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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Acordo de Cooperação Técnica entre os ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) para aproveitar a energia heliotérmica e solar

                                                         [Imagem: Abengoa]

Redação do Site Inovação Tecnológica - 29/12/2010

A usina heliotérmica que deverá ser construída em Pernambuco usará a tecnologia de cilindros parabólicos.

Embora a matriz energética brasileira já seja predominantemente baseada em energias renováveis e o Brasil tenha elevado potencial de irradiação, a participação da energia solar ainda é incipiente no País.

Reportagem recente da revista Photon (importante publicação de energia solar fotovoltaica em âmbito internacional) intitula o Brasil como "o gigante que está dormindo embaixo do sol".

Mas talvez este cenário possa começar a mudar a partir de 2011.

A reboque das iniciativas do setor privado, voltadas sobretudo para o uso da energia solar térmica para o aquecimento de água residencial, o governo federal deu os primeiros passos para uma política pública mais sólida para o setor da energia solar no Brasil.

Energia heliotérmica

Foi assinado nesta semana, em Brasília, um Acordo de Cooperação Técnica entre os ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT) e de Minas e Energia (MME) com o objetivo de fomentar o desenvolvimento científico e tecnológico para o aproveitamento da energia solar no Brasil.

O foco dos esforços será a energia heliotérmica, que usa concentradores solares para aquecer fluidos e gerar eletricidade.

O princípio de funcionamento de uma usina heliotérmica é similar ao de uma termelétrica, com a diferença que o calor que alimenta as turbinas é gerado pela luz do Sol. Atualmente existem três tecnologias principais na área: cilindros parabólicos, torre central e disco parabólico.

O acordo entre os Ministérios prevê o acompanhamento conjunto de atividades, compartilhamento de informações, fomento para a elaboração de projetos-piloto, de pesquisa e demonstrações, de capacitação técnica e de acordos nacionais e internacionais, além da criação um Comitê Gestor.

Heliotérmica em Pernambuco

De acordo com o Coordenador de Energia e Inovação de Tecnologia do MCT, Eduardo Soriano, "o acordo vai alavancar a implantação da Planta Piloto de Geração Heliotérmica no Semiárido", em Pernambuco, com aporte inicial de R$ 23 milhões, sendo R$ 18 milhões do Fundo Setorial de Energia (CT-Energ) e R$ 5 milhões da Secretaria de Ciência Tecnologia e Meio Ambiente do estado (Sectma).

A Plataforma de Pesquisa Experimental abrange tecnologias de diversos tipos de sistemas, nos moldes de plataformas de pesquisa existentes no exterior, como a de Almeira (na Espanha). A primeira tecnologia a ser implantada será a de cilindros parabólicos.

O projeto conta com parceiros como a Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Fapape), o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene), dentre outras instituições em fase de negociação.

Tecnologia solar no Brasil

Na avaliação do ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, o documento é um marco do desenvolvimento da tecnologia solar no Brasil e, para isso, é essencial que o País elabore mecanismos que estimulem a produção de pesquisas e tecnologia nacional.

"É importante o Brasil não somente ir lá fora e comprar uma central solar, mas trazer a comunidade acadêmica, centros de pesquisa e também, numa outra etapa, as empresas que pretendem participar de todo o processo", afirmou Zimmermann.

Veja também a reportagem Energia solar no Brasil pode ser vantajosa a partir de 2013.

Fonte e demais informações: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=incentivo-energia-solar-brasil&id=010115101229

Edital da Fapemig apoia a cultura da inovação em municípios

Qua, 29 de Dezembro de 2010 14:39

Apoiar pesquisas para a construção e fortalecimento de redes municipais de inovação em Minas. Este é o principal objetivo do edital 24/10 da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). A iniciativa, inédita, em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) vai disponibilizar R$ 1 milhão em recursos para as propostas aprovadas.



Organizar e disponibilizar informações locais e regionais relevantes para ações de apoio à inovação no município, implantar ou fortalecer instrumentos de apoio a inovação tecnológica e fortalecer organismos gestores de desenvolvimento regional focados em ciência, tecnologia e inovação devem estar entre os temas dos projetos beneficiados. Veja o edital.

Propostas

São consideradas elegíveis as propostas de entidades científicas, tecnológicas e de inovação, sediadas no Estado de Minas Gerais e cadastradas junto à FAPEMIG, que atendam aos seguintes requisitos: se comprometer a propiciar condições adequadas de espaço, infraestrutura, pessoal de apoio técnico e administrativo, bem como tempo para a equipe se dedicar ao trabalho proposto. No caso de municípios, sedes de parques tecnológicos, submeter a proposta através da entidade gestora responsável pelo parque ou por sua implantação; estabelecer, obrigatoriamente, parceria com o governo municipal.

As propostas devem apresentar contrapartida financeira de, no mínimo, dez por cento do valor solicitado à FAPEMIG para a execução do projeto e prever parcerias com o Governo Municipal. Cada Município só poderá ser parceiro em uma proposta, que devem ser submetidas em versão eletrônica, via AgilFap, www.fapemig.br/agilfap até o dia 07 de março de 2011. Para dúvidas ou informações, envie um e-mail para a Central de Informações da FAPEMIG. ci@fapemig.br Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

(Fonte: Assessoria de Comunicação Social da Fapemig)
 

Livro Azul está disponível na internet


Livro Azul está disponível na internet: A versão eletrônica do Livro Azul já está disponível para download

Créditos: DivulgaçãoDocumento com recomendações geradas pela 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI) foi lançado no dia 22 de dezembro de 2010. Publicação começou a ser distribuída no dia 27 de dezembro. Uma versão eletrônica do Livro Azul (17,4 Mb - Arquivo PDF) pode ser baixada no site do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE).

Lançado oficialmente no dia 22 de dezembro, o Livro Azul começou a ser distribuído no dia 27, durante a cerimônia de inauguração da sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a reunião do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT).

INAUGURAÇÃO

Com a inauguração de sua sede, o CNPq poderá concentrar suas atividades em um único local, depois de 30 anos trabalhando em três prédios dispersos. O edifício tem sistema de informática totalmente reformulado, salas de reuniões e de videoconferências, auditório, restaurante e lanchonete. O novo endereço do CNPq é SHIS QI 1, lote B, Lago Sul, Brasília.

A nova sede do CNPq terá como primeira atividade abrigar a última reunião do CCT em 2010. Está prevista a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O CCT funciona como um órgão de assessoramento à Presidência da República. Na pauta da reunião está a apresentação do relatório do Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional (PACTI 2007-2010).

FONTE

Ministério da Ciência e Tecnologia
 
Fonte e demais informações: http://www.agrosoft.org.br/agropag/216629.htm

Inscrições para o 19º Venture Forum FINEP vão até 23 de janeiro

Empreendedores inovadores podem se cadastrar no processo de seleção para o 19º Venture Forum FINEP até o dia 23 de janeiro. O evento, que será realizado em parceria com a ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital), acontece em paralelo com o Congresso Anual da Associação, que ocorre nos dias 11 e 12 de abril, em São Paulo. Durante o encontro, os empresários terão a oportunidade de apresentar negócios promissores a alguns dos principais investidores do país.

Antes do cadastro, é importante ler atentamente as instruções. A etapa seguinte é a pré-seleção dos projetos, realizada por uma equipe especializada da FINEP. Após este primeiro filtro, os empreendimentos pré-qualificados são convidados a se apresentarem à banca de seleção do evento, composta por analistas especializados da FINEP, consultores do mercado e gestores de fundos. São eles que definem quais empreendimentos irão efetivamente participar do Venture Forum.

Os selecionados passam, então, por um período de dois meses de treinamento com analistas da FINEP e profissionais da indústria de venture capital e private equity, no qual serão abordadas questões tecnológicas, mercadológicas e financeiras dos empreendimentos, além do aperfeiçoamento das apresentações aos investidores.

Promovida pela FINEP desde 2000, a série já viabilizou investimentos em quase 50 empresas brasileiras de base tecnológica, um valor que ultrapassa a casa de R$ 160 milhões. É importante que os empresários leiam atentamente as instruções para cadastramento e os critérios de seleção. Assim, o empreendedor conhecerá o funcionamento do Fórum e poderá identificar se o perfil de sua empresa se enquadra nos objetivos do evento.

O Capital Empreendedor ou Venture Capital é um tipo de investimento privado em que se compra participação societária em empresas que apresentem possibilidades de crescimento exponencial. Os investidores participam diretamente dos riscos e da alavancagem do negócio, agregando valor ainda através de orientação administrativa, comercial e financeira.

Leia aqui mais informações sobre o Programa Inovar.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Supercomputador aumenta precisão dos boletins da metereologia do Brasil



Fonte e demais informações: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1401057-7823-SUPERCOMPUTADOR+AUMENTA+PRECISAO+DOS+BOLETINS+DA+METEREOLOGIA+DO+BRASIL,00.html

Como transformar ideias em ações: Definindo o objetivo

Publicado em December 9, 2010

Categorias Criatividade, Inovação, Técnicas e Ferramentas

Por que muitos projetos de inovação ficam somente em ideias e não conseguem se transformar em ações? Mesmo quando s e coloca as melhores pessoas no projeto, as ações empacam e o projeto de inovação acaba abandonado, e mais uma ideia criativa e inovadora vai para a lista de boas intenções fracassadas.

A dura realidade é que ser criativo é importante, mas não suficiente. A transformação de uma ideia em ação requer planejamento, e isto exige uma cuidadosa avaliação da situação e dos recursos humanos, materiais e financeiros necessários, bem como do tempo requerido para a execução de cada etapa do processo de execução. Requer também que você monitore a execução passo a passo, identifique os desvios e aja prontamente para corrigir as falhas e manter a execução no rumo certo.

A execução bem sucedida de projetos de inovação não é tão difícil como pode parecer, desde que você os planeje e os conduza da maneira correta. Isto envolve a cuidadosa atenção a quatro etapas:

1. Definição do objetivo

2. Elaboração do Plano de Ação: atividades, responsabilidades, prazos e recursos

3. Viabilização da mudança

4. Monitoramento da execução

Definição do objetivo

O primeiro passo é estabelecer e comunicar com clareza a solução proposta e o resultado desejado, bem como o prazo para concluir o processo de mudança. Os propósitos da definição do objetivo são:

a) servir como motivador e catalisador;

b) assegurar o foco nos resultados desejados;

c) alinhar os esforços da equipe;

d) fornecer o caminho a ser seguido;

e) permitir a avaliação dos progressos;

f) identificar prontamente a necessidade de ajustes e correções.

Para conseguir estes propósitos, o objetivo deve ser específico, mensurável, atingível, realista e ter um prazo definido para sua realização.

Seu objetivo deve ser específico

Um objetivo específico é aquele definido de tal forma que qualquer pessoa entenda claramente que resultado você pretende atingir e em que prazo. Quanto melhor as pessoas envolvidas compreenderem seu objetivo, mais fácil se torna obter o engajamento, a motivação e o alinhamento. Para assegurar a clareza, o objetivo deve ser formulado da seguinte maneira:

Verbo de ação + Objeto + Quantidade + Prazo

Exemplo: Aumentar nossa atual participação no mercado regional em 20% até dezembro de 2011.

Se o objetivo for mensurável, pode ser gerenciado

A inclusão de quantidade e de prazo na definição do objetivo estabelece critérios concretos para monitoramento e avaliação dos progressos. Permitem identificar os desvios e a pronta tomada de ações corretivas ou de ajustes no plano de ação. Selecione indicadores que permitam verificar exatamente o quanto você já progrediu em relação ao ponto de partida e quanto ainda falta para completar seu objetivo.

Se for um objetivo de médio ou longo prazo, estabeleça marcos e metas intermediárias para facilitar o monitoramento e a avaliação dos progressos. Se não tomar este cuidado, você se arrisca a somente tomar conhecimento dos desvios quando já for muito tarde para salvar o projeto.

Seu objetivo deve ser atingível para compensar seus esforços

Ter objetivos desafiadores e relevantes é muito importante, mas os resultados almejados devem ser compatíveis com os recursos humanos, materiais e financeiros necessários. Considere as opiniões de outras pessoas interessadas no objetivo e envolvidas na sua realização sobre a viabilidade dos resultados desejados e dos prazos para obtê-los. Se o objetivo for considerado extremamente ambicioso, examine a possibilidade de realizá-lo por etapas, ou mesmo de reformulá-lo e adequar a relação entre custos e benefícios. Prazos considerados inviáveis são também fortemente desmotivadores.

Seu objetivo deve passar pelo filtro da realidade

Além da disponibilidade de recursos, examine a viabilidade do objetivo sob a perspectiva da maturidade gerencial da organização e de sua experiência em lidar com desafios de igual complexidade. Os conhecimentos, habilidades e atitudes são compatíveis e adequados? O que deve ser feito para se obter as competências necessárias? Há barreiras estruturais (burocracia, conflitos internos, sistemas falhos, etc.) que podem obstruir a realização do objetivo? Como remover ou contornar estas barreiras?

Estas questões parecem desanimadoras, mas são necessárias para você formar um bom conhecimento do terreno onde vai andar, preparar-se para enfrentar os obstáculos e traçar o caminho para atingir seu objetivo.

Se o objetivo não tiver um prazo, nunca será concluído

Ao estabelecer uma data final para a realização do objetivo, você está verdadeiramente definindo um alvo e assumindo um compromisso consigo mesmo e com sua equipe. Objetivo sem prazo não passa de um sonho vago e destinado ao esquecimento. Sem prazo definido, não há como avaliar os progressos e o entusiasmo inicial logo desvanece.

Contudo, não é suficiente ter somente um prazo final. É necessário definir os prazos iniciais e de conclusão de cada atividade, estabelecendo marcos e pontos de verificação dos progressos ao longo da execução do projeto.

No próximo artigo trataremos da elaboração do Plano de Ação.

Tecnologia se populariza e traz o futuro para dentro de casa



Fonte e demais informaçõeshttp://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1401081-7823-TECNOLOGIA+SE+POPULARIZA+E+TRAZ+O+FUTURO+PARA+DENTRO+DE+CASA,00.html                                            

Falta de investimento faz com que inventos não cheguem ao mercado



Indicação: Fernando Pereira - UNIFEI - Campus Itabira

Fonte e demais informações: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1400513-7823-FALTA+DE+INVESTIMENTO+FAZ+COM+QUE+INVENTOS+NAO+CHEGUEM+AO+MERCADO,00.html

Uol Bolsa de Pesquisa

Está aberta a chamada de projetos para a Edição 2011 do UOL Bolsa Pesquisa!


O UOL Bolsa Pesquisa é uma iniciativa pioneira entre empresas do setor privado no Brasil. Seu objetivo é financiar projetos de pesquisa que estimulem o desenvolvimento de tecnologias e conhecimento voltados para a Internet.

Datas importantes

Abertura da chamada de projetos: 15 de dezembro 2010

Data limite para a submissão de projetos: 15 de fevereiro de 2011 às 23:59

Divulgação dos resultados: 08 de março de 2011

Início da concessão das bolsas: 16 de março de 2011

Veja mais detalhes na página de chamada de projetos.

Siga-nos!

Twitter: uol_bolsapesq

Facebook: UOL Bolsa Pesquisa
  
Por que o UOL investe em pesquisa

O UOL investe em pesquisa para incentivar no Brasil o desenvolvimento de tecnologias e conhecimento de ponta sobre a Internet.

Os objetivos do UOL Bolsa Pesquisa são:

contribuir com o desenvolvimento de tecnologias e conhecimentos avançados para a Internet;

contribuir para o crescimento da Internet no Brasil e no mundo;

contribuir para a inclusão digital brasileira;

Áreas de interesse

As principais áreas temáticas a serem pesquisadas são:

Ciência da Computação;

Comunicação;

Economia;

Direito;

Jornalismo;

Sociologia.

Os projetos das áreas citadas devem ser relacionados à Internet. Projetos de pesquisa de outras áreas temáticas mas que sejam relacionadas à Internet também podem participar do UOL Bolsa Pesquisa.

O UOL Bolsa Pesquisa visa incentivar pesquisas em sub-áreas, que, por sua vez, podem se encontrar dentro de uma das áreas apontadas ou ter caráter interdisciplinar, englobando uma ou mais áreas. Alguns exemplos de sub-áreas e de interesse do UOL são:

estudo de modelos de redes sociais na Internet;

cloud computing;

o impacto dos blogs e microblogs no jornalismo digital;

técnicas para combate à disseminação de vírus digitais;

mecanismos de combate ao spam;

sistemas de busca na Internet;

sistemas de publicidade na Internet;

estudos jurídicos sobre privacidade e spam.

Projetos de pesquisa interdisciplinares (computação + jornalismo, computação + sociologia, biologia + computação) são de maior interesse para o UOL Bolsa Pesquisa.
Contribuições do UOL Bolsa Pesquisa

O UOL Bolsa Pesquisa irá destinar recursos para:

professores e alunos:

bolsas de produtividade em pesquisa para professores;

bolsas de doutorado;

bolsas de mestrado;

bolsas de iniciação científica para alunos de graduação;

Infra-estrutura computacional para laboratórios;

Infra-estrutura computacional para pesquisas, experimentos, testes e simulações.

O UOL poderá ainda fornecer dados coletados e métricas da Internet para auxiliar os pesquisadores. Por exemplo, logs anônimos de navegação, logs de consultas a máquinas de busca, taxas de crescimento de páginas na Internet brasileira, dados de carga de servidores de streaming, entre outros.

Valores das bolsas

Para a edição 2011 do UOL Bolsa Pesquisa, os valores das bolsas mensais para os níveis de graduação, mestrado e doutorado, bem como a bolsa de produtividade em pesquisa para os professores são:

1) graduação/iniciação científica: R$ 580,00;

2) mestrado: R$ 1.740,00;
 
3) doutorado: R$ 2.900,00;

4) professor: R$ 1.160,00 + 15% do valor da bolsa de cada orientado.

Os valores das bolsas são brutos e impostos federais podem ocorrer sobre eles.

Fonte e demais informações:http://bolsapesquisa.uol.com.br/

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Programa Conjunto de Bolsas para realização de Doutorado Pleno, Sanduíche e Duplo Doutorado na Republica Federativa da Alemanha


Processo Seletivo 2011/2012
Edital nº 070/2010/CAPES

A Diretoria de Relações Internacionais da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), no uso de suas atribuições, torna pública a seleção de candidaturas para a realização de doutorado pleno, doutorado sanduíche e duplo doutorado na República Federativa da Alemanha nas diversas áreas do conhecimento, com exceção de Artes Plásticas e Música. A seleção será realizada nos termos do Processo Seletivo em conjunto com o DAAD – Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico e o CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico:

“PROGRAMA CONJUNTO DE BOLSAS DE DOUTORADO
na República Federal da Alemanha 2011/2012
DAAD ‐ CAPES – CNPq

Os candidatos ao doutorado sanduíche só terão direito ao curso de alemão caso sua permanência na Alemanha seja de, no mínimo, 10 (dez) meses.

I. DEFINIÇÃO E OBJETIVO

O Programa tem como objetivo a formação de docentes e pesquisadores de alto nível e a consolidação da cooperação científica entre os dois países. As bolsas são concedidas a candidatos com excelente qualificação científica e acadêmica, para a realização do doutorado integral, do duplo doutorado ou do doutorado sanduíche na Alemanha. São concedidas bolsas em todas as áreas de conhecimento.

II. MODALIDADES E DURAÇÃO

Doutorado integral (GDE): Caracteriza‐se pela execução plena da pesquisa e da defesa de tese na Alemanha. Essa modalidade tem o objetivo de formar doutores no exterior em instituições de reconhecido nível de excelência, em áreas do conhecimento consideradas de vanguarda, naquelas em que a pós‐graduação no País ainda seja deficiente ou em áreas prioritárias para o País.
A duração da bolsa de doutorado integral é, inicialmente, de 12 meses, podendo ter duração de, no máximo, 42 meses pelo DAAD; 48 meses, incluindo a defesa, pela CAPES; e 36 meses, prorrogáveis por no máximo mais 12 meses, pelo CNPq.

Duplo Doutorado: Essa modalidade de bolsa é oferecida pelo DAAD e pela CAPES. Destina‐se a candidatos inscritos em um curso de doutorado no Brasil que pretendem obter titulação de ambas as universidades. Além da concordância dos orientadores, é necessário comprovar que o regulamento da pós‐graduação, tanto da universidade brasileira quanto da universidade alemã, permite o duplo doutorado.
A duração da bolsa de duplo doutorado poderá ser de 18 meses pela CAPES e de até 24 meses pelo DAAD na Alemanha. A estada nesse País pode ser segmentada em duas etapas de acordo com necessidades ou planejamento do projeto de pesquisa. A bolsa inclui também financiamento de viagens dos orientadores.

Doutorado sanduíche (SWE): Essa modalidade tem o objetivo de apoiar o aluno formalmente matriculado em curso de doutorado no Brasil que comprove qualificação inequívoca para usufruir, na Alemanha, da oportunidade de aprofundamento teórico, coleta e/ou tratamento de dados ou desenvolvimento parcial da parte experimental de sua tese a ser defendida no Brasil.
A duração da bolsa do doutorado sanduíche poderá ser de 7 a 24 meses, pelo DAAD e ; de 4 a 12 meses, pela CAPES; e de 3 a 12 meses, pelo CNPq. As bolsas do CNPq e da CAPES são prorrogáveis, com a duração total da bolsa limitada a 12 meses. O candidato deverá concluir todos os créditos do curso de doutorado no Brasil antes de partir para a Alemanha. Para o CNPq, o candidato deverá estar matriculado há mais de um ano no curso de doutorado.

Recomenda‐se aos candidatos com bolsa no país verificar, antes da inscrição, as regras de suspensão dessa bolsa durante o período no exterior, junto à coordenação do programa de doutorado ou à própria agência de fomento.

Na modalidade doutorado sanduíche existe um número maior de bolsas disponíveis. A modalidade duplo doutorado é oferecida pelas agências CAPES e DAAD. As vantagens da modalidade de bolsa sanduíche são as seguintes:

Criação de um relacionamento intensivo entre as instituições brasileira e alemã participantes do Programa, por meio dos contatos estabelecidos, visitas e interações entre orientadores. Espera‐se com isso uma contribuição para a internacionalização da pesquisa no Brasil e na Alemanha;

Eliminação do processo de revalidação de títulos e diplomas, já que o doutorado é obtido em universidade brasileira (doutorado sanduíche) ou em ambas as universidades (duplo doutorado);

Maior reintegração do doutorando na instituição de origem.
3
Obs.: Doutorandos brasileiros com bolsa no país e interessados em estadas de pesquisa de curta duração na Alemanha (de, no máximo, seis meses), podem se candidatar em outro programa de auxílio do DAAD para doutorandos. Informações: auxilio@daad.org.br



III. REQUISITOS

Os seguintes requisitos são considerados essenciais para aceitação da candidatura a uma bolsa do Programa:

(1)
Para as bolsas de doutorado integral é necessário possuir mestrado ou formação equivalente (concluído ou em fase de conclusão até o final do 10 semestre de 2011);
(2)
Certificado de proficiência de inglês ou de alemão;
(3)
Para as bolsas de doutorado sanduíche e de duplo doutorado, é necessário que o candidato esteja matriculado em curso de doutorado em Instituição de Ensino Superior (IES), no Brasil, e ter concluído todos os créditos do curso de doutorado no Brasil antes da partida para a Alemanha;
(4)
Para as bolsas de duplo doutorado, é necessário que no regulamento da pós‐graduação de ambas as universidades esteja prevista essa possibilidade.
(5) Confirmação formal de orientação científica na Alemanha;
(6) Projeto de pesquisa científica de qualidade e formalmente aceito pelo(s) orientador(es);
(7) Qualificação acadêmica acima da média (em geral notas oito e acima);
(8) Ser cidadão brasileiro ou estrangeiro com visto permanente no país.

Veja como são recicladas as embalagens de agrotóxico



Fonte e demais informações http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1394271-7823-VEJA+COMO+SAO+RECICLADAS+AS+EMBALAGENS+DE+AGROTOXICO,00.html

Aprenda a se proteger das armadilhas da internet



Fonte e demais informações: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1397874-7823-APRENDA+A+SE+PROTEGER+DAS+ARMADILHAS+DA+INTERNET,00.html

Saiba que tipo de pilha tem o melhor custo-benefício



Fonte e demais informações: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1400657-7823-SAIBA+QUE+TIPO+DE+PILHA+TEM+O+MELHOR+CUSTOBENEFICIO,00.html

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Minas Gerais terá rede para inovação ambiental

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) de Minas Gerais e a Fundação Dom Cabral (FDC) assinaram na última segunda-feira (13) um acordo para a criação da Rede Mineira de Inovação Ambiental. A proposta é mapear conhecimentos e acelerar processos de inovação neste setor e transformar o Estado em referência na temática.

O projeto está dividido em cinco subáreas: água, resíduos e rejeitos, energia renovável, biodiversidade e limpeza do ar. De acordo com a Sectes, a iniciativa será lançada no próximo ano.

“Já estamos realizando um levantamento em Minas Gerais e no Brasil de centros de estudos e pesquisas, professores e pesquisadores das universidades que estão lidando com essas cinco temáticas. Paralelamente a isso, estamos levantando empresas que têm necessidade de soluções voltadas a essas áreas”, explicou o coordenador do Núcleo de Inovação da FDC, Carlos Arruda.

Informações sobre a Sectes podem ser obtidas no site www.tecnologia.mg.gov.br.

(Com informações da Sectes)
 
Fonte e demais informações: http://www.gestaoct.org.br/ Acesso em: 19 de dez. de 2010.


Prazo médio para concessão de patente é reduzido



O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) anunciou nesta semana que reduziu em um ano o prazo médio para a concessão de patentes no Brasil. Em 2009, o tempo era de 9,3 anos e atualmente é de 8,3 anos. A meta da instituição é fixar em quatro anos esse prazo em 2014.

De acordo com informações do INPI, essa redução é fruto da reestruturação da entidade, que também resultou no aumento da produtividade. O número de exames passou de cerca de oito mil em 2005 para mais de 19 mil em 2009. As concessões subiram de, aproximadamente, 1.800 em 2006 para mais de 3.100 em 2009.

Para saber mais sobre o INPI acesse o site www.inpi.gov.br.

Fonte e demais informações: http://www.gestaoct.org.br/

Programa estimula a inserção de mestres e doutores nas empresas

O CNPq lançou o edital 75/2010 para selecionar propostas dentro do Programa Pesquisador na Empresa (Rhae). O objetivo é apoiar atividades de pesquisa tecnológica e de inovação, por meio da inserção de mestres ou doutores em empresas de micro, pequeno e médio porte. Os formulários de inscrição estarão disponíveis no site da instituição a partir do dia 27 deste mês. A submissão das propostas poderá ser feita até o dia 18 de fevereiro de 2011.

Os projetos deverão abordar os setores industriais, dentro dos seguintes temas: programas mobilizadores em áreas estratégicas; programas para fortalecer a competitividade; e iniciativas para consolidar e expandir liderança.

As propostas aprovadas contarão com recursos da ordem de R$ 40 milhões. De acordo com a instituição, uma parcela mínima de 30% desse total será destinada a projetos coordenados por pesquisadores vinculados a instituições sediadas nas regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste.

O valor máximo por projeto é R$ 300 mil e as instituições proponentes ou executoras deverão aportar uma contrapartida mínima de 20%, em recursos financeiros ou não financeiros.

O edital está disponível neste link.

Informações sobre o CNPq podem ser obtidas no site www.cnpq.br.
 
Fonte e demais informações: http://www.gestaoct.org.br/ Acesso em: 19 de dez. 2010

Lula sanciona lei que impulsiona a inovação tecnológica no Brasil

Foi sancionada na última quinta-feira (16) a Lei nº 12.349/2010, que cria um novo mecanismo de apoio à inovação tecnológica. A legislação, criada a partir da conversão da Medida Provisória 495 deste ano, altera a Lei 8.666/1993 e dá preferência, nas licitações públicas, para produtos e serviços produzidos no país com desenvolvimento de tecnologia.

Pela norma, os governos poderão pagar até 25% a mais nas compras de tecnologia nacional. A prioridade terá que ser justificada em estudos que levem em consideração a geração de emprego e renda, a arrecadação de tributos, o desenvolvimento e a inovação tecnológica realizados no Brasil. A margem de preferência poderá ser estendida, total ou parcialmente, aos bens e serviços originários dos Estados Partes do Mercado Comum do Sul (Mercosul).

ICTs

A lei também altera a Lei 8.958/1994, que rege o relacionamento entre agências de fomento e fundações de apoio à pesquisa, ensino e extensão das instituições científico-tecnológicas (ICTs).

Pela nova norma, as instituições federais de ensino superior (Ifes) e as demais ICTs poderão celebrar convênios e contratos, nos termos do inciso XIII do art. 24 da Lei nº 8.666, por prazo determinado, com fundações que visem apoiar projetos de ensino, pesquisa e extensão.

A legislação também autoriza a Finep, o CNPq e as agências oficiais de fomento a realizarem convênios e contratos, nos termos do inciso XIII do art. 24 da Lei nº 8.666 por prazo determinado, com as fundações de apoio, com a finalidade de dar apoio às Ifes e às ICTs, inclusive na gestão administrativa e financeira dos projetos.

O objetivo é fortalecer o relacionamento entre ICTs e suas fundações de apoio à pesquisa, ensino e extensão, permitindo que as últimas recebam recursos das agências oficiais de fomento.

A lei foi publicada na Seção 1 do Diário Oficial da União e está disponível neste link.
 
Fonte e demais informações: http://www.gestaoct.org.br/ Acesso em: 27 de dez. 2010.

CHAMADA PÚBLICA MCT/FINEP/CT-INFRA - PROINFRA - 02/2010


SELEÇÃO PÚBLICA DE PROPOSTAS PARA APOIO A PROJETOS INSTITUCIONAIS DE IMPLANTAÇÃO DE INFRAESTRUTURA DE PESQUISA 




OBJETIVO
Selecionar propostas para apoio financeiro à execução de projetos institucionais de implantação, modernização e recuperação de infraestrutura física de pesquisa nas Instituições Públicas de Ensino Superior e/ou de Pesquisa.
PRAZOS

Lançamento da Chamada Pública                        20/12/2010

Disponibilização do Formulário (FAP)                  23/12/2010

Data final para envio eletrônico da proposta        24/03/2011

Data final para o envio da cópia impressa           25/03/2011

Divulgação do Resultado A partir de                     29/06/2011
 
PRAZO DE EXECUÇÃO DO PROJETO

O prazo de execução do projeto deverá ser de até 36 (trinta e seis) meses, podendo ser prorrogado a critério da FINEP.

DESPESAS APOIÁVEIS

Poderão ser apoiadas em observância à legislação em vigor à época da aprovação do projeto, as seguintes despesas:

a) Despesas Correntes: despesas acessórias com importação, despesas para a confecção de projeto básico/executivo e serviços de terceiros (pessoa física ou jurídica), desde que diretamente relacionados com a instalação e manutenção de equipamentos ou as edificações de pesquisa.

b) Despesas de Capital: obras, reformas e adequação da infraestrutura física, equipamentos, material permanente e material bibliográfico.

c) Despesas Operacionais e Administrativas: o projeto poderá contemplar a cobertura de despesas operacionais e administrativas, de caráter indivisível, respaldadas na Lei nº 10.973/04, denominada “Lei da Inovação”, até o limite de 3% do valor dos recursos solicitados a FINEP..

Procura-se Engenheiros!

by dionyzio on 25/12/2010


O engenheiro não cabe em si de tanta felicidade!

A revista Você S/A trás extensa reportagem sobre a valorização profissional de técnicos e engenheiros.

Sobre os engenheiros a reportagem realça a “formação acadêmica do profissional que reúne raciocínio lógico e analítico com a capacidade para detectar problemas, avaliar cenários e desenhar soluções.” Tudo de bom não é mesmo?!

Anos atrás as qualidades acima tornavam este profissional um dos principais alvos do mercado financeiro dado a estagnação por que passava o setor produtivo, mas hoje a situação mudou sendo difícil encontrar setor em que haja engenheiros formados em número suficiente para suprir tantas vagas à disposição.

A consultoria paulista de RH Ricardo Xavier “detectou aumento de 16% no número de vagas que exigiam formação em engenharia no período de janeiro a outubro de 2010 em reação ao mesmo período de 2009.” Um exemplo de concorrência acirrada é o caso da Michelin que precisa contratar de uma vez 30 novos engenheiros para expansão de fábrica de pneus em Itatiaia no RJ e encontra dificuldades, pois há outras fábricas que também pretendem se instalar na região.

Outro exemplo emblemático é a área de gás e petróleo. Anos atrás um profissional que quisesse enveredar pelo setor deveria buscar exclusivamente uma vaga na Petrobrás, mas hoje o momento é outro e com tantas multinacionais chegando ao Brasil as concorrentes já “estão abrindo mão de experiência em troca de desenvolvimento de potenciais”, caso da norueguesa Statoil especializada em perfuração de poços de petróleo que nas palavras de seu diretor de RH, Fernando Carvalho, “vê o momento como um desafio para companhias e para o país trabalhar no desenvolvimento de pessoal.”

Mesmo não sendo mais a única opção a Petrobrás abrirá sozinha até 2014 12720 vagas para engenheiro.

Investir no profissional adequado tem sido o caminho buscado por grandes empresas, caso da América Latina Logística, ALL, que forma seus próprios engenheiros ferroviários através de cursos de pós- graduação, caso do engenheiro Aender Guerra, 26 anos, que se formou em engenharia de produção, cursou engenharia ferroviária na pós da empresa e passados 1 ano e meio recebeu promoção e teve seu salário aumentado em 70%.

O mercado de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica também voltou a contratar e a boa notícia é que o forte crescimento econômico das regiões N, NE e CO impulsionado também por grandes obras de infraestrutura expandem as possibilidades de atuação do engenheiro que, no entanto deve estar apto para migrar da cidade natal.

Brasília já fornece outras opções que não as tradicionais Civil, Elétrica e Mecânica, casos de engenharia de produção e automotiva, além disto, algumas faculdades particulares passaram a oferecer cursos de graduação em engenharia até a pouco tempo restritos à UnB. Resta zelar para que os mesmos mantenham bom padrão de qualidade na formação do profissional.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Campus da Unifei de Itabira será inaugurado em janeiro

Profissionais da saúde visitaram fase final da construção do campus da universidade federal com João Izael e secretários na tarde de quarta-feira (22). O prefeito João Izael e os secretários municipais Raimundo Nonato Dias Moreira (Desenvolvimento Econômico e Turismo) e Elaine Campos (Governo) acompanharam os médicos Júlio Tércio de Alvarenga, Lester Mota – presidente da Unimed Itabira, José Cesário Carneiro, Roberto Sampaio de Barros – presidente da Associação Médica de Itabira, Márcio de Freitas, Maurício Marques – diretor adjunto da Gerência Regional de Saúde e Willhems de Lima na visita ao campus da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), no Distrito Industrial 2.



Obras da Unifei em fase terminal.
De acordo com Marcelo Monduzzi, engenheiro civil responsável pela obra, o campus está na fase de execução final dos serviços. “O piso e as esquadrias estão praticamente concluídos, estamos colocando as portas e os rodapés. Agora falta o forro do térreo e os arremates para a finalização das atividades”, ressaltou. Ainda segundo ele, as redes externas estão sendo construídas para a pavimentação e a entrega parcial do prédio começar em janeiro. “A conclusão da obra está prevista para o final de janeiro, mas a partir do dia 10 vamos entregar um pavimento a cada semana”, explicou Marcelo. O prédio da Unifei tem 4 mil m², divididos em quatro pavimentos, que abriga 18 salas de aula, além de agências bancárias, praça de alimentação, auditório, laboratórios e sanitários.

O grande diferencial do campus é a sua projeção para reaproveitar a água da chuva. “O telhado foi feito em sistema invertido, com declividade das bordas para o centro. Então, a água da chuva é coletada para um reservatório, recebe uma cloração e passa a ser utilizada na descarga dos banheiros e irrigação do jardim”, explicou Braz Torres, fiscal da obra. Ainda segundo ele, o sistema não foi caro, “pois o único custo é bombear essa água”. Para Roberto Sampaio de Barros, o projeto do campus é inteligente, inovador e reforça Itabira como pólo em educação. “Esse prédio traz novidades para a cidade em termos de construção civil, de acomodamento e em termos de acolhimento é maravilhoso.

Estudar numa universidade com esse perfil e com uma acomodação dessa qualidade, eu acho que é mais um atrativo para os estudantes daqui e de outras cidades, que antes vinham pela cidade ser o berço da Vale, o que oferece um futuro profissional a eles”, disse. Já o médico Júlio Tércio de Alvarenga, acredita que o campus cuida do futuro de Itabira. “Eu acabei de ver uma estrutura espetacular, uma universidade de ponta. Esse projeto é vital para a cidade porque concretiza o nosso sonho de substituir minério por educação. Assim como a Funcesi (Fundação Comunitária de Ensino Superior de Itabira), a Unifei vai somar grande valor para os itabiranos no futuro”, concluiu ele.

Atraso
Previsto inicialmente para o final de novembro, o campus da Unifei vai ser inaugurado em janeiro. De acordo com o engenheiro Marcelo Monduzzi, o bom momento da construção civil no Brasil foi o principal motivo para o atraso da obra. “Nesse projeto, praticamente só utilizamos mão de obra especializada.
Eu preciso, por exemplo, de profissionais especializados para a colocação do piso, do forro etc. Em função do estouro da construção civil, não achávamos profissionais disponíveis no mercado. Fizemos contratos com muitas empresas que cumpriam o serviço com algum atraso devido à grande demanda”, esclareceu. Outro fator que favoreceu o atraso da obra foi a troca do sistema de ar condicionado. “Tivemos um atraso muito grande com isso, mas que foi muito bom para a universidade porque foi para uma melhoria extrema. Optamos por um sistema mais adequado”, informou Marcelo.

O prefeito João Izael considera esse atraso normal, entretanto, ele não impede que os alunos iniciem as atividades acadêmicas do próximo ano no novo campus. “Estamos acompanhando bem de perto essa obra e mesmo com o pequeno atraso, os alunos vão começar o semestre letivo neste espaço. Confiamos no trabalho dos funcionários dessa empresa”, garantiu o prefeito. Segundo informações do Secretário Municipal de Obras, João Mário de Brito, a Prefeitura de Itabira já investiu mais de R$ 15,6 milhões na construção do campus, sendo a primeira etapa R$ 5.690.133,56 e a segunda o investimento de R$ 9.976.984,71.

Fonte: Via Comercial

Utilizar a luz solar diz respeito à eficiência energética, conforto visual e práticas sustentáveis

O planejamento das obras em arquitetura e engenharia contemporânea no Brasil precisa considerar os efeitos positivos da iluminação natural. Essa postura de relutância em projetistas se deve em parte à formação desses profissionais que vem de uma trajetória de ensino que pertence ao século passado. Não prevê, por exemplo, o advento das crises energéticas, a falta de investimentos nos setores de geração e distribuição de energia, a extrapolação dos recursos naturais.
Por não ter sido devidamente assimilada por teóricos, mestres e professores, ainda não foi transmitida aos canteiros de obras. Um reflexo disso é que apesar de toda a possibilidade de uso da luz solar, já que a iluminação natural é uma velha conhecida do homem – algo que remonta à pré-história do homem, ao tempo das grandes pirâmides, Stonehenge e outros megalitos – a grande preferência é por utilizar a iluminação artificial, que é mais cara e poluente.
Atualmente, no país, poucas são as edificações que se utilizam de claraboias, novas janelas, telhas transparentes e outras tecnologias que permitem a utilização da luz natural. A ruptura entre novo e velho em termos de edificações se dá de modo que nada do que diga respeito à funcionalidade do passado possa ser aproveitado pelo futuro. O conceito de modernidade exclui todo um passado baseado em estudo muito preciso sobre a trajetória dos corpos celestes.

Sigfrido F. C. G. Graziano Junior
Para o arquiteto e especialista em iluminação e conforto ambiental, Sigfrido Graziano Junior, “para a grande parte do nosso território, tropical, recomenda-se o uso da luz natural de forma indireta e difusa. A incidência direta nas superfícies envidraçadas pode trazer aumento de temperatura interna e é recomendável apenas nos locais onde há necessidade de ganho de calor, como em regiões frias do Brasil e locais de maior altitude. Existem atualmente vidros especiais com filtros que reduzem a carga térmica, mas também trazem redução da iluminação, tornando necessário o acionamento da luz artificial durante o dia. O que é um gasto de energia dispensável se a luz natural chegasse nos ambientes de forma adequada”.
Sobre iluminação natural, luz solar e novas tecnologias de conforto visual e térmico entrevistamos o arquiteto Sigfrido Graziano:
Como fazer para conscientizar os diferentes públicos e inserir o tópico: luz solar em obras de engenharia e arquitetura?Sigfrido Graziano: Há diversos caminhos, que passam tanto pela conscientização como pela legislação e mercado. Pela legislação, existem normas – por ora recomendações – como o “Regulamento de Etiquetagem dos Edifícios”, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (PROCEL), onde há incentivos para etiquetagem dos edifícios públicos, de prestação de serviços e que ainda é voluntário. Também há certificações como Selo da Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), ou Alta Qualidade Ambiental (AQUA), entre outros onde o uso da luz natural é um dos critérios a serem considerados. Aos poucos, os editais de projeto começam a exigir que as propostas tenham esses conceitos na sua elaboração até simulação computacional.
Os empreendedores já lançam edifícios que atendem aos requisitos de eficiência e sustentabilidade objetivando a valorização e também se observa que a venda de unidades com certificação é mais rápida, vantajosa e rentável. A conscientização começa pelo uso da luz como elemento de projeto e deve ser considerada desde a concepção da edificação e dos espaços. Isso faz parte da arquitetura bioclimática, eficiência energética e sustentabilidade. O corpo do projeto deve considerar todos esses aspectos.
Aspectos positivos da utilização da iluminação natural?SG: Um argumento forte em prol da iluminação natural é a redução do consumo de energia. Ao se projetar adequadamente o uso da luz natural sem trazer aquecimento, atingimos dois aspectos principais:
- Elimina parte considerável da necessidade da iluminação artificial;- Redução da necessidade de climatização em parte considerável do horário de uso do edifício.
Além disso, a radiação ultravioleta (UV), parte considerável da radiação solar, tem ação bactericida, que é recomendável para as áreas de longa permanência, como os dormitórios. Isso também é muito importante para hospitais e presídios, onde deve haver controle das doenças.
Quais são os benefícios sociais da iluminação natural dos ambientes?SG: Há diversos benefícios quando esses conceitos são abordados no projeto como aspectos psicológicos e de qualidade visual. A característica de variação já é benéfica pelo acompanhamento do ciclo circadiano, ou seja, perceber a variação luminosa e cromática ao longo do dia.
A variação da luz também promove ajuste dos olhos, evitando a constância quando há apenas a iluminação artificial. O ambiente tem contato com o ambiente externo e isso é benéfico para sensação de pertencimento ao mundo, combatendo a claustrofobia. Também por isso diversos shoppings centers mais antigos já promoveram aberturas para o exterior.
De que trata a eficiência energética nos padrões de qualidade (ISO 14000)?SG: A ISO 14000 é uma norma internacional que trata da gestão ambiental nas empresas. Muitas delas, para atender ao mercado globalizado, devem atender a essas normas internacionais e isso pode significar a sobrevivência da empresa. A certificação também traz necessidades de melhorias ano após ano. Assim, uma empresa certificada pela ISO 14000 em um ano deverá buscar melhorias em outro ano. O uso da luz natural e eficiência energética pode ser uma forma.
De que trata a redução de volumetria?SG: Os planos diretores e códigos de obras definem áreas a serem ocupadas, taxas de ocupação, áreas verdes, áreas de preservação parcial. Muitas vezes há desrespeito desses conceitos, trazendo formação de verdadeiras barreiras para os ventos, para a luz natural e salubridade. É preciso observar que grandes volumes construídos podem trazer áreas urbanas mais escuras, sombreamentos excessivos, formação de áreas úmidas. O resultado pode ser áreas com micro-climas que tornam os ambientes dependentes de aparelhos de ar-condicionado constantemente ligados e luz artificial.
Quais os custos de manutenção com a luz artificial?SG: A luz natural possibilita a desativação da luz artificial durante grande parte do dia, aumentando o período para troca de lâmpadas e reatores. Isso significa menos troca de equipamentos e profissionais para fazê-lo, menores interrupções, além é claro da economia na conta de energia.

A luz direta incide na prateleira de luz, ou lightshelf, que reflete para o teto e para o ambiente
O que são lightshelves?SG: Há diversos elementos para bloqueio e redirecionamento da luz natural como brises, marquises, persianas, lightshelves (plural) e lightshelf (singular), que em inglês significam prateleiras ou estantes de luz. São alguns tipos de elementos de redirecionamento da luz natural. De forma indireta e difusa essa luz é benéfica, pois não traz a mesma carga térmica que ocorre quando há incidência solar nos vidros. Assim, a luz direta do sol pode incidir em elementos opacos e claros.
Pode quantificar a redução de custos em economia de energia elétrica em projetos?SG: Em estimativas realizadas, ao se adotar a luz natural para ambientes comerciais, há redução com a iluminação artificial e troca de lâmpadas em torno de R$ 15,00 por m² ao ano. Em termos de climatização é mais difícil e complexo chegar a um número, mas ao se reduzir a carga térmica, consequentemente há redução na necessidade de acionar os aparelhos de ar-condicionado.

Fontes e Informações: http://reativanarede.blogspot.com/2010/12/iluminacao-natural.html