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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Em livro, Nicolelis explica plano de fazer garoto tetraplégico chutar bola

Objetivo é fazer jovem dar pontapé inicial na Copa do Mundo.
Neurocientista é um dos pesquisadores mais respeitados do Brasil.

O neurocientista Miguel Nicolelis, um dos pesquisadores brasileiros de maior renome na comunidade científica internacional, apresentou nesta quarta-feira (29) ao público de São Paulo seu primeiro livro: “Muito Além do Nosso Eu”, editado pela Companhia das Letras.

Na obra, Nicolelis mostra a evolução dos estudos sobre o cérebro e chega a seu principal campo de atuação, que é a interação das máquinas com o sistema nervoso, ou interface cérebro-máquina. O cientista conta como pretende realizar o sonho de fazer com que um garoto tetraplégico brasileiro dê o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2014.

O sonho combina com o perfil do pesquisador da Universidade de Duke. Mesmo morando nos EUA há mais de 20 anos, Nicolelis tem projetos sociais para o desenvolvimento científico no Nordeste, sediados no Rio Grande do Norte. Além disso, sua paixão pelo futebol fica evidente durante a palestra, com inúmeras referências ao Palmeiras, clube de coração do paulistano.

Teoria distribucionista

O neurocientista se enquadra numa corrente que ele chama de distribucionista – em oposição à corrente localizacionista. O que Nicolelis quer dizer com isso é que um neurônio não pode ser analisado de forma isolada, um neurônio sozinho não produz nenhum comportamento. Para ele, o cérebro funciona como uma democracia, e é preciso que os neurônios elejam a ação que será tomada.

Com fios metálicos inseridos entre os neurônios, a equipe de seu laboratório conseguiu captar as correntes dentro do cérebro e detalhar a atividade neural de macacos.

Nicolelis mostrou os resultados de uma experiência feita com uma espécie de videogame. Com um joystick, sua macaca Aurora deveria posicionar um cursor dentro de um círculo. Como recompensa, ela ganhava um pouco de suco de laranha.

Miguel Nicolelis autografa um exemplar de 'Muito Além do 
Nosso Eu' (Foto: Tadeu Meniconi / G1)Miguel Nicolelis autografa um exemplar de 'Muito Além do Nosso Eu' (Foto: Tadeu Meniconi / G1)
Os cientistas registraram o que se passava dentro do cérebro dela. Em seguida, retiraram o joystick e passaram a controlar um braço mecânico com os pensamentos de Aurora para fazer a mesma função. Em pouco tempo, a macaca já fazia a atividade apenas com os pensamentos, sem precisar mexer nenhum músculo.

Experiências com avatares também funcionaram. Numa delas, um braço virtual controlado pelos pensamentos de um macaco conseguiu até tatear objetos, numa interface cérebro-máquina-cérebro, capaz de mandar os impulsos nervosos de volta.

Outro experimento com macacos do laboratório de Nicolelis foi capaz de emitir sinais nervosos pela internet. Um macaco nos EUA andava na esteira e, assim, controlava um robô humanoide que estava no Japão.

 Fonte e demais informaçõeshttp://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/06/miguel-nicolelis-apresenta-seu-primeiro-livro-em-sao-paulo.html

Pele robótica é construída célula por célula

Redação do Site Inovação Tecnológica - 30/06/2011
Pele robótica é construída célula por célula
O robô Bioloide está recebendo "enxertos" de pele em várias partes do seu corpo para checagem dos diversos tipos de sensação que a pele robótica pode proporcionar. [Imagem: Andreas Heddergott/TU München]
O objetivo é fornecer informações táteis para um robô e, assim, completar a sua "percepção", sobretudo a sua visão artificial, suprida pelos "olhos" das câmeras.

Tal como acontece com a pele humana, quando tocada, a pele artificial poderá, por exemplo, simular um ato reflexo do robô, fazendo-o afastar-se, ou gerar um movimento espontâneo, fazendo com que a máquina use seus olhos-câmera para procurar e identificar a fonte de contato.

Esse tipo de comportamento é especialmente importante para robôs assistentes, ajudantes robóticos de pessoas idosas ou mesmo de robôs exploradores, ajudando a reconhecer novos ambientes.

Células artificiais

A peça central da nova pele robótica é uma placa hexagonal de circuito impresso de 5 centímetros quadrados, que faz as vezes de uma célula da pele artificial.

Para simular o sentido do tato, cada placa contém quatro sensores infravermelhos, que detectam qualquer coisa que se aproxime a menos do que 1 centímetro.

Pele robótica é construída célula por célula
A ideia é miniaturizar as placas, que poderão então ser colocadas lado a lado, formando uma pele com uma estrutura em formato de favo de mel. [Imagem: Andreas Heddergott/TU München]
"Nós, portanto, simulamos o toque", explica Philip Mittendorfer, da Universidade Técnica de Munique. "Isso corresponde a um toque suave nos pêlos em nossa pele."

Há também seis sensores de temperatura e um acelerômetro em cada placa hexagonal.

Isso permite que a máquina registre com precisão o movimento dos seus membros individuais, por exemplo, de seus braços e, assim, saiba quais partes do seu próprio corpo acabaram de se mover - úteis quando os membros robóticos são movidos por um impacto ou por uma ação externa.

"Nós tentamos integrar várias modalidades sensoriais diferentes no menor espaço possível," explica o engenheiro. "Além disso, é fácil expandir as placas de circuito para incluir outros sensores, por exemplo, sensores de pressão."

Pele robótica

A ideia é miniaturizar as placas, que poderão então ser colocadas lado a lado, formando uma pele com uma estrutura em formato de favo de mel.

Pele robótica é construída célula por célula
As "células" da pele robótica estão sendo testadas no super braço robótico LWR, fabricado pela agência espacial alemã. [Imagem: Andreas Heddergott/TU München]
Os sinais de cada uma das células dessa pele robótica serão enviados para o computador central do robô, que fará as vezes do seu cérebro, por meio das células adjacentes.

Isso permitirá que os sinais viajem por rotas alternativas se alguma conexão falhar.

Por enquanto, está pronto apenas um pequeno pedaço da pele robótica. Estes 15 sensores, no entanto, pelo menos um em cada segmento de um braço robótico, já mostram que o princípio funciona.

Apenas um tapinha leve é suficiente para fazer o braço robótico reagir.

O próximo passo é cobrir inteiramente a superfície do braço robótico com as células sensoriais, formando uma pele artificial completa, dando ao robô uma sensação completa de toque, mesmo no escuro.

Bibliografia:

Humanoid Multimodal Tactile-Sensing Modules
Mittendorfer, P., Cheng , G.
IEEE Transactions on Robotics
June 2011
Vol.: 27 Issue:3 pages: 401 - 410
DOI: 10.1109/TRO.2011.2106330

Fonte e demais informações http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=pele-robotica&id=010180110630

IHA cria protocolo de sustentabilidade para hidrelétricas



Lançamento foi feito na quinta-feira (16/6), em Foz do Iguaçu; projeto contou com colaboração da WWF-Brasil
 
Por Wagner Freire

Crédito: hidrls

A Associação Internacional de Hidroenergia (IHA, na sigla em inglês) acaba de lançar uma ferramenta que, em sua essência, pretende contribuir no planejamento e na construção de hidrelétricas em compromisso com o meio ambiente. Chamada de “Protocolo de Sustentabilidade”, trata-se de uma série de exigências socioambientais elaboradas por construtoras, entidades governamentais e ONGs que irá estabelecer um ranking classificatório dos empreendimentos, medindo o impacto das usinas na comunidade afetada e no meio ambiente.

Quem explica como funcionará esse protocolo é Pedro Bara Neto, coordenador de infraestrutura da Iniciativa Amazônica Viva, da Rede WWF-Brasil. "Será elaborada uma série de perguntas e respostas, as quais receberão um ranking. Se o projeto for mal classificado, ou seja, tirou nota baixa, significa que existe uma insatisfação por parte da sociedade".

"A adesão será voluntária, mas se a ideia tiver apoio de bancos e ganhar a confiança de todos, as agências financiadoras poderão no futuro até levar em consideração o resultado na hora de emprestar dinheiro a projetos que não tiveram boa classificação", destaca Bara Neto. 

Para Joerg Hartmann, que liderou a participação da WWF na construção do Protocolo, “trata-se de um mecanismo a mais para comunidade que garante que suas demandas sejam levadas a sério desde os primeiros passos do empreendimento e não após a tomada de decisões cruciais pelos governos e companhias". O ambientalista afirma ainda que, a solução também será útil para as empresas. "Trata-se de uma ferramenta que evitará uma aventura por "elefantes brancos" que irão provocar conflitos desnecessários e prejuízos futuros”.

De acordo com Hartmann, a Rede WWF assume o compromisso de apoiar este processo e garantir que os estudos baseados no protocolo sejam confiáveis e que a ferramenta seja usada para promover mais sustentabilidade - e não para o chamado "greenwash" ou "banho de sustentabilidade”.

O Protocolo de Sustentabilidade da IHA considera quatro componentes: o planejamento, preparação, implementação e operação dos empreendimentos hidrelétricos. A ferramenta recebeu oficialmente o aval dos membros do órgão na última quinta-feira (16/6), durante o congresso da entidade, em Foz do Iguaçu (PR).

 
 

Empreendedorismo na grade do ensino

De autoria do deputado federal Angelo Agnolin (PDT), o Projeto de Lei (PL1673/11) apresentado à Câmara Federal nesta terça-feira, 28, poderá tornar a disciplina Empreendedorismo, obrigatória na grade curricular dos ensinos fundamental e médio. A proposta visa desenvolver nos estudantes, a capacidade de mobilizar conhecimentos ligados ao mundo do trabalho, bem como estimular competências negociais e de mercado. O projeto foi inspirado em experiência de alguns Estados, como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Por meio de Indicação (INC767/11) do deputado, a Câmara levará o projeto para apreciação do Ministério da Educação – MEC. “Como força motriz da sociedade, o empreendedorismo apresenta-se como um assunto importante no ambiente educacional, social e organizacional. Por isso, acredito que proporcionar formação sob o enfoque do empreendedorismo é garantir evolução ao processo de aprendizado” disse Agnolin.

Conforme o deputado, no entanto, é preciso que os professores estejam capacitados a encarar o desafio. “Nesta visão, o papel do professor torna-se fundamental, como facilitador para que sejam destacadas as potencialidades dos estudantes de forma que eles consigam adaptar os conceitos vistos com a realidade do mercado” finalizou.

O parlamentar solicitou formalmente audiência com o ministro da Educação, Fernando Haddad, para discutir o projeto.

(Fonte: Assessoria do Deputado)

Fonte e demais informações:  http://www.jornalstylo.com.br/noticia.php?l=557651b5f5c424dc3ab96b4bc81cd3ca

IX Enacomp - Encontro Anual de Computação





O Encontro Anual de Computação (Enacomp) é um dos maiores eventos que ocorrem no sudeste goiano. Sediado na cidade de Catalão – Goiás e realizado no Campus da Universidade Federal de Goiás, anualmente reúne pesquisadores, professores, estudantes de universidades, centros de pesquisa e indústria local.


O evento que começou em 2003 com o nome de Simpósio Anual de Computação (Siacomp), passou a ser denominado Encontro em 2010 tendo como tema “Computação, Inovação e Mercado”. Com cerca de 170 inscritos obteve recorde em termos de público, com foco voltado para o mercado de trabalho, pós-graduação e tendências da computação. 

Em 2011, a nona edição do Enacomp terá como tema “Tecnologias Inteligentes: Desafios Científicos e Tecnológicos na Computação”. Durante os três dias de duração do encontro pretende-se refletir sobre novas demandas tecnológicas da computação, no contexto de jogos, redes do futuro, computação pervasiva, sistemas embarcados entre outros. E como novidade, ocorrerá em paralelo ao Encontro, o I Workshop de Monografias (I WM), voltado principalmente aos alunos da graduação do Curso de Ciência da Computação. O objetivo deste Workshop é propiciar um ambiente construtivo para discussões entre pesquisadores iniciantes e pesquisadores com liderança em pesquisa na área, promovendo melhoria nos trabalhos produzidos por meio de uma avaliação crítica e independente, e acima de tudo permitindo a colaboração entre grupos de pesquisa.
O IX Enacomp contará com as seguintes atividades específicas, além das atividades do I WM:
  • Palestras
  • Pôsters
  • Minicursos
  • Maratona de programação
  • Campeonato de games
  • Premiação de melhores artigos
Os anais do evento serão publicados de forma on-line e em CD-ROM com o ISSN 2178-6992.
     Não perca o IX ENACOMP!

Fonte e demais informações: http://www.enacomp.com.br/

FEICE 1ª Feira de produtos e serviços para casamento, formaturas e aniversários de João Monlevade


quarta-feira, 29 de junho de 2011

Avião movido apenas por energia solar é destaque do Festival Aéreo de Paris



Fonte e demais informações: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1546975-7823-AVIAO+MOVIDO+APENAS+POR+ENERGIA+SOLAR+E+DESTAQUE+DO+FESTIVAL+AEREO+DE+PARIS,00.html

Equipe da UFMG desenvolve avião que bate recordes de velocidade



Fonte e demais informações: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1545254-7823-EQUIPE+DA+UFMG+DESENVOLVE+AVIAO+QUE+BATE+RECORDES+DE+VELOCIDADE,00.html

Alunos de Harvard vêm ao Brasil para aprender português



Fonte e demais informações: http://g1.globo.com/videos/jornal-da-globo/v/alunos-de-harvard-vem-ao-brasil-para-aprender-portugues/1545067/#/Edi%C3%A7%C3%B5es/20110623/page/1

Caneta eletrônica desenha circuitos flexíveis à mão

Redação do Site Inovação Tecnológica - 29/06/2011
Caneta eletrônica desenha componentes eletrônicos no papel
A caneta eletrônica escreve sobre vários tipos de material, incluindo papel, plástico, madeira, cerâmica e tecido. [Imagem: Jennifer Lewis Group] 
Circuitos eletrônicos à mão
Com o advento da eletrônica orgânica está cada vez mais fácil imprimir circuitos eletrônicos.

Usando as técnicas microfluídicas desenvolvidas para as impressoras jato de tinta, é possível usar tintas condutivas para imprimir os circuitos em materiais flexíveis, como o plástico.

Mas a equipe da Dra. Jennifer Lewis, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, quer ainda mais liberdade.

Lewis e seus colegas desenvolveram uma caneta que permite literalmente escrever os circuitos elétricos e interconexões para componentes eletrônicos à mão livre.

Desenhando circuitos eletrônicos

Obviamente, não faz muito sentido desenhar a placa de circuito impresso de um computador à mão, se há programas e equipamentos para fazer isso automaticamente.

Mas, em tempos de computação ubíqua - computadores por toda parte - e roupas inteligentes, será comum querer colocar um LED ou uma célula solar em um ponto específico da casa, da roupa e até de um quadro.

E isto é algo que poderá ser feito muito mais rapidamente e com custo baixíssimo se estiver à mão uma caneta capaz de "desenhar" as conexões elétricas para os componentes eletrônicos ou fazer as antenas para sensores e equipamentos sem fios.

"A impressão com uma caneta permite construir dispositivos eletrônicos à medida que são necessários," afirma Lewis. "Este é um passo importante para a 'fabricação pessoal' usando ferramentas facilmente disponíveis e de baixo custo."

Tinta eletrônica

A "caneta eletrônica" é uma caneta comum, de esfera, preenchida com uma tinta eletrônica que a equipe vem desenvolvendo há anos.

A tinta condutora é feita a partir de nanopartículas de prata, produzidas em solução através da redução do nitrato de prata. O poli-ácido acrílico é usado para evitar que as nanopartículas fiquem muito grandes.

Os pesquisadores então removem o ácido e ajustam a viscosidade da tinta adicionando hidroxietilcelulose. 

Depois, é só colocá-la no depósito de tinta da caneta.

Caneta eletrônica desenha circuitos eletrônicos flexíveis à mão
O mesmo princípio da caneta à mão livre foi usado para desenhar antenas funcionais. [Imagem: Jennifer Lewis Group]
O grupo testou sua tinta e sua caneta conectando LEDs em uma pintura sobre tecido e construindo antenas totalmente funcionais para equipamentos de radiofrequência, como as usadas em dispositivos wireless.
A caneta eletrônica escreve sobre vários tipos de material, incluindo papel, plástico, madeira, cerâmica e tecido.

Microflexíveis

Os circuitos escritos sobre papel continuaram funcionais mesmo depois de o papel ser flexionado centenas de vezes. 

Dependendo do material onde o componente é impresso pode ser necessário acrescentar cola para garantir a firmeza da fiação escrita com a caneta.

A seguir, a equipe planeja desenvolver novas tintas para permitir que a impressão de circuitos elétricos e eletrônicos possa incluir outros materiais condutores de elétrons e de íons.

O grupo da Dra. Lewis já desenvolveu várias tecnologias nesta área, incluindo canais tridimensionais que imitam o sistema vascular, um sistema que fabrica peças tridimensionais microscópicas e células solares tridimensionais usando uma técnica de nano-origami.

Bibliografia:

Pen-on-Paper Flexible Electronics
Analisa Russo, Bok Yeop Ahn, Jacob J. Adams, Eric B. Duoss, Jennifer T. Bernhard, Jennifer A. Lewis
Advanced Materials
20 JUN 2011
Vol.: Early View
DOI: 10.1002/adma.201101328

Conformal Printing of Electrically Small Antennas on Three-Dimensional Surfaces
Jacob J. Adams, Eric B. Duoss, Thomas F. Malkowski, Michael J. Motala, Bok Yeop Ahn, Ralph G. Nuzzo, Jennifer T. Bernhard, Jennifer A. Lewis
Advanced Materials
Vol.: 23, Issue 11, Pages: 1335-1340
DOI: 10.1002/adma.201003734

Fonte e demais informações:  http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=caneta-eletronica-desenha-led-acende&id=010110110629

terça-feira, 28 de junho de 2011

Estudantes têm problemas de arranjar estágio por causa do português



Fonte e demais informações: http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/estudantes-tem-problemas-de-arranjar-estagio-por-causa-do-portugues/1548189/#/Edi%C3%A7%C3%B5es/20110627/page/1

Sites ensinam idiomas de forma gratuita


O Olhar Digital separou uma lista de portais nos quais os profissionais podem aprender ou aprimorar o inglês, assim como outras línguas
28 de Junho de 2011 | 08:30h


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Ter fluência ou, pelo menos conseguir se comunicar, em inglês virou um requisito fundamental para boa parte das vagas de emprego na área de TI. Contudo, as empresas reclamam que faltam profissionais com o conhecimento da língua inglesa no Brasil.

Para quem precisa aprender o inglês ou qualquer outro idioma, mas não pretende gastar dinheiro com isso, o Olhar Digital separou algumas dicas de sites em que é possível ter acesso ao ensino de idiomas, de forma gratuita.

Confira as dicas a seguir:


Babel Mundo

O site oferece cursos de inglês, espanhol, francês, alemão e italiano. Para cada um deles existem diversas lições para estudar, entender uma conversa e até se comunicar no idioma, de graça. Muitas funções deixam o curso online mais divertido. Ele permite ouvir exemplos de pronúncias, fazer testes interativos e até treinar o vocabulário para melhorar a audição e memorização das palavras.

BBC Languages

Um dos maiores grupos britânicos de comunicação oferece cursos de inglês para estrangeiros. O site, no entanto, não é indicado para iniciantes, uma vez em que as aulas são totalmente em língua inglesa.

Mas para quem tem algum tipo de conhecimento, ele tem recursos interessantes, como o acesso, no final de cada texto, a explicações dos principais termos, inclusive com a possibilidade de ouvi-los para aprender a pronúncia correta. Aliás, o BBC conta com uma seção específica para quem quer aprender a falar direito.


As aulas do curso estão divididas em pequenos vídeos.


Web Línguas

Este alvez seja um dos portais mais completos para difundir o ensino e a prática de idiomas pela internet. É um verdadeiro centro de idiomas online, no qual os usuários podem testar e aprimorar seus conhecimentos. Aqui, o aluno mergulha de cabeça no idioma escolhido: inglês, francês ou espanhol.

É possível focar os estudos em diferentes áreas, como situações cotidianas, pronúncia, vocabulário, jornais, jogos, entre outras. O mais legal é poder fazer lições e verificar as respostas logo em seguida para saber como está seu desempenho. 


Language Guide

Apesar do visual pouco atraente, o site também cumpre seu propósito. Este é bom para os mais iniciantes, afinal ele enfatiza temas básicos como números, partes do corpo, roupas, comidas, entre outros. E mesmo que no começo seja um pouquinho difícil entender, as ilustrações ajudam bastante.

LiveMocha

Além de todas as funções iguais às dos outros sites, aqui, no início você responde algumas perguntas sobre a sua necessidade de aprendizado e em uma espécie de rede social e o portal indica alguém com quem é possível trocar experiências e aprender um novo idioma.

Da mesma forma, o usuário pode se candidatar para ajudar alguém a aprender português.
 

Fapemig e BDMG apoiam a inovação em empresas de Minas Gerais

 Brasília, 27 a 29 de junho de 2011 - Nº 1049 - Ano 11
   
 A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) lançaram hoje (27) duas linhas de financiamento para apoiar projetos de desenvolvimento e/ou implantação de inovação de produtos e serviços, o Pró- Inovação, e para projetos de empresas localizadas em parques tecnológicos de Minas Gerais, o Proptec.
     A parceria visa apoiar a inovação em empresas do Estado. Ao oferecê-las com juros baixos e prazos longos, o BDMG e a Fapemig se aliam para cumprir uma das determinações do governo estadual de dar apoio aos investimentos em inovação, qualquer que seja o setor, na busca da competitividade e sustentabilidade da economia do Estado e de empregos com qualidade.
     "É uma das ações mais importantes dos últimos tempos, em razão do pioneirismo, já que une um banco de desenvolvimento e uma agência de fomento. Ela completa a carteira de modalidades da Fapemig, que contempla desde a iniciação científica júnior até as empresas, oferecendo condições para que elas se firmem no cenário internacional de inovação", disse o presidente da fundação, Mario Neto Borges.
     Linhas
    
O Produto para Apoio à Inovação nas Empresas (Pró-Inovação) financiará investimentos fixos, intangíveis e capital de giro associado de projetos de desenvolvimento ou, ainda, na implantação de inovações em produtos e serviços das empresas mineiras. Serão destinados R$ 70 milhões, sendo que cada empresa poderá receber até R$ 2 milhões. Elas poderão ser financiadas em até 80% do investimento, com juros de 8% ao ano.
     Já o Produto de Apoio às Empresas em Parques Tecnológicos (Proptec) financiará projetos de investimento para implantação, ampliação e modernização de ativos fixos, investimentos intangíveis e capital de giro associado de empresas localizadas em parques tecnológicos do Estado. Cada empresa pode financiar até R$ 2 milhões, com juros fixos de 9% ao ano. Para esta linha estão disponíveis R$ 30 milhões.
     A Fapemig é uma instituição associada à ABIPTI

Fonte e demais informaçõeshttp://www.gestaoct.org.br/

Encontro de Propriedade Intelectual e Comercialização de Tecnologia será realizado em setembro

  Brasília, 27 a 29 de junho de 2011 - Nº 1049 - Ano 11
 O 14° Encontro de Propriedade Intelectual e Comercialização de Tecnologia (Repict) será realizado nos dias 22 e 23 de setembro, no Rio de Janeiro (RJ). O evento tem como objetivo promover a inserção da propriedade intelectual (PI) em estratégia de negócios e políticas de inovação.

     Os temas abordados são: impacto econômico da PI: a agenda do desenvolvimento; redes de PI na América Latina: tendências de atuação em plataformas de cooperação; internacionalização de centros P&D no Brasil: modelagem inovadora; casos de sucesso de ativos intangíveis em empresas brasileiras; a proteção dos ativos intangíveis no modelo de inovação aberta; a disputa judicial das patentes: ela chega nas ICTs?; e a economia do século 21: a proteção da inovação na indústria de serviços.

     As incrições estão abertas e devem ser feitas até o dia do evento. Neste ano, a Repict terá como representantes a Rede de Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro (Redetec), a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (Ompi) e o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

     Informações podem ser obtidas pelo e-mail lopes@redetec.org.br ou pelo telefone (21) 3575-7985.

     (Com informações da Redetec) 

Fonte e demais informações: http://www.gestaoct.org.br/

Circuito óptico faz cálculos usando apenas luz

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/06/2011
Circuito óptico: Porta quântica faz cálculos com luz
A longo prazo, o objetivo da equipe é construir circuitos maiores, até atingir uma capacidade de cálculo que permita rodar algoritmos quânticos. [Imagem: Okamoto et al./Pnas] 
Tudo quântico
Um grupo internacional de pesquisadores construiu um bloco fundamental da computação usando apenas luz.

Os cientistas das universidades de Bristol (Reino Unido), Osaka e Hokkaido (Japão) construíram uma porta lógica com quatro partículas de luz, ou fótons.

Nessa escala, tudo o que se faz normalmente recebe o designativo "quântico", uma vez que as partículas elementares obedecem às leis da mecânica quântica, e não da mecânica clássica.

Desta forma, o que os cientistas fizeram em breve ser empregado em uma vasta gama de tecnologias quânticas, incluindo a comunicação segura e a criptografia, para medições de precisão e, finalmente, para os computadores quânticos.

Porta C-NOT

"Nós construímos um elemento fundamental para o processamento de informações quânticas - uma porta NOT-controlada, ou C-NOT - baseada em uma receita que foi proposta teoricamente há 10 anos," explicou o professor Jeremy O'Brien, coautor da pesquisa.

"A razão pela qual levou tanto tempo para alcançarmos este marco é que, mesmo para um circuito relativamente simples, nós precisamos ter um controle completo sobre quatro fótons individuais chispando por aí à velocidade da luz!" completa ele.

O experimento combina várias técnicas para a construção de circuitos ópticos que devem ser estáveis dentro de uma fração do comprimento de onda da luz, isto é, na faixa dos nanômetros - a base de todo o experimento é um chip óptico construído pela mesma equipe em 2010.

A adição de cada fóton adicional não é uma tarefa trivial, uma vez que todas as partículas devem ser idênticas em todos os quesitos - algo sem comparação no mundo clássico.

Porta lógica com fótons

"A capacidade de implementar uma porta lógica usando fótons é fundamental para a criação de circuitos em maior escala e até mesmo de algoritmos," diz O'Brien.

Em 2003, pesquisadores japoneses haviam construído uma porta C-NOT usando qubits de estado sólido.

A equipe espera aplicar seus resultados de imediato para o desenvolvimento de novas abordagens para a comunicação quântica, para a medição e, em seguida, em ferramentas de simulação - teoricamente, uma porta C-NOT pode ser usada para simular qualquer sistema quântico.

"Cada vez que adicionamos um fóton, a complexidade dos problemas que passamos a ser capazes de investigar aumenta exponencialmente. Assim, se um circuito quântico de um fóton tem 10 saídas, um sistema de dois fótons pode dar 100 resultados, um sistema de três fótons pode dar 1.000 soluções e assim por diante," explica O'Brien.

Algoritmos quânticos

A simulação de processos quânticos é essencial, dentre outras, nas pesquisas com supercondutores e com a fotossíntese artificial.

"Nossa técnica pode melhorar nossa compreensão desses processos importantes e ajudar, por exemplo, no desenvolvimento de células solares mais eficientes," diz o cientista.

Outras aplicações incluem o desenvolvimento de novos materiais de alta tecnologia e medicamentos.

A longo prazo, o objetivo da equipe é construir circuitos maiores, até atingir uma capacidade de cálculo que permita rodar algoritmos quânticos.
Fonte e demais informações:http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=circuito-optico-porta-quantica-calculos-luz&id=010110110628

Israel e Capes assinam acordo de cooperação internacional

 Brasília, 27 a 29 de junho de 2011 - Nº 1049 - Ano 11
 Em junho, o Instituto de Pesquisa Weizmann situado em Rehovot, Israel, e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério de Educação do Brasil assinaram um acordo de cooperação científica internacional. A parceria permitirá a elaboração de editais de apoio a intercâmbio de pessoal e cooperação de grupos de pesquisa de interesse comum.
     O acordo prevê o comprometimento mútuo das duas instituições em estabelecer um programa de intercâmbio estudantil, programas em áreas de qualificação de professores e tecnologias da educação, além de fomentar a parceria universitária por meio do apoio em seminários, workshops e conferências.
     (Com informações da Capes) 

Fonte e demais informações: http://www.gestaoct.org.br/

Capes estimula o intercâmbio de docentes e pesquisadores brasileiros e argentinos

 Brasília, 27 a 29 de junho de 2011 - Nº 1049 - Ano 11
 A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) seleciona projetos para o Programa de Cooperação Internacional Capes/Mincyt. As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de julho.      O objetivo é estimular o intercâmbio de docentes e pesquisadores brasileiros e argentinos, vinculados a programas de pós-graduação de instituições de ensino superior (IES), assim como promover a formação de recursos humanos de alto nível nos dois países, nas diversas áreas do conhecimento.
     As atividades realizadas nos projetos serão custeadas por meio do financiamento de bolsas de estudo, diárias, seguro saúde, transporte aéreo para docentes e discentes e recursos para material de consumo. A bolsa de pós-doutorado é de R$ 3,3 mil e de doutorado sanduíche de R$ 1,8 mil.
     As instituições devem atender aos seguintes requisitos: vínculo a um programa de pós-graduação avaliado pela Capes, preferencialmente com conceitos 5, 6 ou 7 e comprometimento na publicação conjunta de trabalhos técnico-científicos. Os coordenadores deverão possuir o título de doutor há pelo menos cinco anos.
     O edital está disponível neste link


Fonte e demais informações: http://www.gestaoct.org.br/

Crescimento econômico do Brasil poderá ampliar a demanda por engenheiro

Brasília, 27 a 29 de junho de 2011 - Nº 1049 - Ano 11
 
      O Brasil forma proporcionalmente menos engenheiros que outros países, o que não implica em dizer que o número não seja suficiente. A afirmação é do técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), Paulo Nascimento. Ele proferiu a palestra “Contexto e Dimensionamento da Formação de Pessoal Técnico-Científico e de Engenheiros”, no último dia 22, no CNPq, em Brasília (DF).
     De acordo com ele, as vagas para as engenharias nas instituições de ensino estão aumentando em relação às outras áreas, e as matrículas no setor privado são as que mais crescem. Quanto à qualidade, os dados revelam que em 2005, entre as instituições com conceito 4 ou 5 no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), 85,3% eram universidades públicas, número que caiu para 73,7% em 2008.
     Para Nascimento, o forte crescimento econômico do Brasil poderá ampliar a demanda por engenheiros, mas, por outro lado, ele acredita que ocasionará alguns tipos de escassez, como a oferta de engenheiros menor que a demanda; a formação inadequada para as funções demandadas; a escassez em áreas específicas como a engenharia naval; a regional ocasionada pelo aumento da industrialização em novas regiões; e de experiência.
     “Para efeitos imediatos podemos aumentar os salários, o que irá atrair os profissionais que estão em outras áreas, reter profissionais em vias de se aposentar e flexibilizar vistos de trabalho para estrangeiros”, destacou. Nascimento acredita que parte do problema da falta de engenheiros pode ser atribuída a uma percepção do setor produtivo de que está faltando mão-de-obra com experiência. “O mercado quer um profissional com experiência, caso contrário terá que investir em formação”, disse. 

Fonte e demais informaçõeshttp://www.gestaoct.org.br/

Internet das Coisas ganha linguagem e site de aplicativos

Redação do Site Inovação Tecnológica - 27/06/2011
Internet das Coisas ganha linguagem de programação e site de 
aplicativos
Cada vez mais, os objetos que as pessoas usam no seu dia a dia têm capacidade para serem conectados à Internet, formando a Internet das Coisas. [Imagem: ITU]  

Internet das Coisas

Até agora, a Internet tem sido uma arena reservada para as pessoas.

Mas agora mais e mais objetos físicos estão sendo conectados à Internet: lemos e-mails em nossos celulares, nossos medidores de eletricidade podem ser lidos automaticamente, monitores de pulso e tênis de corridas publicam informações sobre nossas atividades diárias diretamente nos nossos blogs.

Os eletrodomésticos e os sistemas das nossas casas inteligentes são os próximos da fila.

Um despertador não está mais limitado a tocar uma campainha - ele pode também ligar a máquina de café, acender as lâmpadas do quarto e ser programado pela Internet.

Objetos conectados à Net

O fato é que, cada vez mais, os objetos que as pessoas usam no seu dia a dia têm capacidade para serem conectados à Internet.

Mas o que é necessário para garantir que a Internet das Coisas opere da forma mais eficiente possível?

Há grandes desafios.

Um deles é encontrar soluções efetivas para que produtos diferentes trabalhem em conjunto ou, pelo menos, em harmonia.

Atualmente não existem ferramentas padronizadas ou plataformas de distribuição nesta área.

Para valer

É nisto que está trabalhando um grupo de pesquisadores noruegueses.

Em um projeto de pesquisa chamado Infraestrutura para Serviços Integrados (ISIS - Infrastructure for Integrated Services), eles criaram uma plataforma para desenvolvimento e distribuição de aplicativos pela Internet das Coisas.

A plataforma inclui uma ferramenta de programação para desenvolvedores, chamada Arctis e o site ISIS Store, para download de aplicativos, inspirada na Apple Store.

Já há vários aplicativos para download gratuito no site, mas os desenvolvedores acreditam que a plataforma inteira só irá decolar se os usuários começarem a concordar em pagar por eles - isto é essencial para que os desenvolvedores se interessem em "programar coisas".

Programando coisas

Tudo começa com uma nova linguagem de programação, voltada para fazer programas para as coisas da Internet das Coisas.

A linguagem Arctis foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia.

"Objetos 'inteligentes' e aplicativos do dia a dia frequentemente precisam ser conectados a diferentes sensores e outros componentes e serviços de comunicação. Ao mesmo tempo, eles precisam responder rapidamente às mudanças e as ações dos usuários. Isto requer um controle muito bom da concorrência no sistema, o que pode ser difícil de conseguir com a programação normal," explica Frank Alexander Kraemer, um dos desenvolvedores da linguagem Arctics.

O Dr. Kraemer acredita que a ferramenta irá tornar mais fácil o processo de criação de novas aplicações, de sua adaptação às aplicações existentes e da atualização de software quando necessário.

"A criação de um aplicativo simples com Arctis pode ser tão fácil como encaixar dois blocos de montar, mas aplicativos mais avançados também podem ser criados, dependendo do que você está precisando," continua o pesquisador.

Conversa entre objetos

Para que esses aplicativos e os próprios 'objetos inteligentes' conversem entre si os pesquisadores criaram o ICE (ICE Composition Engine).

"É o sistema colaborativo ICE que irá reger a coisa toda e permitir que os objetos falem uns com os outros," explica Martin Reidar Svendsen, outro membro do grupo.

O ICE pode tanto gerenciar a comunicação entre objetos em sua casa quanto manter o controle de todas as atualizações de software e hardware.

O sistema é instalado usando um modem, um decodificador ou um adaptador, fornecendo ao usuário um gateway local que garante que a Internet das Coisas continue a funcionar mesmo quando o usuário estiver offline.

Todo o projeto tem um direcionamento eminentemente prático: o protótipo está sendo bancado pela empresa de telecomunicações norueguesa Telenor, que pretende fazer com que a ideia decole imediatamente.

MCT celebra acordo de cooperação com Reino Unido

  Brasília, 27 a 29 de junho de 2011 - Nº 1049 - Ano 11


Na última semana, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e o ministro para Universidades e Ciências do Reino Unido, David Willetts, firmaram, em Brasília (DF), um acordo de cooperação em ciência, tecnologia e inovação. Um dos interesses do Reino Unido, informou o ministro brasileiro, é o programa Ciências sem Fronteira, do governo federal, que prevê, até 2014, 75 mil bolsas do nível médio ao pós-doutorado no exterior.
     O objetivo do acordo é explorar pesquisas conjuntas em geração de biocombustível, ecossistemas sustentáveis, tecnologias espaciais e limpas. Foram discutidas parcerias em educação superior e pesquisa científica, a fim de expandir a mobilidade de trabalhadores e estudantes entre o Brasil e o Reino Unido. “Queremos focar as áreas de biotecnologia, nanotecnologia, exatas e, particularmente, as engenharias. A Inglaterra é um parceiro muito importante”, disse Mercadante.
     (Com informações do MCT) 

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CNPq recebe propostas para edital Universal

Brasília, 27 a 29 de junho de 2011 - Nº 1049 - Ano 11


O CNPq recebe propostas até o dia 8 de agosto para o edital 14/2011 - Universal, cujo objetivo é apoiar projetos de pesquisa que visem contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico do país, em qualquer área do conhecimento.

     As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor de R$ 120 milhões, sendo R$ 50 milhões oriundos do CNPq e R$ 70 milhões do FNDCT/Fundos Setoriais. O proponente deve possuir o título de doutor e ter seu currículo cadastrado na Plataforma Lattes, além de vínculo formal com a instituição de execução do projeto.

     O projeto deverá ser desenvolvido em instituições de ensino superior, institutos e centros de pesquisa e desenvolvimento, públicos ou privados sem fins lucrativos; e empresas públicas que executem atividades de pesquisa em ciência, tecnologia ou inovação.

     O edital está disponível neste link

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Entenda os ataques de hackers contra sites do governo brasileiro

Com informações da BBC - 27/06/2011

Ganhando fama

A atividade de hackers no Brasil, assim como no exterior, se intensificou a partir do fim da década de 1990, mas foi na madrugada da última quarta-feira que começou a onda de ataques que já é a maior da história do país, segundo Karin Breitman, professora do Departamento de Informática da PUC-Rio.

Levantamento do site Zone-H, que concentra registros de sites desfigurados (quando o ataque modifica a página de abertura do portal), mostra que o número desses ataques a sites governamentais brasileiros é alto: apenas neste ano, foram 714. Porém, "até agora, nenhum grande incidente havia chegado à mídia", diz Breitman.

"No Brasil, temos um ambiente muito seguro na internet. Há poucos casos de roubo de cartão de crédito ou de informações privadas em ataques como estes. Mas agora, com os últimos incidentes e as ações do Wikileaks, as pessoas começaram a olhar para os governos", diz.
A seguir, algumas perguntas e respostas à ação dos hackers no país.

O que os hackers já conseguiram fazer?

Desde quarta-feira, eles atacaram os sites da Presidência da República, do Portal Brasil, da Receita Federal, da Petrobras, do Ministério do Esporte e, nesta sexta-feira, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Ministério da Cultura.

Com as tentativas de invasão, os sites apresentaram dificuldades de navegação, saíram do ar ou foram desfigurados, caso do portal do IBGE. Na página do instituto foi publicada a imagem de um olho contendo a bandeira do Brasil, com os dizeres "IBGE Hackeado - Fail Shell". O site ficou fora do ar durante doze horas até ser restabelecido pelo órgão, que afirmou, por meio de nota, que nenhuma informação foi acessada.

"O IBGE assegura que o banco de dados de todas as pesquisas está preservado, já que não foi atingido pela ação de hackers", diz a nota.

Já o Ministério dos Esportes e a Petrobras ainda estão investigando se os hackers conseguiram extrair dados de seus sites. Breitman acredita que acredita que os hackers não estavam atrás de informações confidenciais. "O que querem fazer é mostrar a fragilidade dos sites, mostrar que são capazes de tirar as coisas do ar", diz.

Ela afirma que a maior parte de ataques foi do tipo denial of service, onde o site não consegue responder mais por causa do grande número de acessos simultâneos - na verdade feitos por robôs.

Quais são as consequências desses ataques?

Além de ter efeito negativo para a imagem do governo, os ataques podem comprometer a confiança que internautas brasileiros vêm desenvolvendo no uso de serviços públicos virtuais, aponta Karin Breitman.

"Acho que a ação tem efeito parecido com a de terroristas. As pessoas ficam receosas com informações que estão na internet. Isso é horrível, porque pode fazer com que caminhemos dez anos para trás", diz.

De acordo com a professora do Departamento de Informática da PUC-Rio, a informatização de serviços oferecidos pelo Estado à população vem tornando o acesso a esses serviços mais eficientes e menos burocráticos.

Os ataques injetam dúvidas sobre a segurança do ambiente virtual "num momento muito frágil e importante, onde a população está conseguindo acesso à internet". "Ataques desse tipo criam fantasias que são nocivas ao crescimento da utilização da internet, principalmente para a população que não conhece direito", diz.

Já o temor de que os hackers possam ter acesso a dados pessoais de funcionários ou a informações confidenciais sobre o governo é infundado, afirma ela.

"Quando a gente acessa dados na internet, está acessando um espelho, uma cópia dos dados. Os originais ficam protegidos dentro de outros servidores que não têm acesso externo", explica, acrescentando que informações cadastrais de funcionários não ficam na mesma base de dados que as informações que vão para a internet.

Como o governo tem reagido aos ataques?

De acordo com a Presidência da República, alguns sites do governo estão passando por serviços de manutenção para aumentar a segurança contra ataques. Na sexta-feira, a Polícia Federal (PF) anunciou que abriu uma investigação para chegar aos responsáveis pelos ataques aos sites do governo.

A ameaça de novos ataques fez com que o site da Infraero fosse tirado do ar durante uma hora hoje de forma preventiva. A empresa afirmou que resolveu adotar a medida para reforçar a segurança e evitar possíveis ataques virtuais.

O grupo que invadiu o site do IBGE deixou uma mensagem afirmando que, neste mês, "o governo vivenciará o maior número de ataques de natureza virtual na sua história feito pelo Fail Shell".

Fonte e demais informações http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=ataques-hackers-contra-sites-governo&id=010175110627