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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Vestibular 2012

A Pró-Reitoria de Graduação informa que o SiSU (Sistema de Seleção Unificada) será a única modalidade de processo seletivo de admissão de vagas iniciais (Vestibular) para 2012.


COPS - Coordenação de Processos Seletivos
Campus Prof. José Rodrigues Seabra
Fones: (35) 3629-1415     
Correio Eletrônico: cops@unifei.edu.br

Fonte e demais informaçõeshttp://www.unifei.edu.br/cops/vestibular-2012

Obras de grande porte estão sendo preparadas com enrtulho de demolições



Fontes e demais informações: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1564981-7823-OBRAS+DE+GRANDE+PORTE+ESTAO+SENDO+PREPARADAS+COM+ENRTULHO+DE+DEMOLICOES,00.html

Capes critica baixo investimento privado em inovação tecnológica

Presidente do órgão vê acesso difícil a recursos de patentes pelo padrão de industrialização
Por: Fábio M. Michel, com agências
Publicado em 14/07/2011, 15:30
Última atualização às 15:30

São Paulo - O nível de investimento do setor empresarial brasileiro em pesquisas de inovação tecnológica foi taxado de "mínimo e ridiculamente baixo", pelo presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o bioquímico Jorge Almeida Guimarães. A avaliação foi feita durante reunião na 63ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que vai até esta sexta-feira (15), em Goiânia.

Guimarães mostrou, em sua exposição, que a principal fonte de inovação na economia moderna são as patentes obtidas pelas indústrias. Mas o padrão de industrialização brasileiro faz com que as empresas nacionais não tenham esse recurso.

"Nossas empresas não fazem patentes, porque a nossa indústria não é nossa ou porque ainda vemos grande parte das estruturas ligadas à família dos empresários", assinala. "Quando morre o patriarca, os herdeiros querem o dinheiro para viver a vida. Por isso, o investimento é muito pequeno."

As patentes asseguram faturamento às empresas além da comercialização direta dos produtos. O dinheiro também remunera inventores e laboratórios de desenvolvimento. Por essa razão, nas principais economias do mundo, o investimento da iniciativa privada em pesquisa e desenvolvimento costuma ser muito maior que o do Estado.

Segundo o portal Desenvolvimento Sustentável, dados do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) indicam que as empresas nos Estados Unidos investem um valor correspondente a 1,86% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, ante 0,75% do governo. Na Coreia do Sul, o equivalente a 2,46% do PIB é proveniente da iniciativa privada e 0,86%, do Estado. No Japão, a distância é maior: 2,68% de empresas ante 0,54%, do setor público. Os investimentos do governo do Japão são proporcionalmente iguais ao do Brasil, mas a iniciativa privada no país só investe 0,57%.

Atrasado

O cientista reclama ainda dos limites impostos pela legislação brasileira para o patenteamento de produtos da biotecnologia, como os fármacos. "A principal área de inovação no mundo é biotecnológica e nós estamos impedidos de patentear qualquer produto que tenha origem na natureza, entre eles os micro-organismos. Mas os micro-organismo são a grande fonte para desenvolvimento de antibióticos. Ao proibir a patente de produtos como esses, estamos favorecendo a biopirataria e permitindo que outros países façam (os medicamentos)"

Cerca de 90% dos fármacos que o Brasil consome são onerados por conta da importação de matérias-primas e as obrigações comerciais com as patentes estrangeiras.

Com informações do portal Sociedade Sustentável

Fonte e demais informaçõeshttp://www.gestaoct.org.br/

Capes seleciona projetos para o Programa NoPa

Brasília, 14 a 17 de julho de 2011 - Nº 1056 - Ano 11

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) seleciona projetos conjuntos de pesquisa para o Programa NoPa, nas áreas de energias renováveis e eficiência energética, e proteção e gestão sustentável das florestas tropicais. A data limite para a submissão das propostas é 25 de agosto.
     O programa, uma parceria da Capes com o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) e o Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), tem como objetivo apoiar o intercâmbio científico entre grupos de pesquisa brasileiros e alemães e a formação de recursos humanos, além de incentivar a inovação tecnológica no setor produtivo público e privado.
     Serão selecionados até oito projetos conjuntos, com o início das atividades previsto para novembro de 2011. A mensalidade para graduação sanduíche é de 870 euros mensais, para doutorado sanduíche de 1,3 mil euros e para pós-doutorado no valor de 2,1 mil euros.
     É necessário comprovar a vinculação do projeto a programa de pós-graduação reconhecido pela Capes, assim como a proposta deve contemplar a formação de doutorandos e o aperfeiçoamento de docentes e pesquisadores vinculados à equipe de trabalho.
     O edital está disponível neste link.  


Fonte e demais informações: http://www.gestaoct.org.br/

Cristovam quer BNDES financiando a inovação

13/7/2011 17:45,  Por Agencia Senado
 
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) sugeriu nesta quarta-feira (13) que o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) use seus recursos e competência para criar um setor voltado para o investimento em inovação, podendo inclusive acrescentar a letra “I” no final de sua sigla. Segundo ele, o investimento em inovação é o único caminho que o Brasil tem para o futuro e para deixar de ser uma economia montadora e passar a ser uma economia criadora. 

- Não vai dar para mantermos nossa economia exportando minério de ferro. O poder de concorrer vem de criar produtos novos – alertou. 

Cristovam também parabenizou o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e a presidente da República Dilma Rousseff, por desistirem de participar do processo de fusão dos supermercados Pão de Açúcar e Carrefour. Para ele, não é papel do banco financiar operações do varejo. O senador questionou o que fazer agora com os R$ 4,5 bilhões que seriam captados no mercado financeiro com títulos da dívida pública para financiar a fusão. 

- O potencial desse dinheiro hipoteticamente está aí. Com os R$ 4,5 bilhões poderíamos erradicar o analfabetismo em todo o Brasil. O que seria mais importante: fundir dois supermercados ou erradicar o analfabetismo? Estudos demonstram que uma pessoa alfabetizada ganha 40% mais – afirmou. 

O senador também assinalou que o banco tem um estoque de empréstimos no valor de R$ 315 bilhões. Ele disse que, com esse dinheiro, seria possível financiar por dez anos 25 institutos como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), ou criar uma rede de instituições de alta eficiência para desenvolver o conhecimento. Cristovam ainda observou que o banco deveria investir nas universidades, exigindo um vínculo maior com o setor produtivo e disse que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) é um exemplo do que se pode fazer com ciência e tecnologia, ao custo de R$ 243 milhões por ano.

- Precisamos usar o dinheiro público observando com muito cuidado o custo de oportunidade. Não podemos usar o dinheiro do pré-sal para pagar juros aos bancos, por exemplo – afirmou.
Da Redação / Agência Senado

Fonte e demais informaçõeshttp://correiodobrasil.com.br/cristovam-quer-bndes-financiando-a-inovacao%C2%A0/268757/

Amanhã é o último dia para candidatos concorrerem a bolsas oferecidas pela Braskem

Brasília, 14 a 17 de julho de 2011 - Nº 1056 - Ano 11

Esta sexta-feira (15) é o último dia para interessados se inscreverem a bolsas de estudo de mestrado e doutorado oferecidas pela Braskem. O objetivo é apoiar projetos que contribuam para o desenvolvimento da química sustentável no país.

     Serão concedidas dez bolsas de mestrado e dez de doutorado, nos valores de R$ 1,5 mil e R$ 2,5 mil mensais, respectivamente. O candidato deve estar cursando as modalidades em qualquer universidade do Brasil.

     O tema do trabalho dos candidatos deve estar relacionado às seguintes áreas: produtos químicos a partir de matérias primas renováveis; soluções para o pós consumo de plásticos; e desenvolvimentos na área de processos, produtos e catalisadores para a indústria petroquímica.

     As inscrições podem ser feitas neste link.  

Fonte e demais informaçõeshttp://www.gestaoct.org.br/

Finep quer dar maior incentivo à robótica

Entre 2004 e 2010, a Finep investiu em projetos na área de robótica R$ 47,5 milhões

AGÊNCIA BRASIL

Os investimentos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência e Tecnologia, deverão aumentar em todos os campos da inovação tecnológica em que o Brasil tem vocação, com ênfase na área de robótica, disse hoje (14) à Agência Brasil o superintendente adjunto de Cooperação da instituição, Hudson Lima Mendonça.

Ele representou o diretor de Inovação da Finep, João de Negri, no seminário promovido pelo Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro, que debateu a inovação tecnológica brasileira na indústria de robôs.

Entre 2004 e 2010, a Finep investiu em projetos na área de robótica R$ 47,5 milhões. Segundo Mendonça, um dos desafios neste campo é a exploração de petróleo na camada pré-sal. “No pré-sal, há uma necessidade de automação muito grande, dadas as condições adversas da exploração”. Ele disse que existe a tendência de um aumento de investimentos em automação, puxado pelo pré-sal.

Mendonça destacou que o Brasil possui uma base importante de conhecimento e desenvolvimento em robótica no Ceará e no Rio de Janeiro, cujos projetos poderão servir como referencial para a exploração de outras áreas, caso haja interesse na alocação de recursos.

Segundo Mendonça, a Finep encontra-se em um momento importante de reestruturação, “preparando-se para um crescimento muito grande”. Ele acredita que a nova política industrial vai ajudar a definir as áreas em que a Finep vai atuar preferencialmente. “O que já dá para antecipar, segundo o superintendente, é que a exploração de petróleo deverá ser uma das prioridades”.

Mendonça destacou que os parques industriais e o pré-sal deverão concentrar os projetos de robótica no país, seguidos do agronegócio. “Onde houver espaço para automação, o Brasil tem perspectivas”.

Fonte e demais informações: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/finep-quer-dar-maior-incentivo-a-robotica_117752/

Brasil e Letônia discutem parcerias na área de tecnologia da informação

Brasília, 14 a 17 de julho de 2011 - Nº 1056 - Ano 11

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel e o primeiro-ministro da Letônia, Valdis Dombrovskis discutiram na última terça-feira (12), parcerias nas áreas de logística, construção civil e tecnologia da informação. A ideia é estreitar as relações entre os setores produtivos dos dois países e elevar o intercâmbio comercial.
     Durante a reunião foi tratada, ainda, uma cooperação na área educacional, com treinamento em áreas de ciências exatas, em que a Letônia é considerada avançada. De acordo com Pimentel, a parceria é estratégica para o Brasil, visto que aquele país poderá ser uma porta de entrada para os mercados da Estônia, Lituânia, Rússia, Cazaquistão e Ucrânia.
     A relação entre as duas nações também tratará resultados para projetos de banda larga brasileiros. Valdis Dombrovskis anunciou a criação de uma linha de produção de equipamentos de telecomunicações, como de tecnologia wireless capazes de transmitir até 366 Mb de dados por segundo em Curitiba (PR). “É bastante estratégico, no momento em que há um esforço de se expandir o acesso à internet e o uso das tecnologias de banda larga no Brasil”, disse Pimentel.
     Informações sobre o MDIC estão disponíveis no site www.mdic.gov.br.
     (Com informações do MDIC) 

Fonte e demais informações: http://www.gestaoct.org.br/

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Brasil detém tecnologia de reprodução 3D para cirurgias

O Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), de Campinas (SP), vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), desenvolveu um software para a reprodução tridimensional de órgãos que necessitem de tratamento e de cirurgia.

O software InVesalius permite o uso da imagem de ressonância magnética ou de tomografia computadorizada para recriar uma cópia em tamanho natural imprensa em 3D em gesso, cerâmica, plástico e metal. "Qualquer órgão é reproduzível", explica o matemático e engenheiro mecânico Marcelo Oliveira, especialista do CTI.

Segundo ele, com a tecnologia é possível reproduzir e ampliar células e até pequenas partículas vistas em microscópios, como a proteína de hemoglobina que está no estande do CTI na Expotec, a feira de ciência, tecnologia e inovação que pode ser visitada durante a 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que acontece em Goiânia.

A partir da cópia feita com o InVesalius é possível confeccionar próteses e planejar melhor os procedimentos, o que economiza 60% do tempo de cirurgia, aumenta a precisão e diminui riscos, segundo o especialista.

Conforme Oliveira, a tecnologia tem sido especialmente utilizada em cirurgias de reconstituição craniana e facial, para a produção de próteses do osso fêmur - o que melhora a articulação da prótese com a bacia, evita novas lesões e garante mais conforto aos pacientes.

Cerca de 130 hospitais públicos já utilizaram a tecnologia, que começou a ser desenvolvida em 2001. Mais de 300 cirurgiões brasileiros conhecem o recurso e já utilizaram em 1.980 atendimentos. Há uma rede de mais de 4.750 desenvolvedores de software de cerca de 65 países que participam dos fóruns de discussão para o desenvolvimento da tecnologia, que é considerada pela comunidade científica internacional uma das fronteiras do conhecimento para esta década.

O CTI trabalha atualmente na adaptação do uso do InVesalius com sensores de movimento, que funcionam como mouses virtuais e captam o movimento do cirurgião no centro cirúrgico e evita, assim, o contato com computadores e eventual contaminação.

Mais informações sobre o software podem ser obtidas no email invesalius@cti.gov.br. O programa está disponível no portal www.softwarepublico.gov.br.

Fonte e demais informações: http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2011/07/14/brasil-detem-tecnologia-de-reproducao-3d-para-cirurgias/

Prêmio de Fotografia Ciência e Arte


O Prêmio de Fotografia Ciência e Arte foi concebido como um marco para a criação do acervo de imagens relativas à produção e à criação técnica e científica brasileira. O Prêmio revela talentos e traz uma tendência relativamente recente no âmbito acadêmico científico mundial de associar as tecnologias tradicionais e inovações eletrônico-digitais à produção de imagens com temas sobre pesquisa científica, tanto quanto objeto como produto de estudos e análises fundamentados na ciência.

As inscrições estão abertas até 12/08/2011, 18h, horário de Brasília. A inscrição é de caráter individual e deverá ser efetuada por categoria. O candidato poderá se inscrever em mais de uma categoria 3º. As inscrições serão feitas exclusivamente pelo site do Prêmio: www.premiofotografia.cnpq.br

Fonte e demais informaçõeshttp://www.cnpq.br/premios/2011/pf/index.htm

Empresa brasileira fará automação das oito primeiras plataformas da Petrobras em campos do pré-sal

Alana Gandra

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Uma empresa gaúcha de médio porte do setor de tecnologia, a Altus, assinou esta semana um contrato no valor de R$ 115 milhões para o fornecimento de sistemas de automação e controle das oito primeiras plataformas da Petrobras que irão operar nos campos do pré-sal, na Bacia de Santos.

O projeto prevê a automação e a instalação de sistemas integrados de controle das oito plataformas dos blocos exploratórios BMS-09 e BMS-11, na Bacia de Santos, incluindo os campos de Lula, Cernambi, Guará e Carioca. De acordo com a empresa, a integração dos sistemas permitirá a produção de 1,2 milhão de barris diários de petróleo quando as oito plataformas estiverem em operação, em 2017.

O presidente da Altus, Luiz Gerbase, destacou que a empresa é especializada em tecnologia de automação para produção de óleo e gás em águas profundas. Segundo ele, isso permitiu ultrapassar os requisitos de conteúdo local exigidos pela Petrobras para as plataformas.

O percentual previsto de conteúdo local variava de 20% na primeira plataforma a 80% na oitava. A Altus, entretanto, atingiu 80% de conteúdo local na primeira plataforma, de acordo com Gerbase. “O equipamento é desenvolvido no Brasil e fabricado no país. E somos a única empresa que faz isso no Brasil hoje”, disse em entrevista à Agência Brasil.

Criada há 28 anos, a Altus tem 270 funcionários. O contrato firmado com a Petrobras vai ampliar o quadro de pessoal, segundo Gerbase. “A expectativa é contratar mais 80 funcionários de alto valor agregado. São engenheiros, técnicos, pessoal que agrega valor ao produto”.

Esse sistema de automação é usado pela empresa gaúcha em outros setores, como usinas hidrelétricas. Segundo Gerbase, o fornecimento de sistemas de automação para as novas plataformas tem um significado importante. “Elas são simbólicas por causa do pré-sal.”

Edição: Juliana Andrade // A matéria foi alterada para esclarecer informação

Cemig e Fapemig financiam projetos de inovação para o setor energético

Um total de R$ 30 milhões em recursos não reembolsáveis será destinado para projetos de P&D. 

Até o dia 12 de agosto, empresas com capacidade para desenvolver projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) que atendam às necessidades da Cemig e do setor energético de um modo geral podem enviar suas propostas de acordo com o edital Fapemig/Cemig/ANEEL 11/2011. Empresários e profissionais do setor de software de Minas Gerais receberam informações detalhadas sobre as possibilidades abertas no edital público durante o Intercâmbio Empresarial Fumsoft, realizado no último dia 17 de junho. 

Lançado por meio da parceria entre Cemig e Fapemig, o edital engloba 12 áreas de demandas, como meio-ambiente, fontes alternativas de energia e planejamento elétrico. Projetos que visem a geração de novos conhecimentos ou aplicação inovadora de conhecimentos já existentes podem ser propostos. Segundo o gerente de gestão tecnológica da Cemig, Jaelton Avelar Fernandino, a prioridade é sempre a qualidade do projeto. “Primeiramente, a Cemig avalia se o projeto é bom, viável e adequado à estratégia da empresa. Só depois será analisado o valor a ser investido para sua execução”, afirma. 

O edital faz parte do Programa de P&D da Companhia, que visa o posicionamento da Cemig entre os dois maiores grupos de energia do Brasil em valor de mercado até 2020, além da liderança em sustentabilidade energética. O programa existe há 12 anos e, desde então, cerca de R$ 312 milhões já foram investidos em inovação. Ao todo, foram 313 projetos financiados, sendo que 49 deles geraram sistemas voltados para a otimização de processos e integração de informações em diferentes plataformas. 

Nos próximos cinco anos, a parceria entre Fapemig e Cemig destinará um total de R$ 150 milhões a estudos específicos para o setor energético. Segundo Mônica de Fátima Vilela, do Departamento de Transferência de Tecnologia da Fapemig, as empresas interessadas em concorrer tem a obrigatoriedade de ter parceria com uma Instituição Científica e Tecnológica (ICT), como a Fumsoft, que cuidará da gestão dos recursos. 

 Fonte e demais informações:  http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=164312

Notícias » Tecnologia » Tecnologia Americanos querem retirar energia de ondas magnéticas no ar

11 de julho de 2011 17h20


Pesquisadores do Georgia Tech estão desenvolvendo uma espécie de 
antena, capaz de capturar energia das ondas eletromagnéticas presentes 
em toda a .... Foto: Georgia Tech/Divulgação Pesquisadores do Georgia Tech estão desenvolvendo uma espécie de antena, capaz de capturar energia das ondas eletromagnéticas presentes em toda a parte
Foto: Georgia Tech/Divulgação

Pesquisadores do Georgia Tech estão desenvolvendo uma espécie de antena, capaz de capturar energia das ondas eletromagnéticas presentes em toda a parte, como ondas de rádio, celular e televisão. Os sensores são produzidos com impressoras a jato de tinta e podem ser feitos de papel ou de polímeros especiais. 
O professor Manos Tentzeris, da Escola de Engenharia Elétrica e Computacional do Instituto Georgia Tech, afirmou ao site Science Daily que "há muita energia eletromagnética em nossa volta, só que ninguém jamais conseguiu capturá-la". O site explica que os pesquisadores estão utilizando uma impressora a jato de tinta para combinar antenas, sensores e dispositivos de captura de energia em papéis ou polímeros flexíveis.

O resultado disso tudo são sensores autoalimentados que podem ser utilizados para diversas aplicações, como sensores biomédicos e químicos, identificação por radio-frequência (RFID) e dispositivos de comunicação. O site Hack A Day conta que a equipe pretende realizar uma demonstração em breve, mostrando um microcontrolador que funciona apenas em contato com o ar.

Alguns experimentos feitos já conseguiram retirar energias da ordem de centenas de microwatts (0,0001 W) em faixas espectrais da banda da televisão. Entretanto, a equipe acredita que, utilizando bandas eletromagnéticas multiespectrais, será possível conseguir energias da ordem de 1 miliwatt (0,001 W) ou mais. Assim, combinando este tipo de dispositivo com supercapacitores, os pesquisadores esperam conseguir armazenar energias maiores que 50 miliwatts, o que seria suficiente para abastecer os dispositivos.

Atualmente, os pesquisadores já estão "imprimindo" sensores que operam em faixas de até 15GHz de frequência, mas eles afirmam que esta faixa pode ser de até 60GHz se estes sensores forem impressos em polímeros.

Inscrições abertas - 6.º Seminário sobre Sustentabilidade

A FAE Centro Universitário estará promovendo, no período de 09 a 11 de novembro de 2011, o *6.º SEMINÁRIO SOBRE SUSTENTABILIDADE*, o evento promovido pelo Programa de Mestrado em Organizações e Desenvolvimento da FAE coloca em discussão um dos grandes desafios para a sociedade e a ciência no mundo contemporâneo: buscar soluções no âmbito***da tecnologia e da inovação***para garantir o desenvolvimento sustentável. 

O objetivo do*6.º Seminário Sobre Sustentabilidade* é reunir pesquisadores das diversas áreas do conhecimento, a partir de um enfoque interdisciplinar para debater questões relacionadas a inovação e tecnologia; visando a construção de uma sociedade sustentável.
Maiores informações em: http://www2.fae.edu/curitiba/sustentabilidade2011/index.vm

Coord. 6.º Seminário sobre Sustentabilidade
FAE Centro Universidade 

Fonte e demais informações http://www.abepro.org.br/interna.asp?un=1189

Estudante inventa sistema de tratamento de água com uso de energia solar

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O estudante de engenharia elétrica da Universidade Federal de Goiás (campus  de Jatai) Leonardo Lira (20 anos) inventou um sistema para tratamento de água que não usa energia elétrica, não emite gás carbono e retira material que pode poluir o meio ambiente. De baixo custo, o sistema pode ser utilizado por comunidades carentes sem acesso a saneamento básico.

Com cinco tábuas de compensado revestidas de papel alumínio, Leonardo fez uma caixa sem tampa de aproximadamente 1 metro quadrado com as paredes abertas e inclinadas, uma espécie de concentrador que recebe luz do sol.

No interior da caixa, o estudante depositou quatro garrafas PET transparentes com capacidade para 2 litros, cada, onde armazena a água para tratamento por três a seis horas. A água chega a atingir uma temperatura de 70 graus Celsius (30 graus a menos do que a temperatura de fervura), e, aquecida, elimina bactérias, vírus e substâncias que fazem mal à saúde humana.

Para testar o concentrador solar, Leonardo fez três séries de amostras de água de cinco residências que não recebem água encanada e tratada. O líquido foi pré-analisado pela Saneamento de Goiás S/A (companhia de saneamento do estado), que descreveu as impurezas e quantificou em tabela a ocorrência de coliformes fecais e de organismos como o rotavírus. Nos testes, após três horas no concentrador, eles foram eliminados. A água pôde ser bebida depois de esfriar naturalmente em jarra própria.

“Nosso foco era gastar o mínimo de energia possível sem passar por fervura, e, assim, não precisar de gás e evitar a emissão de poluentes”, comemora o futuro engenheiro que apresenta o seu trabalho na Expotec, a feira de ciência, tecnologia e inovação que está aberta durante a 63ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre em Goiânia (GO).

Nuvem da Engenharia promete nova era para setor industrial

Redação do Site Inovação Tecnológica - 13/07/2011

 A empresa japonesa Fujitsu lançou o conceito de Nuvem da Engenharia, um conceito de serviços online para o setor industrial, inspirado no conceito já difundido de Computação em Nuvem.

Além do conceito, a empresa está colocando no ar uma série de serviços que permitem a engenharia em nuvem, por meio de um conjunto de softwares e serviços relacionados às engenharias.

A nuvem inclui um sistema CAD, um software analítico voltado para as engenharias, bases de dados de peças e um conjunto de novos serviços voltados para o desenvolvimento e aprimoramento de processos industriais.

Nuvem de Engenharia

"A Nuvem de Engenharia usa uma das mais avançadas tecnologias de compressão de imagens em alta velocidade, conhecida como RVEC. A RVEC torna possível consolidar de forma eficiente aplicações e formatos de dados de grande volume, bem como dados de projeto, sobre uma plataforma em nuvem," afirma a empresa.

Nuvem da Engenharia promete modernizar projetos industriais
Com o sistema de engenharia em nuvem, as empresas se livrarão da necessidade de aquisição das caras estações de trabalho voltadas para o desenvolvimento de projetos. [Imagem: Fujitsu]
 
A tecnologia RVEC (Remote Virtual Environment Computing - ambiente de computação virtual remoto) foi desenvolvida nos laboratórios da empresa, e reduz drasticamente o tempo necessário para transmitir vídeos e imagens estáticas de alta resolução quando se usa um desktop virtual - o tempo é de cerca de um décimo em comparação com as tecnologias existentes.

Isso melhora a capacidade de resposta dos terminais clientes, tornando possível acessar o desktop virtual mesmo de um aparelho smartphone ou outro equipamento móvel, viabilizando o processamento gráfico de aplicativos com o CAD para uma ampla gama de dispositivos.

Clientes magros

As estações de trabalho de projeto são equipamentos caros e normalmente exigem uma equipe de TI trabalhando em conjunto com a equipe de engenharia.

Com o sistema de desktop remoto, a empresa afirma que os clientes se livrarão da necessidade de aquisição dessas estações, podendo usar os chamados thin-clients, e do setor de suporte, uma vez que os aplicativos estarão rodando na nuvem, disponíveis 24 horas por dias, 7 dias por semana.

Outra vantagem é a possibilidade de equipes de vários laboratórios da mesma empresa, ou de empresas parceiras, compartilharem o ambiente de desenvolvimento, independentemente de onde cada grupo se localiza geograficamente.

A Nuvem da Engenharia ainda está em fase de demonstração e testes, devendo estar disponível aos interessados a partir de Outubro.

UNIFEI vai usar o Enem como única forma de ingresso em 2012

12.07.2011 

A Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) vai usar a nota do Enem como única forma de ingresso para as vagas de 2012.

Ao todo, a instituição mineira vai oferecer 1.395 vagas distribuídas entre os campi de Itajubá e Itabira. 

No campus de Itajubá, os cursos oferecidos são de Administração, Biologia (Licenciatura), Ciência da Computação, Ciências Atmosféricas, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil, Engenharia da Computação, Engenharia de Bioprocessos, Engenharia da Energia, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Materiais, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica, Engenharia Hídrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecânica Aeronáutica, Engenharia Química, Física (Bacharelado), Física (Licenciatura), Matemática (Bacharelado), Matemática (Licenciatura), Química (Bacharelado), Química (Licenciatura) e Sistemas de Informação.

Em Itabira, há vagas para os cursos de Engenharia Ambiental, Engenharia da Computação, Engenharia da Mobilidade, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Materiais, Engenharia de Produção, Engenharia de Saúde e Segurança, Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica.

O Edital do processo seletivo de 2012 será divulgado no site: www.unifei.edu.br.

Fonte: Portal Universidade