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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Curso de Petróleo: definição, conceitos e técnicas de prospecção


O entendimento histórico de como o petróleo se transformou no recurso natural mais cortejado no mundo, bem como o conhecimento técnico sobre o que é exatamente o petróleo e como ele pode ser encontrado na natureza é de extrema importância para o profissional desta área. Este curso tem como objetivo fornecer conceitos fundamentais ao entendimento futuro de matérias relacionadas a Petróleo e Gás, através do embasamento histórico e de noções fundamentais em composição química, geologia do petróleo, e dos métodos de prospecção. Além de conceituar e explorar a caracterização das jazidas, as propriedades de rochas e fluidos de um reservatório, bem como a interação entre estes, objetivando maximizar a produção de hidrocarbonetos com custos compatíveis.
  • História, Definições e Classificação do Petróleo;
  • Noções de Geologia do Petróleo;
  • Técnicas de Prospecção: Geolégicas; Potenciais; Sísmicas.
  • Caracterização de um Reservatório.
Responsável: EXCEN
Inscrição: Vagas Limitadas - Investimento: R$ 100,00 / aluno
Telefone: 3629-1411
Email: jolimplus@gmail.com

Inscrições: até 19/08/2010 Pessoalmente na Secretaria do Excen, ou via email: jolimplus@gmail.com


Fonte e demais informações: http://www.unifei.edu.br/cursos/curso-petroleo-definicoes-conceitos-tecnicas-prospeccao-caracterizacao-reservatorio

Robô vence primeira maratona com 1s de vantagem

O Robovie é um robô comercial, vendido no Japão pelo equivalente a US$4.500,00. [Imagem: VStone]
Robô maratonista

Um robô de 40cm venceu por pouco a primeira maratona para robôs de duas pernas, no Japão.

O Robovie-PC cruzou a linha de chegada na cidade de Osaka apenas um segundo antes do segundo colocado, após dois dias de disputa.

A corrida de 42 km foi disputada em 423 voltas em um circuito coberto a uma velocidade média de 0,77 km/h.

Outros três robôs iniciaram a prova, mas um abandonou a disputa ainda nas primeiras voltas.

O Robovie-PC, que pesa 2,4kg, assumiu a liderança faltando poucas voltas para o final da disputa quando o Robovie-PC Lite apresentou problemas, após parecer que ganharia com folga.

Após a prova, ambos os robôs levantaram os braços e se curvaram para receber os aplausos do público presente.

Resistência robótica

Os organizadores afirmaram que a maratona seria mais um teste de resistência do que velocidade.

Os operadores puderam trocar as baterias dos robôs e motores durante a corrida.

A corrida foi organizada por autoridades locais e uma firma de robótica que espera estabelecer a maratona como um evento internacional.

O Robovie é um robô comercial, vendido no Japão pelo equivalente a US$4.500,00.

Fonte: Inovação Tecnológica

Feira Manutenção será realizada em Blumenau

Fonte: Assessoria de Imprensa - 25/02/2011 


A 3ª Feira de Manutenção e Equipamentos Industriais se realizará entre os dias 12 e 15 de abril, no Parque Vila Germânica, em Blumenau-SC. O evento contará com 81 estandes de diversas empresas do estado. Estão previstos lançamentos de equipamentos e serviços para a indústria, apresentação de novas tecnologias, além de exposição de equipamentos, software e suprimentos industriais.
Organizada pela Euro Feiras de Negócios, a feira tem como público alvo engenheiros, projetistas industriais, técnicos, desenvolvedores de software, entre outros. Paralelo ao evento, serão realizadas palestras e workshops com expositores. A expectativa é atingir um público-alvo qualificado de 10 mil visitantes nesta edição.

A manutenção do maquinário, com destaque para as ações de prevenção, tem um importante espaço no cenário das indústrias, que estão cada vez mais automatizadas. As inovações nas tecnologias da  eletrônica, mecânica, elétrica e hidráulica servem de apoio nas decisões estratégicas da empresa. E é neste contexto que a feira se torna mais importante para o segmento.

Empresários e fornecedores do setor de manutenção que desejam expor seus produtos ainda podem adquirir seu espaço na Manutenção 2011. 


Fonte e demais informações: http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/7749-feira-manuteno-ser-realizada-em-blumenau

The 14th International Conference on Rapidly Quenched and Metastable Materials RQ 14 Salvador, BA, Brazil 28 August to 02 September 2011



Fonte e demais informações: http://rq14.dema.ufscar.br/index.html

ENGENHARIA AMBIENTAL - Programa "Na Real"



Fonte e demais informações: http://www.youtube.com/watch?v=rxEpTijcClE&playnext=1&list=PL88F5377649A3BF16

Engenharia Mecânica - Programa "Na Real"



Fonte e demais informações: http://www.youtube.com/watch?v=VtIguQggMcc

Engenharia de Produção - Programa "Na Real"



Fonte e demais informações: http://www.youtube.com/watch?v=Ix8x0Z3Irn0

ENGENHARIA ELÉTRICA - Programa "Na Real"



Fonte e demais informações: http://www.youtube.com/watch?v=kBvyit-G4Wk

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Inovacao comeca na...sala de aula!



Veja os cursos e workshops que vão formar mais
uma leva de inovadores em 2011 (e seja um deles):


Capacitação em Gestão de Projetos Tecnológicos e de Inovação: Foco em Resultado 16h

Como Gerenciar Riscos em Projetos Tecnológicos 16h

Como Utilizar Os Incentivos À Inovação Tecnológica - Foco Em Incentivos Fiscais 04h

Elaboração de Projetos de Captação de Recursos 16h

Empreendedorismo Corporativo 08h

Gestão da Inovação - Modelo e Ferramentas 16h

Gestão de Alianças Estratégicas Empresariais para
Internacionalização
16h

Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva 16h

ICT- Empresas: Construindo parcerias de sucesso 08h

Laboratório de Criatividade 16h

Organização e Planejamento para Inovação 16h

Fonte e demais informações: http://pca.anpei.org.br/Presenciais.asp

Metamaterial tritura recorde de índice refração

Redação do Site Inovação Tecnológica - 24/02/2011
Metamaterial tritura recorde de índice refração
Os átomos artificiais, em formato de I, têm cerca de 60 micrômetros de altura e se repetem sobre uma matriz de polímero a cada 60 micrômetros.[Imagem: Yushin Kim/KAIST]
Índice de refração
Quando você olha para uma colher dentro de um copo com água, a colher parece quebrada.
Isto acontece por causa do índice refração da água, uma medida de quanto a luz se curva quando passa de um meio para o outro.
Na verdade, o índice de refração mede o ângulo em que a luz se curva quando passa do vácuo para o material em questão.
Os materiais comuns, como a água ou o vidro, têm índices de refração entre 1 e 3 nas frequências da luz visível - o recorde vai para o silício, que se aproxima de 4.
Agora, cientistas coreanos desenvolveram um material cujo índice de refração bateu em incríveis 38,6.
Metamaterial
É um material artificial, um assim chamado metamaterial, que opera na frequência dos terahertz - os raios T.
Os metamateriais ganharam notoriedade com as pesquisas sobre invisibilidade, graças à sua capacidade de dobrar a luz ao contrário, na direção oposta ao que fazem os materiais naturais.
Este novo metamaterial, por sua vez, possui um índice de refração positivo, o que o torna especialmente adequado para pesquisas com a promissora radiação terahertz, que promete substituir os raios X, sem os malefícios destes.
Outra possibilidade de aplicação prática é na chamada óptica transformacional, que estuda o controle das ondas de luz.
Metamaterial tritura recorde de índice refração
Observe o protótipo do metamaterial entre os dedos do pesquisador. [Imagem: Choi et al./Nature]
Átomos em formato de I
Bumki Min e seus colegas do instituto KAIST sintetizaram o metamaterial construindo "átomos" com estruturas de ouro e alumínio - como esses materiais artificiais são compostos de unidades básicas menores do que o comprimento de onda da radiação com que devem operar, os cientistas chamam essas unidades fundamentais de átomos.
Os átomos artificiais, em formato de I, têm cerca de 60 micrômetros de altura e se repetem sobre uma matriz de polímero a cada 60 micrômetros.
O material bateu o recorde do índice de refração - alcançando um pico de 38,6 - a uma frequência de 0,3 THz.
Segundo os cientistas, o feito é promissor porque pode ser possível alcançar níveis ainda mais elevados, ou alcançar níveis significativos em outros comprimentos de onda, uma vez que os átomos podem ser montados em camadas ou serem montados em outros espaçamentos.
Bibliografia:

A terahertz metamaterial with unnaturally high refractive index
Muhan Choi, Seung Hoon Lee, Yushin Kim, Seung Beom Kang, Jonghwa Shin, Min Hwan Kwak, Kwang-Young Kang, Yong-Hee Lee, Namkyoo Park, Bumki Min
Nature
17 February 2011
Vol.: 470, Pages: 369-373
DOI: 10.1038/nature09776

Fonte e demais informações:  http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=metamaterial-recorde-indice-refracao&id=010160110224

País recebe curso alemão de eficiência energética

A Câmara Brasil-Alemanha, com o apoio do Ministério da Economia e Tecnologia da Alemanha (BMWi), anuncia que está trazendo para o Brasil o curso de eficiência energética "European Energy Manager - EUREM". O órgão afirma que o curso, desenvolvido por engenheiros alemães e ministrado para centenas de alunos europeus, foi adaptado às condições brasileiras. 

Para a adaptação, a Câmara afirma que estabeleceu uma cooperação com a GIZ - Agência Alemã para Cooperação Internacional, sucessora da GTZ - Agência de Cooperação Alemã, instituição com experiência no setor energético brasileiro.

O EUREM terá duração de seis meses e é direcionado principalmente a profissionais técnicos, que em suas empresas já estejam envolvidos com o tema da energia ou que pretendam adquirir conhecimentos para implantar projetos nessa área. 

Ao final do curso, sendo aprovado, o participante receberá um certificado também reconhecido na Europa (European Energy Manager Certificate). A primeira edição do EUREM terá início em maio de 2011 e será ministrada com duas aulas semanais noturnas. Segundo a Câmara, detalhes sobre custos, horários, locais de realização do curso, etc., estarão disponíveis a partir de abril. 

Os interessados em receber mais informações sobre o curso devem etnrar em contato pelo e-mail: mambiente@ahkbrasil.com.
 

Minas Gerais deve estreitar relações com o Reino Unido

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes), Narcio Rodrigues, se reuniu nesta semana com o embaixador do Reino Unido no Brasil, Alan Charlton, para discutir possíveis parcerias na área de ciência, tecnologia e inovação (CT&I).
     Durante a visita, Rodrigues falou do trabalho da Sectes nas áreas de bioenergia, nanotecnologia, recursos hídricos e biotecnologia, além de ressaltar que Minas Gerais pretende buscar uma posição de liderança nesses setores. “Acredito que parcerias com a Grã-Bretanha podem ajudar muito nos avanços que estamos buscando no governo de Minas”, disse.
     O embaixador lembrou que o Reino Unido já tem parcerias importantes no Brasil, como por exemplo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A ideia, segundo ele, é estreitar as relações. “Mantemos um diálogo com o governo brasileiro na área de energia, e é possível que haja uma visita a Minas Gerais para tratar desse assunto”, declarou.

Fonte e demais informaçõeshttp://www.gestaoct.org.br/

Inscrições abertas para Congresso Pernambucano de Empreendedorismo

Estão abertas as inscrições para o II Congresso Pernambucano de Empreendedorismo: Jovens e Empreendedores (CPEJE), que acontece nos dias 16 e 17 de abril, no teatro da UFPE. A inscrição custa R$ 35 (estudante) e R$ 50 (profissional), até o dia 15 de março. Podem ser realizadas através do www.cpeje.com.br. Esta edição traz como tema os “Leões do Norte. Líderes e guerreiros, quando o comportamento empreendedor se torna um diferencial competitivo”. 

A proposta, segundo a organização do evento, é resgatar e interligar a cultura pernambucana com a empreendedora. Ao final do congresso, os participantes recebem certificado de 20h/aula e tem acesso às festas realizadas pela comissão organizadora. Entre os nomes confirmados estão o músico e pedagogo Silvério Pessoa e o professor do Centro de Informática (CIn) da UFPE, Sílvio Meira.

Fonte e demais informaçõeshttp://www.folhape.com.br/index.php/secao-cidadania/622887?task=view

Abertas as inscrições para o Prêmio Dorgival Brandão Júnior

A Secretaria de Política de Informática (Sepin) do MCT está recebendo inscrições até o dia 31 de março para o Ciclo 2011 do Prêmio Dorgival Brandão Júnior da Qualidade e Produtividade em Software. O objetivo é motivar e conscientizar a indústria brasileira de software, dando destaque aos melhores projetos apresentados a cada ciclo do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade (PBQP Software).
     São sete categorias: conscientização e motivação; métodos de gestão; recursos humanos; serviços tecnológicos; articulação institucional; tecnologia de software; e marketing de software. Poderão ser submetidos projetos do setor empresarial, instituições de ensino ou pesquisa e governo.
     Informações estão disponíveis neste link.
     Mais esclarecimentos podem ser obtidos pelo telefone (61) 3317-7967 ou pelo e-mailpbqpsw@mct.gov.br.
     (Com informações da Sepin) 

Fonte e demais informações: http://www.gestaoct.org.br/

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Edital para apoio a projetos externos: projetos de produção, edição e publicação de livros e coleções


Janeiro/2011 

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O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) comunica e convoca Entidades brasileiras com interesse na criação, edição ou divulgação de livros e coleções a apresentarem propostas para obtenção de apoio financeiro do CGI.br, de acordo com as condições e modalidades estabelecidas no presente Edital.
rev.final 27-01-2011

EDITAL PARA APOIO A PROJETOS EXTERNOS: PROJETOS DE PRODUÇÃO, EDIÇÃO E PUBLICAÇÃO DE LIVROS E COLEÇÕES

1. Introdução e antecedentes

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) foi criado pela Portaria Interministerial nº 147, de 31 de maio de 1995, alterada pelo Decreto Presidencial nº 4.829, de 3 de setembro de 2003, para coordenar e integrar todas as iniciativas de serviços Internet no país, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados.
Entre as diversas atribuições do CGI.br, destacam-se: a coordenação da atribuição de endereços internet (IPs) e do registro de nomes de domínios “.br”; o estabelecimento de diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil; a coleta, organização e disseminação de informações sobre os serviços Internet, incluindo indicadores e estatísticas; propor programas de pesquisa e desenvolvimento relacionados à Internet, que permitam a manutenção do nível de qualidade técnica e inovação no uso, bem como estimular a sua disseminação em todo o território nacional, buscando oportunidades constantes de agregação de valor aos bens e serviços a ela vinculados; promover estudos e recomendar procedimentos, normas e padrões técnicos e operacionais, para a segurança das redes e serviços de Internet, bem assim para a sua crescente e adequada utilização pela sociedade.
A administração de nomes de domínio “.br”, bem como a distribuição de números IP e serviços relacionados, incluindo a operação e desenvolvimento dos sistemas de endereçamento Internet respectivos no país, prestados sem finalidade lucrativa pelo NIC.br por delegação e sob a supervisão do CGI.br, possibilita utilizar recursos em iniciativas de desenvolvimento, difusão e inovação relacionadas à Internet no país, uma vez garantidos os recursos de sustentação e desenvolvimento dos serviços, programas e projetos sob a responsabilidade do NIC.br.

2. Objetivo geral desse edital

O CGI.br apoiará com recursos financeiros projetos de produção e/ou adaptação, edição e publicação de livros ou coleções em português, inéditos nesse idioma, orientados e destinados ao público em geral, focados na convergência e no papel da Internet, considerados prioritários para apoiar o desenvolvimento e a democratização da Internet no Brasil. 
O projeto tem por objetivo contribuir para a democratização do acesso à população de menor renda, fornecer subsídios para a formulação de diretrizes estratégias relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet em todo o território nacional e identificar aspectos da governança da Internet no mundo.
De maneira a prover bases factuais e conceituais sólidas para a execução do objetivo desse Edital, o CGI.br busca projetos em uma ou mais das três categorias a seguir dispostas:
- estudos, análises e compilações que contribuam para a inovação na democratização do acesso a populações de menor renda [3.1.1 (b)] [3.1.3]1
- análises, sistematização de dados e informações sobre iniciativas estratégicas de digitalização nos territórios nacionais (bairros, cidades, distritos, meio rural, regiões específicas) [3.1.3]
- estudos avançados sobre os vários aspectos da governança da Internet em âmbitos nacional e internacional, incluindo pelo menos um dos seguintes temas: governança e administração da infraestrutura lógica; acesso e diversidade; direito à comunicação, ciberssegurança e liberdade de expressão; regulação e convergência; neutralidade da rede; Internet e desenvolvimento humano [3.2.3]

3. Qualificação

Podem apresentar propostas quaisquer entidades civis brasileiras sem finalidade lucrativa e entidades acadêmicas que atuem em qualquer área do território nacional, bem como entidades brasileiras com fins lucrativos que tenham como objeto contratual a criação, edição ou divulgação de livros.

4. Apresentação e envio das propostas

4.1 Entrega das propostas

As propostas devem ser digitadas em formulário fornecido pelo CGI.br, que poderá ser acessado através da http://www.cgi.br/form-edital/, sendo obrigatório o preenchimento de todos os campos.
Preenchido o formulário e todos os campos descritivos, deverá ser enviado a publicacoes@cgi.br, acompanhado de documento adicional descritivo (se necessário), cronograma de execução proposto, fases do projeto, descrição do conteúdo e orçamento. Toda a documentação do projeto deve ser enviada por e-mail em formato ODF (OpenOffice) ou PDF. Não serão aceitas propostas enviadas de outra forma.
As entidades proponentes arcarão com todas as despesas e custos decorrentes da elaboração e apresentação de suas propostas.
Não serão aceitos documentos e propostas apresentados por fax, correio ou entregue pessoalmente, ainda que dentro do prazo.

4.2 Prazo para envio das propostas

O prazo para envio das propostas encerra-se às 00:00 (hora de Brasília) de 31 de março de 2011. Após essa data, o CGI.br não mais aceitará novas propostas ou alterações nas propostas já enviadas, sendo desconsideradas quaisquer propostas ou documentos enviados intempestivamente.
Qualquer pedido de esclarecimento sobre as condições aqui estabelecidas deverá ser realizada através do publicacoes@cgi.br, até às 00:00 (hora de Brasília) de 15 de março de 2011.
Os questionamentos efetuados serão respondidos pelo CGI.br até às 00:00 (hora de Brasília) de 25 de março de 2011. O envio de questionamentos através de outras formas ou após o prazo estabelecido acima será desconsiderado. 

4.3 Documentos necessários e indicação de dados

As entidades proponentes deverão enviar cópias digitais dos seguintes documentos e indicar os seguintes dados junto ao formulário:
a) cópia do ato constitutivo, estatuto ou contrato social em vigor, registrado e com o comprovante de registro perante o órgão competente, para comprovar o status jurídico da entidade proponente e cópia do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ/MF);
b) Cópia do documento que nomeia o representante legal, devidamente registrado e indicação da qualificação do representante;
c) Último balanço financeiro da entidade proponente;
d) Último relatório descritivo de atividades da entidade solicitante;
e) Certidão negativa de falência ou de recuperação judicial, expedida pelo distribuidor da sede da entidade proponente, emitida em até 90 dias corridos antes da data da apresentação dos documentos;
f) Indicar a qualificação dos membros da equipe responsável pelos trabalhos e enviar currículo resumido do responsável pelo projeto;
g) O proponente poderá descrever e apresentar, se desejar, evidências que comprovem a sua capacidade empresarial/técnica/operacional em executar os projetos objeto desse Edital.
A falta de qualquer dos documentos elencados anteriormente acarretará na desclassificação da entidade proponente.

4.4 Da proposta técnica e dos valores

A entidade proponente deverá apresentar proposta técnica em língua portuguesa, com as especificações técnicas e condições a serem aplicadas para a execução do projeto indicado.
A proposta técnica visa avaliar a capacidade do proponente em desempenhar as funções a que se propõe à prestação dos serviços em referência e deverá ser mais detalhada possível, visto que constituirá um dos principias fatores de julgamento.
Serão desclassificadas as propostas técnicas que se mostrem omissas, contraditórias, incompletas ou capazes de dificultar a compreensão e o julgamento.
A proposta deverá elencar todos os detalhes necessários para a execução do projeto indicado, inclusive os valores estimados para a execução do referido projeto expressos em reais (R$). Os valores indicados devem incluir todos os tributos e despesas para o cumprimento integral do projeto.
A parcela do orçamento do projeto a ser subvencionada com recursos do CGI.br deve prever eventuais despesas de custeio, tais como pagamento de pessoal próprio, contratação de consultorias especializadas de pessoas físicas ou jurídicas, material de consumo e aluguéis de bens móveis ou imóveis, bem como investimentos de capital necessários ao projeto.
Quaisquer tributos, custos e despesas diretos ou indiretos omitidos na indicação dos valores, serão considerados como inclusos nos valores, não sendo permitidas solicitações de acréscimos de valores no decorrer do projeto.

4.5 Componentes exigidos para as propostas

Todas as propostas apresentadas devem incluir os seguintes componentes:
  • o conteúdo integral a ser produzido deverá ser publicado em forma impressa e nos formatos PDF e EPUB na Internet sob uma licença que permita a leitura e o download para uso pessoal do conteúdo.
  • as edições impressas deverão ter uma tiragem mínima de 02 mil exemplares; desses, 60 exemplares deverão ser entregues ao CGI.br.
  • cada livro ou coleção deverá conter um CD ou DVD com o conteúdo integral dos mesmos em formato digital compatível com programas leitores em software livre.
5. Processo decisório

Após o envio do formulário e dos documentos elencados no item 4 desse Edital, o CGI.br enviará e-mail confirmando a inscrição da entidade
A análise das propostas será realizada por uma ou mais comissões ad-hoc nomeadas pelo CGI.br para tal, que terão até 60 dias contados da data de finalização do prazo para envio das Propostas, para decidir quais os projetos apresentados que receberão apoio do CGI.br.
Nesse período o CGI.br poderá solicitar às entidades solicitantes informações adicionais que considere relevantes para auxiliar na análise dos projetos.
O critério de valoração das propostas apresentadas abrangerá a análise da entidade proponente (capacitação técnica da equipe executora e capacidade/experiência anterior da instituição), o projeto em si, a proposta técnica para implementação do projeto e a adequação do mesmo aos valores a serem gastos com a sua implementação. 

6. Recursos financeiros

6.1. Recursos disponíveis

O CGI.br estabeleceu o valor total (para o conjunto dos projetos aprovados) de até R$ 700.000,00 (setecentos mil reais) para apoiar os projetos que se enquadrem no escopo desse Edital, sendo que a contribuição do CGI.br a cada projeto não poderá ultrapassar R$ 140.000,00 (cento e quarenta mil reais).

6.2. Aplicação dos recursos

Os recursos serão aplicados da seguinte forma:
  • no mínimo 30% serão dedicados a projetos de empresas de pequeno porte e microempresas, e no mínimo 50% a entidades sem fins lucrativos. Caso não haja projetos classificados que atendam esses requisitos, os recursos serão aplicados nos demais projetos recomendados para aprovação.

  • os projetos apresentados pelas entidades civis brasileiras sem finalidade lucrativa e entidades acadêmicas poderão ter o apoio financeiro integral do CGI.br, porém serão aceitas propostas que apresentem apoio financeiro de outras Instituições ou contrapartidas para cobrir parcial ou totalmente o orçamento do projeto;
  • os projetos apresentados por empresas que tenham como objeto contratual a criação, edição ou divulgação de livros, poderão ter o apoio financeiro do CGI.br no limite de até 90% do valor total do orçamento destinado ao projeto. O valor de apoio a cada empresa deverá respeitar às seguintes faixas de faturamento no ano base de 2010:

a) apoio de 90% do valor total do orçamento para entidades com faturamento até R$ 2.400.000,00;
b) apoio de 80% do valor total do orçamento para entidades com faturamento acima de R$ 2.400.000,00 e inferior a R$10.500.000,00.
c) apoio de 50% do valor total do orçamento para entidades com faturamento acima de R$ 10.500.000,00 e inferior a R$60.000.000,00. 

7. Prazos de realização e desembolso

Todas as propostas deverão ter um cronograma de realização do projeto de no máximo 12 meses a contar da data de desembolso da primeira parcela do total de recursos aprovados pelo CGI.br.
Qualquer desembolso só será realizado após assinatura de Termo de Compromisso entre as partes.
O CGI.br reterá até 15% do total de recursos aprovado pelo CGI.br para o projeto, a ser desembolsado na entrega e após aceitação do relatório final do projeto pelo CGI.br.
Os pagamentos serão realizados somente à entidade proponente, sendo que em hipótese alguma será permitido o pagamento a terceiros. 

8. Das obrigações contratuais

A entidade proponente que tiver o seu projeto aprovado pelo CGI.br firmará contrato com o NIC.br - Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, tendo como objeto a união de esforços para implementação do projeto apresentado, estabelecendo prazos de conclusão do projeto e, ainda, a forma de pagamento dos valores arcados pelo CGI.br e todos os requisitos necessários para a execução do projeto e prazo para a vigência do contrato.
O contrato poderá ser alterado, mediante Termo Aditivo, para a efetuação de acréscimos ou supressões qualitativos e quantitativos do seu objeto, que se fizerem necessários, ficando a entidade proponente ciente que será vedada alterações quanto ao valor proposto para execução do projeto. 

9. Disposições Gerais

A inscrição de um projeto implica a prévia e integral concordância com as disposições desse Edital por parte da entidade solicitante.
Os casos omissos nesse Edital serão examinados pelo CGI.br.
O CGI.br reconhece os esforços das entidades proponentes em atender a esse ato convocatório, mas não será considerado responsável por quaisquer custos incorridos pelos proponentes no processo de preparação das propostas, reservando-se ao direito de cancelar, suspender e ou modificar o presente Edital, a seu exclusivo critério, sem que caiba qualquer direito de indenização ao proponente.
Todos os documentos entregues ao CGI.br para atender aos requisitos dispostos nesse Edital não serão devolvidos às entidades proponentes. Esses documentos serão arquivados e mantidos em sigilo pelo NIC.br.
1   O números entre colchetes referem-se a itens temáticos do “Programa CGI-Fapesp” aprovado pelo CGI.br em agosto de 2009.

Fonte e demais informações: http://www.cgi.br/regulamentacao/edital-27-01-2011.htm

S2B: Inscrições para o Students to Business estão abertas até 15 de março; primeira etapa será no dia 23

A PUC Minas e o Centro de Inovação Microsoft (MIC BH), localizado na unidade São Gabriel da Universidade, abrem inscrições, até o dia 15 de março, para a 8ª onda do programa de capacitação gratuita para o mercado de tecnologia, destinado a estudantes de ensino médio, superior e de pós-graduação. A primeira etapa do Students to Business – S2B  – realizada em Belo Horizonte será no dia 23 de março, no Teatro da PUC Minas no São Gabriel. Neste dia serão realizadas provas de conhecimentos gerais na área de Tecnologia da Informação (TI). As inscrições devem ser feitas pela internet no www.programaS2B.com.br.

O objetivo da iniciativa é auxiliar e formar jovens interessados em seguir carreira na área para conquistar boas oportunidades no mercado, possibilitando adquirirem formação técnica para tornarem-se profissionais juniores em TI.

Na segunda etapa, os selecionados assistem a aulas sobre uma das tecnologias Microsoft por eles escolhidas na primeira etapa, nas áreas de Desenvolvimento de Software, Infraestrutura de SharePoint e Business Intelligence. A novidade desta edição é a capacitação em Desenvolvimento para computação em nuvem com o Windows Azure, a plataforma da Microsoft para execução de aplicativos e serviços de Cloud Computing. 

Na terceira fase, os selecionados desenvolvem um projeto a partir do que aprenderam, utilizando os laboratórios do MIC BH e da PUC Minas. Ao final, os participantes apresentam os trabalhos desenvolvidos às empresas parceiras e convidados. No encerramento, serão entregues certificados, em um evento que inclui uma feira de empregos. O MIC BH é uma parceria entre a PUC Minas, a Microsoft e a empresa de tecnologia da informação BHS e tem o objetivo de fomentar o uso de tecnologias de ponta pelas empresas da região e oferecer capacitação profissional, além de estimular a indústria local de software.

            Desta vez, o Students to Business vai abranger 33 cidades em 11 estados brasileiros – Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Os jovens dessas localidades poderão receber quatro, 32 ou até 84 horas de treinamento gratuito em três etapas de aulas, num aumento gradativo de complexidade. As aulas acontecem em 36 unidades dos Centros de Inovação mantidos pela Microsoft em várias cidades do país e em instituições parceiras. Somente na última edição do S2B, em 2010, foram capacitados 18.059 jovens.

            O Students to Business faz parte das iniciativas de Cidadania Corporativa da Microsoft Brasil. Os participantes recebem licenças para download gratuito dos softwares utilizados nos treinamentos para dar continuidade prática do conteúdo aprendido utilizando o computador pessoal. A iniciativa também conta com o apoio de empresas que demandam mão de obra especializada e que oferecem oportunidades de emprego ou estágio ao final da capacitação. 

            Realizado no Brasil desde 2007, o Students to Business já capacitou mais de 90 mil estudantes para o mercado. 

Agenda:

Inscrições para a edição do Students to Business

Especializações: Desenvolvimento de Software/ Infraestrutura de SharePoint/ Business Intelligence

Período: até 15 de março de 2011.
Inscrições: pelo site www.programaS2B.com.br 
Local: PUC Minas São Gabriel – Rua Walter Ianni, 255, Bairro São Gabriel – CEP: 31980-110.
Início da 1ª etapa: 23 de março de 2011

Bolsas Canadá–Brasil: inscrições abertas para doutorado

Bolsas Canadá–Brasil: inscrições abertas para doutorado

Até 31 de março, pesquisadores brasileiros e canadenses podem se inscrever para o programa de apoio a pesquisas colaborativas financiadas em parceria pelo Brasil e pelo Canadá. Trata-se do Bolsas Canadá–Brasil – Projetos Conjuntos de Pesquisa.

Destinado às instituições de nível superior, o programa tem como proposta estimular a colaboração entre equipes dos dois países.

O apoio será concedido pelo Governo do Canadá por meio do Escritório Canadense de Educação Internacional (CBIE). Serão financiados projetos de pesquisa conjuntos em áreas consideradas estratégicas, como governança democrática, geração de riqueza, segurança, ciência e tecnologia.

Para inscrever o projeto, é necessário formar uma equipe de pesquisa com um professor coordenador e no máximo cinco doutorandos. Cada aluno receberá terá um auxílio de cerca de 8 mil dólares canadenses para a estadia de seis meses no Canadá.

O professor coordenador do projeto poderá receber 3 mil dólares canadenses para fazer uma visita de dez dias ao país. A duração do projeto é de até 24 meses, compreendidos entre setembro de 2011 e setembro de 2013.

A expectativa dos responsáveis pela iniciativa é que os projetos resultem em mais publicações, intercâmbio científico e na intensificação da cooperação bilateral entre o Brasil e o Canadá.

Fonte: Agência FAPESP 
 

Vantagem: elétrico é quatro vezes mais eficiente

23/2/2011
Lívia Cerezoli
Enquanto um veículo movido a gasolina ou etanol utiliza entre 20% e 30% da energia gerada pela combustão, um motor elétrico pode aproveitar 90%, isso sem gerar poluição ambiental ou sonora no lugar onde está circulando.

A informação é de Marcelo Schwob, pesquisador e chefe substituto da divisão de energia do INT (Instituto Nacional de Tecnologia). É claro que para gerar a energia que vai abastecer o motor elétrico existe emissão de poluentes, mas o  Brasil tem um cenário bastante favorável. De toda a energia elétrica produzida no país, 87% são de fontes limpas (80% hidráulica, 4% bagaço de cana, 2% nuclear e 1% eólica). “Outra vantagem é o custo operacional, que chega a ser quatro vezes mais baixo”, afirma o pesquisador.

A conta para isso é simples. Para percorrer 10 km, um carro convencional gasta, aproximadamente, R$ 2,50, enquanto um elétrico deve gastar no máximo  R$ 0,60, ponderando as médias de preço do litro da gasolina e do quilowatt (unidade de medida para energia elétrica). E com todas essas vantagens, qual a dificuldade enfrentada pelo carro elétrico no mercado brasileiro? Para Schwob, uma das barreiras foi a implantação do  etanol como combustível renovável. “Isso, aparentemente, torna o desenvolvimento  de um projeto de carro elétrico menos importante, mas uma coisa não impede a outra.”

O chefe da divisão de energia do INT acredita que o Brasil poderia se destacar no mercado mundial se apostasse na criação  de um carro híbrido a etanol. De acordo com ele, os híbridos devem ainda dominar os mercados nos próximos dez anos.

Revista CNT Transporte Atual

Fonte e demais informações http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2812

Projetos transformam veículos convencionais em elétricos

23/2/2011
Lívia Cerezoli

Foto: Uerj/Divulgação
Mesmo que de forma ainda tímida, o carro elétrico dá seus primeiros sinais de participação no mercado brasileiro. Já circulam pelo país algumas unidades importadas da Índia e outros modelos fabricados por aqui, como é o caso do projeto experimental da Fiat em parceria com a hidrelétrica de Itaipu.

Porém, os altos custos de importação e de produção impedem que os veículos sejam comercializados em grande escala no Brasil. Diante desse  cenário, surge uma alternativa: a conversão de carros movidos a motor de combustão em elétricos. 
 
Iniciativas particulares e projetos universitários já trabalham nessa proposta. Os veículos ainda estão sendo  testados em fase experimental, mas já apresentam bons resultados. O primeiro projeto brasileiro para a criação de um carro de passeio elétrico  aconteceu em 1973, com a apresentação do Gurgel Itaipu, equipado com 320 kg de baterias e autonomia de 80 km. O veículo não chegou a ser comercializado.

Agora, quase 40 anos depois, estudantes de engenharia elétrica e automotiva da UnB (Universidade de  Brasília) transformaram um Gurgel BR-800 movido a gasolina em tração elétrica. Batizado de BR-12v, o veículo  está sendo montado no Núcleo de Extensão do Gama, no Distrito Federal.

Segundo o professor responsável pelo projeto, Rudi  Henri van Els, a carcaça do Gurgel BR-800 foi escolhida devido ao formato compacto e à leveza da lataria. “A solução para os próximos anos vai ser usar carros menores nos centros urbanos. Não devemos  aumentar as ruas e estradas, e sim diminuir os carros. A proposta do veículo elétrico é exatamente esta: mais eficiência em menos espaço”, explica.

O projeto utiliza 14 baterias convencionais de chumbo de 18 kg cada uma. O BR-12v terá autonomia de 50 km e atingirá velocidade máxima de 85 km/h. O veículo será capaz de transportar duas pessoas. Sem contar o valor disponibilizado para a compra do  carro, o projeto de conversão tem custo estimado em R$ 15 mil. O montante foi disponibilizado pela universidade.

No final do ano passado, a Uerj (Universidade do Estado  do Rio de Janeiro), em parceria com o Cefet-RJ (CentroFederal de Educação Tecnológica), apresentou uma Kombi elétrica. O veículo tem autonomia de 60 km proporcionada por 20 baterias de 12 volts cada. “Não tivemos a preocupação com a performance do carro, por ser um projeto educativo. Temos a consciência de que é um veículo artesanal, que pode ser aprimorado, mas, mesmo assim, ele tem autonomia para as distâncias médias percorridas nos centros urbanos”, explica Luiz Artur Pecorelli Peres, professor e  coordenador do grupo de estudos de veículos elétricos da universidade.

Segundo o INT (Instituto Nacional de Tecnologia), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia, existem estatísticas mundiais que afirmam que entre 70% e 80% dos carros convencionais rodam, no máximo, de 60 km a 70 km por dia.

O veículo de 1982 foi totalmente reconstruído e, para o professor, muito mais do que uma alternativa ao motor a combustão, o projeto da Kombi elétrica presta um  serviço à sociedade por reciclar um veículo antigo que provavelmente viraria sucata.

A terceira linha de trabalho é uma iniciativa particular que está sendo desenvolvida em Uberaba (MG). O engenheiro e analista de sistema Maurício dos Santos Anjo trabalha na conversão de um Palio 1.0 em elétrico. O projeto deve ser finalizado em março. O carro, batizado de Electro, vai receber três baterias de íons de lítio que permitirão uma autonomia de até 140 km. Há pelo menos um ano,  Maurício já roda pelas ruas da  cidade mineira com um veículo elétrico capaz de percorrer 20 km com carga única de bateria. “Percebi o quanto é vantajoso ter um veículo elétrico e, por isso, decidi investir em um projeto um pouco mais ousado.”

Segundo ele, pelo menos 170 pedidos de conversão já chegaram à sua empresa. O custo do serviço chega a R$ 29 mil e pode ser feito em até três semanas. “O  investimento é recuperado em até quatro anos de uso do veículo”, afirma. O engenheiro também trabalha na construção de uma casa com tijolo ecológico que chega a ser de duas a cinco vezes mais resistente e até 40% mais barata que a construída com tijolo comum.

No Brasil ainda não há legislação adequada para o carro elétrico, mas o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) regulamenta a conversão de veículos. De acordo com a portaria nº 190, de 2009, além de autorização do departamento, os veículos convertidos precisam de um laudo de qualidade oferecido por instituição técnica licenciada acreditada pelo Inmetro  (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).

Para o diretor-presidente da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), Pietro Erber, os projetos de conversão de veículos são importantes porque difundem a ideia do motor movido a energia elétrica no Brasil. Mas ele acredita que a importação é o caminho mais rápido para que o carro elétrico tome as ruas do país. Porém, enquanto isso não acontece, para Erber é importante formar mão de obra especializada. “Quando os carros começarem a ser comercializados por aqui, precisaremos de pessoal capacitado para prestar assistência, por isso é tão importante essa atuação das universidades”, diz ele.

Segundo o INT, as pesquisas com a propulsão elétrica  de veículos já existem desde o final do século 19, quando se desenvolviam também os sistemas de motores de combustão interna e a vapor. Como os combustíveis líquidos do petróleo tinham um preço muito acessível e a infraestrutura de distribuição da energia elétrica ainda era
precária, o seu uso em automóveis e demais veículos rodoviários não foi desenvolvido em escala industrial, ficando restrito a transportes como bondes, trens e metrôs.


Somente com as crises do  petróleo na década de 1970 e com a conscientização ambiental ocorrida a partir dos anos 1980, a solução elétrica voltou a ser considerada para os veículos leves.

 
Atualmente, os principais mercados de veículos elétricos ainda encontram-se nos países desenvolvidos, que precisam  atingir a meta de redução de poluentes e buscam autonomia energética. Nos Estados Unidos, por exemplo, a previsão é colocar 1 milhão de carros híbridos (movidos a eletricidade e combustível líquido), fabricados no país, nas ruas até 2015. Aqui no Brasil, de acordo com previsões otimistas da ABVE, é possível que a participação de veículos elétricos, incluindo os híbridos e os movidos 100% a bateria, chegue a 16% até 2020.

O professor da UnB Rudi Henri van Els acredita que para atingir esse índice é preciso uma mudança cultural. “Precisamos quebrar a lógica do carro a combustão. É muito mais barato pulverizar os postos de abastecimento a energia elétrica. Eles podem existir em diversos locais, como shoppings, escolas e estacionamentos.”

De acordo com Els, outro ponto importante também são as baterias. As que estão  sendo utilizadas na conversão os veículos levam até oito horas para completar a carga, mas com o avanço da tecnologia,  é possível garantir o abastecimento desses veículos em minutos, como já acontece com os combustíveis líquidos. “Outra opção é a troca de baterias. Você deixa a sua vazia e leva a cheia. É um processo rápido também”, diz o professor.
 

OS VEÍCULOS CONVERTIDOS
 
Veja quantidade de baterias e autonomia dos modelos
:

BR-12V

Baterias 14 baterias de chumbo
Autonomia 50 km

 
KOMBI ELÉTRICA
Baterias 20 baterias de 12 volts
Autonomia 60 km

 
ELECTRO
Baterias 3 baterias de íons de lítio
Autonomia 140 km


Fontes: UnB, Uerj, Cecotein
 
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Revista CNT Transporte Atual

Recifes de coral poderão desaparecer até 2050, diz instituto

Os recifes de coral poderão desaparecer de todo o planeta até 2050, se não forem tomadas medidas urgentes para proteger essas "florestas marítimas" de todos os fatores que a ameaçam, da pesca excessiva ao aquecimento global. A advertência foi feita nesta quarta-feira no informe "Reefs at Risk Revisited", realizado por pesquisadores e grupos de conservação ambiental dirigidos pelo comitê de especialistas o World Resources Institute (Instituto de Recursos Mundiais).

O aquecimento dos mares, causado pela mudança climática; a acidificação dos oceanos, obra da contaminação por dióxido de carbono; o transporte marítimo, o desenvolvimento costeiro e os resíduos agrícolas são as principais ameaças aos recifes de coral, que permitem milhões de pessoas ganharem a vida.

"Se isto não for controlado, mais de 90% dos corais estarão ameaçados até 2030 e quase todos os corais estarão em perigo até 2050", assinala o informe.

"As pressões locais sobre os recifes, como a pesca excessiva, o desenvolvimento costeiro e a poluição, representam a ameaça mais direta e imediata para os recifes de coral de todo o mundo e colocam em perigo mais de 60% das coloridas 'florestas marítimas' em curto prazo", adverte o estudo.

O impacto da mudança climática - uma ameaça mundial para os corais - somente agrava as pressões locais.

"O aquecimento dos mares já causou grandes danos aos recifes, devido ao fato de que as altas temperaturas geram uma resposta chamada branqueamento: os corais pedem suas coloridas algas simbióticas", afirmou o relatório.

"Além disso, o aumento das emissões de dióxido de carbono (CO2) está fazendo que os oceanos fiquem mais ácidos. A acidificação dos oceanos reduz a taxa e o crescimento dos corais e pode reduzir sua habilidade de manter sua estrutura física".

A perda dos recifes de coral privaria milhões de habitantes costeiros de uma importante fontes de alimentos e rendas e, além disso, ficariam sem sua barreira natural de proteção das tempestades.

O desaparecimento dos corais também acarretaria a existência menos criadouros para a pesca comercial e menos areia nas praias turísticas.

"Precisamos melhorar, rápida e completamente, os atuais esforços para proteger os recifes", afirma o informe, que pretende incentivar o mundo a agir para salvar esses ecossistemas fundamentais.

Fonte: G1 Mundo

Matemáticos criam Tabela Periódica dos átomos geométricos

Átomos geométricos
Matemáticos estão criando sua própria Tabela Periódica, uma coleção de formatos geométricos fundamentais, que não podem ser reduzidos a nada mais simples.

Os átomos geométricos são "formatos suaves", sem bordas ou cantos, lembrando mais esferas deformadas, podendo ser descritos em termos do seu "fluxo" - se um formato tem um padrão único de fluxo, então ele é um átomo; se não ele é uma molécula e pode ser decomposto em formatos mais simples.

Esses formatos simples, ou átomos geométricos, são conhecidos pelos matemáticos como variedades de Fano, em referência a Gino Fano, que descobriu nove formatos atômicos bidimensionais nos anos 1930. Na década de 1980 foram descobertos 102 formatos em três dimensões.

Mas ninguém antes havia organizado esses formatos fundamentais em grupos e nem avançado rumo a múltiplas dimensões. Um novo programa de computador criado pelos pesquisadores certamente facilitará esse trabalho daqui para frente.

Tabela Periódica de formatos

Esses átomos geométricos, à primeira vista, deverão produzir um número muito maior de "elementos matemáticos" do que a Tabela Periódica tradicional tem de elementos químicos.

Isso porque o objetivo dos cientistas é ambicioso: isolar todos os "possíveis formatos do universo" em três, quatro e cinco dimensões, interligando os formatos da mesma forma que os elementos químicos são reunidos em famílias.

"A Tabela Periódica é uma das ferramentas mais importantes na química. Ela lista os átomos com os quais tudo o mais é feito, e explica suas propriedades químicas," explica o professor Alessio Corti, que está trabalhando juntamente com matemáticos da Austrália, Japão e Rússia.

"Nosso trabalho pretende fazer o mesmo - criar um diretório que liste todos os blocos geométricos fundamentais e isole as propriedades de cada um usando equações relativamente simples," prossegue ele.

Eles ainda não sabem exatamente quantos átomos geométricos existem, embora calculem que provavelmente haverá uma quantidade deles grande demais para colocar em uma tabela ou mesmo em uma parede inteira.

Estima-se que haja algo em torno de 500 milhões de formatos que podem ser definidos algebricamente em quatro dimensões, que exigiriam alguns milhares de blocos fundamentais para serem construídos.

Novas dimensões da matemática

As equações são essenciais, uma vez que a maioria dos átomos geométricos não poderão ser "visualizados" no sentido comum, porque envolvem outras dimensões.

O universo descrito pela Teoria da Relatividade de Einsten, por exemplo, possui quatro dimensões - as três dimensões espaciais mais o tempo. A Teoria das Cordas, em sua versão conhecida como Teoria-M, propõe um universo com onze dimensões.

A Teoria das Cordas, aliás, desempenhou um papel fundamental neste trabalho, tendo permitido que os cientistas criassem o programa de computador capaz de decompor os formatos em átomos.

Como não podem ser visualizados diretamente, os cientistas fazem suas ilustrações fatiando os átomos geométricos - o processo inverso que os cientistas usam para montar as imagens do cérebro usando fatias capturadas pelos exames de tomografia.

Robótica e Teoria das Cordas

As implicações da pesquisa deverão ter impacto em inúmeras áreas.

Na robótica, por exemplo, é usada uma equação de cinco dimensões para instruir um robô a visualizar um objeto e então estender seu braço para pegá-lo.

No cálculo dos movimentos, quanto mais graus de liberdade o robô tiver - a quantidade de juntas em um braço robótico, por exemplo - maiores serão as dimensões necessárias para programar seu movimento.

Os físicos, por sua vez, precisam dessas equações para analisar os formatos das dimensões acima de quinta ordem para estudar como as partículas subatômicas interagem nesses multiversos.

Teoria química das formas

"Em nosso projeto, nós estamos procurando os blocos básicos das formas. Você pode pensar nesses blocos fundamentais como átomos, e pensar nos formatos compostos como moléculas," complementa o Dr. Tom Coates, membro da equipe.

"O próximo desafio é entender como as propriedades dos objetos maiores dependem dos átomos de que eles são formados. Em outras palavras, nós queremos construir uma teoria da química para as formas," conclui ele.

Fonte: Inovação Tecnológica

E-agora? O Futuro Chegou!

Economia criativa, realidade aumentada, capitalistas sociais, transmedia, storytelling, social location e mobile, nuvens de inovação, contexto e conteúdo, geração global, neurociência e as mídias sociais, educação e empresas do século 20 e pessoas do século 21, start-ups de alto impacto, webcidadania, Brasil o líder digital e ambiental, cyberartes; em 2014 92% do trafego na internet será de vídeos. E muito mais… Vários pensadores em formatos de pílulas para discutir o E-agora?

Tudo isso acontece no Workshop Web Innovation, na manhã do dia 18 de março, que faz parte da programação do Web Expo Forum 2011, promovido pelas revistas TI Inside, Teletime e TelaViva, entre os dias 16 e 18 de marco, no Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, em São Paulo. A organização  é da Converge Comunicações, com apoio de várias entidades do setor.

Já estão confirmados os debatedores Gil Giardelli (coordenador), CEO da Gaia Creative e da ESPM; Ricardo Almeida, sócio-fundador e diretor geral do I-Group e do Clube de Autores; Guto Grieco, diretor do Centro de inovação e Criatividade da ESPM): Dhaval Chadha,  sócio-fundador da Cria Global; Luiz Agarra, consultor associado e fundador da Papagallis, Karina Israel, diretora Executiva da YDreams; Drica Guzzi, sócia- diretora da weblab.tk. Novos nomes vão ser confirmados em breve.

Mais informações e inscrição pelo site www.webexpoforum.com.br ou pelo 0800 77 15 028

O prazo para inscrição com desconto termina nesta sexta-feira, 25.

Fonte e demais informaçõeshttp://www.webexpoforum.com.br/2011/02/23/1237/