina Luna, consultora da Eagle Fligth, empresa canadense de treinamento e desenvolvimento de programas para mudanças, os CIOs tiveram oportunidade de avaliar o quanto estão próximos ou distante da inovação.

Por meio de jogos que obrigaram os executivos a colocar sua criatividade em prática, Christina mostrou que a inovação é um efeito multiplicador que traz resultados para a companhia e que a TI tem de buscá-la o tempo todo.

“Inovar é descobrir novas abordagens para uma situação que já existe. É tornar algo melhor, fazendo diferente”, define a consultora. Ela chama atenção de que para desenvolver a inovação não basta apenas acordar com uma boa ideia e ter boas ferramentas nas mãos.

O CIO tem de saber como criar um ambiente adequado para incentivar sua equipe a ter a cultura de inovação e espalhá-la pelo seu departamento e companhia para trazer resultados aos negócios. A consultora sintetiza que inovação é um feito multiplicador de resultados e quanto mais a TI praticá-la, mais dinheiro e riqueza poderá trazer para a organização.

Contaminadores da inovação 

A consultora da Eagle Flight avalia que a TI é muito amarrada a processos e recomenda que o CIO saia da caixa, ou seja, de seu mundo pensante para inspirar outras pessoas na geração de ideias. Ela lembra que inovação é apenas 10% inspiração e os que os outros 90% são transpiração, sinanlizando que é preciso arregaças as mangas e trabalhar.  

O CIO é chamado para liderar projetos de inovação e ele tem que desenvolver competência para lidar com esse tema. “Se a inovação não é a sua missão, ele ficará atendendo apenas aos requisitos operacionais”, adverte Christina.

Christina enumera cinco contaminadores da inovação que precisam ser vencidos pelos gestores de TI. São eles: crítica às novas ideias; medo de falhar; adoção de metodologia antiga; ideias preconcebidas e apatia ao novo.

Ela considera que a geração Y pode ser uma aliada nos processos de inovação, pois é cheia de ideias que podem ser aproveitadas. Mas os CIOs têm de saber como conduzir esses jovens, sem tentar moldá-los para não bloquear a criatividade deles.

Visão dos CIOs 

CIOs reconhecem que por serem orientados a processos, às vezes têm dificuldade para colocar a criatividade em prática e buscar instrumentos para estimular sua equipe na geração de novas ideias.

 “Acho que os contaminadores da inovação somos nós mesmos”, diz o CIO Jens Hoffmann, da ZF do Brasil, admitindo que precisa encontrar equilíbrio entre criatividade e assuntos do dia a dia. O lado bom, segundo ele, é que nem sempre inovar significa fazer novos investimentos.

Na avaliação de Fernando Birman, CIO da Rhodia, a TI ainda tem dificuldade em lidar com a inovação porque fica imersa tentando apagar os incêndios do dia a dia. “O desafio é ser flexível, zelar pela segurança da empresa e não matar as boas ideias da equipe”, diz.

“Hoje o CIO tem o papel de trazer soluções e inovações para contribuir com os resultados da empresa”, afirma Marcos Roberto Pasin, CIO da BN Construções. Ele reconhece que o gestor dos novos tempos tem que ser menos técnico e mais antenado aos negócios para transformar a TI de centro de custos em área de inovação.

Luiz Felipe, Fuhrmeister, CIO da Santa Casa de Porto Alegre, conta que a TI se esforça para praticar a inovação, mas se esbarra muito no que a consultora Christina chama de ideias preconcebidas. “É difícil convencer as pessoas a mudarem. Como vou convencer alguém que está próximo de se aposentar a fazer diferente algo  fez a vida inteira de determinado jeito?”, questiona.

Confira a seguir sete dicas da Eagle Flight para estimular inovação:

1- Escolha algo que você queira mudar ou melhorar na sua empresa e defina o benefício real da transformação
2- Use a técnica de geração de ideias com sua equipe, fazendo brainstoring
3- Identifique prós e contras sobre as novas ideias
4- Resolva os contras
5- Eleja um padrinho/mentor para monitorar o processo de mudança escolhido
6- Crie um plano de ação. Distribua as tarefas, identifique os recursos necessários e estabelece prazos para o eu processo de mudança.  


Fonte e demais informações:http://computerworld.uol.com.br/especiais/2012/05/24/seis-dicas-para-estimular-a-inovacao-em-ti/
 

Inovação: Fábrica da PepsiCo investe um milhão de euros na transformação de águas residuais em biogás

Lisboa, 24 mai (Lusa) -- A fábrica da PesiCo/Matutano no Carregado instalou um projeto inovador na área da energia que vai permitir transformar a matéria orgânica das águas residuais industriais em biogás, reduzindo custos para a unidade, avançou hoje a empresa.

"Este é um projeto inovador nunca implementado em nenhuma fábrica do grupo. Vamos produzir biogás através das águas industriais do processo de fabrico (águas residuais), que posteriormente vai ser introduzido diretamente nos queimadores do processo", disse à agência Lusa o diretor ibérico para o Ambiente e Sustentabilidade, João Nobre da Costa.

Com este projeto, no qual a empresa investiu um milhão de euros, o biogás é utilizado (como fonte de energia) diretamente nos queimadores do processo produtivo, o que permite além da redução de cinco por cento no consumo de gás natural da fábrica, garantir um tratamento mais eficaz das lamas.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

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Aditivos de concreto entram na era da nanotecnologia


Entre as vantagens, inovação diminui emissão de CO₂, além de gerar materiais com melhores propriedades e, portanto, mais duráveis
Por: Altair Santos
A nanotecnologia começa a ser testada em aditivos de concreto para aprimorar as qualidades do material. As microestruturas têm a propriedade de realçar características como resistência e robustez, além de influenciar na permeabilidade e na cura do material. “É uma série de vantagens, entre elas a redução no consumo de água e a diminuição na emissão de CO₂ para produzir a mesma quantidade de concreto, além da rapidez na cura interna, o que torna o material mais resistente”, diz Fabricio André Buzeto, coordenador de tecnologia da Basf.

Fabrício André Buzeto, da BASF: exploração do pré-sal vai exigir concreto com materiais nanoestruturados.

Outro exemplo no avanço dos aditivos a base de nanopartículas é que eles promovem um efeito de melhoria da fluidez do concreto ao longo do transporte da central dosadora até a obra. “Isso permite que com a seleção de nanocompostos se modifique o tipo de aditivo, levando em consideração as características químicas que o material vai precisar para cumprir plenamente sua função”, explica Humberto Benini, chefe do Departamento de Físico-Química da Grace.

Segundo Fabricio André Buzeto, a aplicação de materiais nanoestruturados permite criar produtos específicos para cada tipo de obra. “A tecnologia será muito importante na exploração da camada pré-sal. Hoje já existem produtos utilizados em cimentação de poços de petróleo que são baseados em nanoestruturas”, revela. Uma das características mais importantes destes materiais é que eles são “inteligentes”. Através de nanobots, são capazes de apontar fissuras e problemas estruturais, reduzindo sensivelmente o risco de vazamento.

Atenta a essa tecnologia, a Petrobras, desde 2011, por meio do Centro de Pesquisa Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), firmou convênios para o desenvolvimento de pesquisas nanotecnológicas em parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), de São Paulo/SP, e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O objetivo tem também a incumbência de formar pesquisadores em nanocompostos. “A capacitação é fundamental, pois a tecnologia representa uma quebra de paradigma no que se refere aos métodos e práticas vigentes na construção civil”, afirma Humberto Benini.

Exemplo das pontes entre os compostos hidratados do cimento e os nanotubos de carbono em uma microestrutura de concreto.

Um dos obstáculos para que a nanotecnologia seja definitivamente incorporada à indústria cimenteira é a sua viabilidade econômica. “O uso combinado do cimento Portland e os nanotubos de carbono (CNT) ainda apresenta muitos desafios para sua viabilização econômica como material de construção, mas o potencial de uso é imenso. Tanto é que na Europa se formou um consórcio, o NanoCem, para desenvolver soluções envolvendo fabricantes, usuários, universidades e institutos governamentais. É um exemplo de ação setorial para o desenvolvimento da nanotecnologia, como ocorre também nos Estados Unidos, onde há um programa semelhante”, comenta Benini.

Quando alcançado o estágio de produção industrial, os benefícios da nanotecnologia aplicada aos canteiros de obra serão inquestionáveis, avaliam os especialistas. “Os ganhos de produtividade, redução da dependência do operador e mecanização dos processos representarão um grande benefício à indústria da construção, tanto pela redução dos custos e melhoria da qualidade quanto ao consumidor final e a sociedade, que contará com construções de melhor qualidade, mais duráveis e, portanto, com menor impacto ambiental e econômico”, conclui o chefe do Departamento de Físico-Química da Grace.

Entrevistados

Fabricio André Buzeto, coordenador regional de tecnologia para a América do Sul da Basf e Humberto Benini, chefe do Departamento de Físico-Química da Grace
 
Currículos

- Fabricio André Buzeto é bacharel em química com atribuições tecnológicas, pela PUCCAMP, com extensão em gerenciamento de projetos e extensão em gerenciamento estratégico de núcleos de inovação tecnológica pela Unicamp

- Também é mestre em ciência, tecnologia e gerenciamento de materiais poliméricos, pela Universidade de Ferrara (Itália), pela Universidade de Hamburgo (Alemanha), e mestre em engenharia química, ciência e tecnologia dos materiais, pela Unicamp

- Tem doutorado em engenharia química, ciência e tecnologia dos materiais, pela Unicamp

- Humberto Benini é engenheiro químico, com doutorado em engenharia da construção civil e materiais pela Universidade de São Paulo (USP). Atua há 12 anos como profissional na indústria de cimento, concreto e aditivos
Créditos foto: Divulgação
Jornalista responsável: Altair Santos – MTB 2330
 
Fonte e demais informações:  http://www.cimentoitambe.com.br/massa-cinzenta/aditivos-de-concreto-entram-na-era-da-nanotecnologia/?utm_medium=referral&utm_source=pulsenews

PINIweb.com.br | Assista aos seminários da PINI pela internet  | Construção Civil, Engenharia Civil, Arquitetura


A Editora PINI acaba de lançar um novo serviço, o Seminário web PINI, para os profissionais que não podem deslocar-se até os eventos promovidos pela empresa. "Os seminários web atenderão às necessidades desse público, entregando, por meio da internet, o conteúdo gravado dos seminários presenciais", explica Ricardo Massaro, gerente de marketing e eventos da PINI.

A empresa tem organizado seminários presenciais ao longo dos últimos seis anos, com aumento do público a cada ano. Em 2011, cerca de 2.300 profissionais assistiram aos nove seminários realizados, sendo 25% desse público proveniente de outros estados, que não o da realização do evento.  "Percebemos que outra parcela de profissionais não comparece aos eventos em razão da distância e dos custos indiretos como passagem e hospedagem", comenta Massaro.  Em 2012, a PINI realizará 12 seminários, sendo três fora de São Paulo.

O acesso aos vídeos dos eventos ficará disponível na Loja PINI. O profissional, após confirmação de pagamento, receberá um login e senha. O sistema é seguro e não permite download, gravação, ou retransmissão dos conteúdos para outros usuários. Mais informações no telefone 11 2173-2474.

O primeiro vídeo disponível é o do seminário Concreto - Estruturas e Fechamentos para Edificações, gravado no dia 6 de março na cidade de São Paulo.

Confira o conteúdo do seminário:

Desafios e Tendências Tecnológicas para o Concreto EstruturalPalestrante: eng. Luiz Carlos Pinto da Silva Filho. Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, atualmente é coordenador do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil. Líder do Grupo de Pesquisa Leme, é também diretor de pesquisa e desenvolvimento e diretor regional do Instituto Brasileiro do Concreto (Ibracon).

Como Evitar Falhas de Projeto e Execução de Estruturas de Concreto
Palestrante: eng. Ricardo França. Professor dos cursos de graduação e pós-graduação da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Membro do ACI, CEB/FIB, IABSE, Ibracon e do conselho da Abece, Ricardo França é autor de vários projetos de edifícios de grande porte na cidade de São Paulo. Atua como palestrante em diversos eventos da Construção Civil e é autor de artigos e entrevistas em revistas técnicas e congressos de alvenaria estrutural.

Como Controlar Serviços de Concretagem e Atender à Norma De Preparo de Controle e RecebimentoPalestrante: eng. Arcindo Vaquero Y Mayor. Consultor na área de tecnologia do concreto dosado em central e meio ambiente, desenvolve trabalhos para a Abesc (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem) e a FIPH (Federación Ibero Americana de Hormigón Premezclad). É responsável por mais de 15 milhões de m³ de concretos aplicados.

Tecnologias de Concreto para Fechamento de EdificaçõesPalestrante: eng. Francisco Pedro Oggi. Engenheiros de estruturas, fundador e diretor da Empório do Pré-Moldado. Atua há cerca de 30 anos como projetista e consultor em sistemas construtivos industrializados para a construção civil.

Casos de Execução de Estruturas de Concreto em Edifícios
Palestrante: eng. Jorge Batlouni. Diretor Técnico da Tecnum Construtora. Professor de Tecnologia na Gestão da Produção de Edifício do MBA da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, é coordenador do Comitê  de  Tecnologia e  Qualidade  do SindusCon-SP e membro do conselho editorial da revista Téchne - Editora PINI
Assista, a seguir, trecho da palestra realizada pelo engenheiro Francisco Pedro Oggi, sobre Tecnologias de Concreto para Fechamento de Edificações.